Quer alugar um imóvel por temporada? Saiba como proceder!

Padrão
Ficar atento as regras dos locais de locação ajuda evitar transtornos./Foto: Charles Brunette- Morguifille

Ficar atento as regras dos locais de locação ajuda evitar transtornos./Foto: Charles Brunette- Morguifille

Com a alta temporada de verão e as férias nada melhor do que viajar, principalmente se essa viagem for com a família ou com os amigos. Mas para quem quer poupar dinheiro e também não quer ficar longe de seus companheiros de passeio uma boa opção é o aluguel de imóvel por temporada. Este tipo de modalidade é a preferida por quem gosta de sair e levar o bicho de estimação e também por aqueles que preferem a comodidade e a privacidade de uma casa. Contudo, antes de alugar uma residência por temporada é necessário tomar alguns cuidados, como por exemplo o pagamento em moeda local.

Normalmente as casas alugadas são no litoral, isso porque a praia é um atrativo. De acordo com a Lei 8.245, de 18 de outubro de 1991, os imóveis alugados no Brasil devem ser pagos em real. Outro detalhe que está no art. 49, no qual o “locador poderá receber de uma só vez e antecipadamente os aluguéis e encargos, bem como exigir qualquer das modalidades de garantia previstas no art. 37 para atender as demais obrigações do contrato”, ou seja, o locador pode exigir nesta modalidade o pagamento antecipado do aluguel.

O diretor de condomínios da administradora Habitacional, Marcio Bagnato, lembra que ao locar um imóvel por temporada é necessário verificar documentos, pesquisa do nome dos atuais proprietários, análise do local e etc. Bagnato ressalta que “é essencial que a pessoa interessada tome conhecimento das regras existentes para locação por temporada no empreendimento onde busca adquirir o imóvel, pois em determinadas situações, as regras e principalmente restrições existentes, podem fazer com que ele tenha dificuldade ou mesmo prejuízo no uso do mesmo para este tipo de locação”.

A empresária Sarah Regina de Almeida normalmente aluga imóveis por temporada quando viaja e contou que já passou apuros em uma viajem. A preferência por aluguel de temporada acontece principalmente porque ela costuma sair de férias com os filhos, de 4 e 8 anos, o sobrinho de três, que atualmente ela cuida, e o cachorro dos meninos. “Viajo com crianças e hotéis não são muito recomendados”, disse. A empresária lembra que ao não tomar os devidos cuidados foi barrada em um condomínio residencial por estar com o animal.

O locatário deve ficar ciente que ao entregar o imóvel ele deve estar da mesma forma que lhe foi emprestado. O locador, por sua vez, deve tomar alguns cuidados ao alugar seu imóvel por temporada, como firmar um contrato, por escrito, regulando a relação onde deve se estabelecer, o valor do aluguel, dias locados, número limite de pessoas dentre outras combinações. Marcio explica que “deve constar no contrato a obrigação do locatário em tomar ciência das regras convencionais e regimentais existentes para o imóvel, assumindo este a responsabilidade por eventuais penalidades que possam existir em função de mau uso do mesmo”.

Casas no exterior são focos de aluguéis de temporada por turistas brasileiros

Imóveis entorno do Parque da Disney viraram foco dos turistas brasileiros que visitam o local e não querem ficar em hotéis. O diretor da empresa Temporada na Disney, Wendel Ferrari, disse que as casas são normalmente “locadas por famílias e grupos de amigos que desejam um maior conforto e privacidade, querem ficar hospedados em um condomínio de alto padrão e bem próximos a Disney. Os hóspedes fazem questão de ter sua própria cozinha completa, de ter o seu próprio quarto e banheiro e ter a sua piscina privativa”.

