Casa FI tem designer de férias e de moradia, além de preservação ambiental

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Publicada em 15/02/2012

Veranear em sua própria casa e quando a aposentadoria chegar transformar o lar de férias em permanente é o objetivo de muitas pessoas e foi isso que inspirou a futura moradora da Casa FI, projetada pela Fork Projetos em parceria do Escritório Paulo Hoffmeister Arquitetos,  e que será concluída entre julho e agosto deste ano.

O desenho da casa, localizada em um condomínio em Xangrilá, ao mesmo tempo que é fechada para preservar a intimidade da moradora é também aberta para melhor visualização do meio ambiente local. O arquiteto Rodolfo Fork explicou que a parte da frente e de cima apesar das grandes janelas quem está passando na rua não enxerga dentro da casa, já nos fundos  optou-se por portas de vidro pois assim as pessoas que estiverem naquela parte da moradia possa ver o lago existente no condomínio. Fork também disse que esta é a parte de convívio social  “tem que ser natural”.

Parte frontal da casa busca preservar a privacidade da moradora./ Foto: Divulgação

Rodolfo salientou que nas obras desenvolvidas pela Fork Projetos e parceiro a preservação ambiental é um dos focos e na Casa FI não é diferente, pois todo o material da obra que iria ser jogado fora será reutilizado. As obras realizadas no litoral são diferente das urbanas porque além do cuidado ambiental que se deve ter é necessário que as partes de ferro sejam muito bem protegidas, já que a maresia corroê com mais facilidade este tipo de material. O cuidado fica basicamente em  fazer o concreto um pouquinho mais grosso que o normal, falou o arquiteto.

O lago além de embelezar o local também tem a função de escoar a água da chuva./ Foto: Divulgação

Outro detalhe apontado por Fork foi o lago, que fica atrás da Casa FI, ele é artificial e tem uma função ainda mais importante que apenas decorar. Como o terreno no litoral é plano as águas da chuva não tem para onde correr e acaba por invadir as moradias, com uma técnica trazida por Rudy Fork, na década de 1980, cria-se um lago para escoar a água e toda a terra retirada é usada para criar desníveis dentro do condomínio. “Assim a água da chuva não acumula e vai diretamente para o lago, que está em um nível mais baixo que as casas”, enfatizou. Esta mesma técnica também foi utilizada no Condomínio Enseada.

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