Para Ferrari quem deseja se hospedar neste tipo de modalidade deve ficar atento e procurar se informar sobre a empresa que presta o serviço. “Seria péssimo chegar ao local e descobrir que a casa não existe! Faça a locação apenas mediante a um contrato assinado, verifique se a empresa possui CNPJ e escritório fixo, uma pesquisa pela internet sobre a empresa sempre é de boa ajuda, procure o máximo de informações sobre a prestadora de serviço”, enfatiza o empresário.

Wendel explica que o processo para locação de uma casa no exterior é bem simples, basta definir a casa e o período que deseja reservar, e assim uma pessoa responsável pelo grupo faz a locação da residência. Depois disto, é solicitado os documentos desta pessoa, como o CPF, RG, endereço completo, para que o contrato de locação seja formalizado. Já referente a forma de pagamento o usual é dar 20% de sinal, afim de reservar a casa, sendo que o saldo restante pode ser parcelado em até 30 dias antes da entrada no impovel, podendo ser feito em moeda local (reais). “Os pagamentos podem ser realizados via boleto bancária, cartão de crédito, depósito/transferência bancária, sendo que as datas dos pagamentos, é definida pelo hóspede, ou seja, tudo bem personalizado”, conclui.

Anúncios

BRASIL x ARGENTINA – minha 1º transmissão de rádio

Padrão

Fotinho para ilustrar

Fotinho para ilustrar

Medo e nervoso são os adjetivos ideais para me descrever no último domingo, 13 de janeiro. Era o segundo jogo da seleção masculina de handebol, pelo Mundial Masculino de Handebol – Espanha 2013. Sou jornalista do blog 2 Minutos, blog sobre handebol que mantenho com mais duas amigas. Eu estava nervosa porque seria responsável pelo comentário do jogo, na transmissão ao vivo dos nossos amigos da Rádio Estação Web.

Esse temor é simples, pois foi a primeira vez que entrei ao vivo em um programa de rádio, nunca havia feito isso antes, apenas exercícios na faculdade. Mas valeu apena e até gostei do resultado. Enfim ai está a transmissão da partida, mas não qualquer partida, foi um duelo e tanto entre Brasil x Argentina. Um jogão digno do maior clássico das Américas.

A crônica do jogo segue: http://handebolminuto.wordpress.com/2013/01/13/deu-brasil-no-classico-contra-a-argentina-handespanha2013/

Cuidados práticos para os imóveis da praia resistirem a maresia

Padrão

Publicado em 11 de janeiro de 2013

As dicas podem servir para imóveis residenciais e também comerciais./ Foto: MorgueFile

As dicas podem servir para imóveis residenciais e também comerciais./ Foto: MorgueFile

Verão é um momento ímpar nas nossas vidas, afinal de contas as temperaturas quentes propiciam passeios até mais tarde, viagens e visitas a praia. Quem tem um imóvel no litoral aproveita o máximo, contudo a preocupação com a casa ou apartamento é latente. Como proteger os eletrodomésticos da maresia, a madeira e etc? Mas não se preocupe, já que com os cuidados certos você pode curtir a praia e manter sua residência em ordem!

Os eletrodomésticos brancos, como geladeira, freezer, microondas e máquina de lavar, sofrem muito com a ação da maresia, sabia que para protege-los basta passar uma camada generosa de cera para carro. A cera age como proteção contra ferrugem. Ao aplicar por toda a superfície tenha atenção especial aos cantinhos.

Os móveis de madeira também padecem com a maresia, para protege-los tenha o hábito de tirar o pó períodicamente. Use óleo de peroba, pois de acordo com Dani Roste, personal organizer (profissional especializada em organização), o oléo cria uma película protetora e minimiza estragos.

A aplicação de veniz naval aumenta a vida útil dos pisos de madeira./Foto: Photorack

A aplicação de veniz naval aumenta a vida útil dos pisos de madeira./Foto: Photorack

Dani lembra que os estofados ideias para os imóveis praianos são os de tecido sintético e impermeáveis, porque são mais resistentes a úmidade, além de serem mais fáceis de limpar. Ela recomenda que a limpeza seja realizada com aspirador de pó e também aconselha limpar os sofás com um pano úmido com um pouco de vinagre, pois age como um bactericida.

Para encerrar a dicas de cuidados não podemos esquecer dos pisos. Caso eles sejam de madeira é preciso realizar de tempos em tempos a aplicação de verniz naval, principalmente se os pisos forem na rua. Essas dicas valem para casas, apartamentos e também negócios. Espero que tenham gostado!

Cresce o número de ações trabalhistas por parte dos corretores de imóveis

Padrão

Publicada no site Linklar, em 8 de janeiro de 2013

A justiça ainda é a única garantia de manter os direitos, afirma advogado./ Foto: OLX

A justiça ainda é a única garantia de manter os direitos, afirma advogado./ Foto: OLX

O corretor de imóveis assim como qualquer outro profissional tem deveres a serem realizados, assim como direitos que devem ser respeitados. Mas esses direitos nem sempre são cumpridos, e em virtude deste triste fato o número de ações trabalhistas na justiça aumentou significativamente, apesar dos tribunais estaduais ainda não terem feito um balanço sobre o assunto. O advogado Fabio de Paula explica que essas ações buscam o reconhecimento do vínculo de emprego e todos os seus benefícios, como férias, 13º salário, INSS e horas extras. “No geral tais ações tem obtido enorme sucesso, principalmente no reconhecimento de vínculo e de horas extras”.

adv-Fabio-de-Paula.-foto-divulgação

Advog. Fabio de Paula./ Foto: divulgação

Um corretor de Porto Alegre, que não quer ser identificado, contou que está processando a imobiliária para qual prestou serviços por cinco anos. “Não me importava em não trabalhar de carteira assinada, mas nunca pensei que seria tratado assim com tanto desleixo, tenho meus direitos”. Ele falou que durante o período em que atuou na empresa poucas às vezes teve suas horas extras pagas, pois normalmente trocava por folgas quando necessitava. O corretor disse que ao ser demitido pensou que poderia pelo menos finalizar as negociações que estavam em andamento, porém foi impedido. Agora busca na justiça seus direitos de trabalhador.

O corretor imobiliário só garante os seus direitos trabalhistas se trabalhar de carteira assinada para alguma empresa do ramo, como imobiliárias, incorporadoras e construtoras. No caso do corretor trabalhar de forma autônoma e prestar serviços para uma empresa os direitos só serão garantidos mediante a confirmação de que o trabalhador foi submetido a uma gerência e tenha comparecido na sede da empresa mais de uma vez por semana para prestar contas de seu serviço. Essa questão é válida até mesmo para aqueles corretores que assinaram documentos ou contratos que explicitavam a sua ausência de frequência diária e com horário fixo, uma prática bastante comum no meio. Fabio disse essa é a razão que defende “a criação de Leis específicas para o setor e maior fiscalização por parte dos órgãos competentes e entidades de classe, no sentido de preservar e assegurar todos os direitos dessa classe de trabalhadores”.

Enquanto não existir leis e uma fiscalização eficiente, explica de Paula, a justiça é o único meio do trabalhador, seja ele corretor ou não, de garantir que seus direitos sejam respeitados. “O profissional que se encontrar em situações de trabalho que possuam as características de: subordinação, pessoalidade, remuneração e continuidade, devem procurar orientação jurídica para mover eventuais processos trabalhistas, que infelizmente configura a única maneira por hora, de fazer valer seus direitos”, enfatizou o advogado.

O profissional corretor de imóveis

Para ser corretor de imóveis e exercer a função é necessário, de acordo com o que determina a Lei 6.530/68, que o profissional seja possuidor do título de Técnico em Transações Imobiliárias, fornecido pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci).

A renumeração pelo trabalho é definida por meio de uma tabela de referência constante encontrada nos Crecis de cada região. Fábio resaltou que existem porcentagens diferenciadas de acordo com cada corretora e empreendimento, contudo esta porcentagem deve respeitar a tabela do Conselho. Estas alterações, segundo ele, não impede que a remuneração seja superior ao estabelecido, sendo apenas vedado valor inferior.

 

 

Chuvas deixa desabrigados e destrói cidades no Rio de Janeiro

Padrão

Publicada no site Linklar em 3 de janeiro de 2013

Não houve o rompimento de barragem em Xerem, avisa Defesa Civil./ Foto: EBC

Não houve o rompimento de barragem em Xerem, avisa Defesa Civil./ Foto: EBC

Uma frente fria que atingiu o estado do Rio de Janeiro nesta madrugada, 3 de janeiro, fez novos estragos na região serrana, no sul do estado e na Baixada Fluminense. Uma pessoa morreu em Xerém, distrito de Duque de Caxias, onde o Rio Capivari subiu ao nível das pontes e alagou diversos bairros. Nas demais localidades vários imóveis foram devastados. A estimativa é que na região de Teresópolis cerca de 50 pessoas estejam desalojadas e 32 sem casa em Angra dos Reis. O governo estadual pretende anunciar ainda nesta tarde uma força tarefa para auxiliar os municípios.

Informações divulgadas pela Defesa Civil Estadual avisam que em Angra dos Reis, no sul do estado, oito casas desabaram e há 32 pessoas desabrigadas. Na mesma região, em Mangaratiba, houve rolamento de pedras e um muro desabou, causando destruição em uma residencia. Em Mambucaba, há pelo menos 100 desalojados.

Em Teresópolis, as sirenes foram acionadas em cinco comunidades com a subida do Rio Paquequer. Cinquenta pessoas perderam suas moradias nas localidades do Vale da Revolta, de Perpétuo, Rosário, Caxangá e Pimentel. Em Petrópolis, os rios Bingen e Piabanha transbordaram. Houve escorregamento de terra e pedras nos bairros Independência, Siméria e São Sebastião.

Ainda na tarde de hoje o governo do Rio de Janeiro vai instalar um gabinete de crise para atender e dar respostas mais rápidas às situações de emergência provocadas pela forte chuva que atingiu o estado nesta madrugada. Participam do grupo representantes das secretarias de Defesa Civil, Saúde e Assistência Social, Obras, Governo e o Serviço Geológico do Estado. Representantes do governo se reunirão na manhã de hoje para definir a estratégias de atuação do gabinete.

De acordo com o secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, a área mais afetada foi Angra dos Reis, onde três pessoas tiveram ferimentos leves e foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros. Contudo, segundo o coronel, não foi necessário o envio de reforço, pois Angra dos Reis já tem estrutura preparada para atender a emergências, devido ao plano de atuação para a central nuclear instalada no município.

“A Defesa Civil disparou um protocolo para desmobilizar as pessoas que vivem em comunidades com risco geológico. Um número estimado de 20 mil pessoas vivem na região, cerca de 2,5 mil habitantes estão sendo orientadas a seguir para locais seguros, que pode ser casas de amigos, parentes ou os locais definidos pela prefeitura”, salienta Simões ao explicar a situação das cidades em calamidade.

Ele ainda falou que não houve rompimento da barragem em Xerém, como divulgado por populares, o que houve foi o transbordamento dos rios. Há cerca de 200 desabrigadas na região. Em Nova Iguaçu e Belford Roxo também houve alagamento, problema agravado pela falta de recolhimento do lixo, mas sem relatos de dificuldade em atendimento hospitalar.

Interdição Parcial da rodovia Rio-Santos

As chuvas fortes desta madrugada também provocaram o deslizamento de pedras em Mangaratiba, cidade a 85 km do Rio de Janeiro, levando à interdição parcial da Rodovia BR-101 Sul, mais conhecida como Rio-Santos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informa que o tráfego está totalmente interrompido na altura do km 578, em Paraty, devido ao tombamento de uma carreta.

*com informações da Agência Brasil