Um breve resumo sobre o Clareando

Padrão

O informativo mensal Clareando, da Comunidade de Santa Clara, na Lomba do Pinheiro, existe desde 1993 e é o principal mecanismo de divulgações de informações da igreja até o público católico do bairro. Sua publicação é mantida pelos freis e por voluntários.

Campeonato Municipal de Handebol Porto Alegre 2015 cobertura do blog Dois Minutos

Padrão

Abril e maio foram marcados pelo Campeonato Municipal de Handebol de Porto Alegre. Equipes amadoras, colegiais e universitárias disputaram o título de uma das mais tradicionais competições locais. Mais uma vez o Dois Minutos cobriu a competição, sendo uma pequena tradição nossa, pois a realizamos desde 2011. Na edição 2015, a UFRGS conquistou o bicampeonato masculino, assim como as meninas do Santa/Feevale.

Assim como no ano passado realizamos um especial contando um pouco mais das equipes participantes. Ficamos conhecendo o ano em que elas foram fundas, principais conquistas, metas e demais detalhes. Clique nos títulos abaixo e leia os especiais.

* HCT, Santa/ Feevale e Jovens Talentos

* Conheça UFRGS, União e Amigos – participantes do #CMHPortoAlegre2015

* Conheça um pouco da história de Feevale e Internacional – participantes do #CMHPortoAlegre2015

* Conheça Ulbra, Tesourinha, HandAction e Unisinos – participantes do #CMHPortoAlegre2015

Além do especial, criamos para as redes sociais uma imagem no qual citamos os últimos campeões e pedíamos para os seguidores falarem para quem estavam torcendo.

As partidas foram acompanhadas pelo nosso Twitter/dois_min, através da hashtag #CMH2015.

Além do minuto a minuto, as crônicas dos jogos, contando detalhes e placares, foram postados no blog Dois Minutos. As fotos das partidas também foram colocadas no blog. Acesse e confira: handebolminuto.wordpress.com/tag/cmh-2015/

Redes ligadas ao futebol investem forte em produtos pós Copa do Mundo

Padrão

Mesmo com a crise econômica que o País vive empresários são otimistas. Além disso, as redes de franquias já começam a se preparar para as Olimpíadas Rio 2016.

materia-bruna-futebol

~ publicada em 16 de abril de 2015 ~

Que o futebol é uma das maiores paixões nacionais isso não é novidade. Assim como também não é de que as redes de franchising ligadas ao esporte se prepararam para receber a Copa do Mundo de 2014. Porém os números de faturamento no período não foram bons, mas as empresas apostam que neste ano o cenário mudará, mesmo com o atual situação de crise econômica que Brasil vive.

Yan Lopes, empresário da rede de lojas Torcedor Esporte Clube, contou que as marcas como Adidas e Nike, assim como outros fornecedores investiram pesado em produtos oficiais ligados a Copa, as vendas foram boas, contudo não atingiu a meta esperada. “As vendas das lojas em junho foi a maior da história neste mês, porém ficou abaixo da expectativa que tínhamos por ser uma Copa no Brasil. O faturamento de 2014 foi aproximado ao da penúltima Copa, em 2010”, falou.

Danilo Varrillo, gerente de expansão da rede Meltex Franchising, explicou que para as redes ligadas aos clubes de futebol a Copa do Mundo de 2014 não foi boa, já que houve o congelamento das vendas, em virtude da competição. Os clubes entraram em férias e as competições nacionais pararam. O foco se voltou para as seleções, tal como as vendas dos produtos desportivos. Além disso, a queda da comercialização dos produtos aconteceu em virtude da economia do País que não foi bem. “Lógico que houve muitos fatores que afetaram as vendas no ano passado, já que 2014 foi um ano de eleições e essa indefinição acabou não dando certezas ao mercado”, ressaltou.

Porém os entrevistados salientaram que após o período do evento futebolístico mundial o faturamento das lojas voltou ao normal, de forma gradual. Lopes falou que “houve uma queda grande nos dois meses seguintes a Copa, depois as vendas voltaram a ficar estáveis”.

Varrillo explicou que apesar do momento de crise que o País vive, 2015 será um bom ano, pois será estável. O gerente frisou que “com a economia enfraquecida muitos gestores, assim como outros profissionais saem de suas empresas por vontade própria ou demitidos. Logo, em meio a crise as pessoas passam a investir em negócios próprios e isso favorece o mercado, principalmente o de franquias. E isso é bom!”

O gerente também contou que os clubes passaram a trabalhar mais forte, em virtude das competições nacionais que aquecem o mercado, a partir de abril. Ele lembrou que nos três primeiros meses do ano é comum o faturamento cair, por causa das férias, das festas de final de ano, carnaval e os pagamentos anuais de impostos como IPTU e IPVA. “Acredito que as vendas neste ano será melhor que em 2014 e as marcas estão fazendo investimentos em itens ligados aos times”, disse.

Faltando apenas um ano para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, Yan relatou que a Torcedor EC já se prepara para os Jogos. “Estamos investindo em produtos de esportes, como basquete, vôlei e outros, que terão um aumento de demanda e procura”, comentou.

Já Danilo explicou que como o período de Olimpíadas é muito regionalizado a Meltex não acredita que o evento trará pontos negativos para as lojas dos clubes. Sobre o lançamento de novos produtos ele contou que “cada clube terá o seu planejamento de lançamento de artigos, já que cada um tem sua peculiaridade. Tem os que tem basquete, outros tem natação e etc”.

A reportagem completa pode ser conferida clicando aqui!

Abril de 2015: sustentabilidade, setor livreiro e outros detalhes do mercado de franquias

Padrão

No mês de abril o Mapa das Franquias trouxe assuntos como franquias que pensam em sustentabilidade, o setor livreiro e outros assuntos ligados ao mercado de franquias. Veja trechos das matérias, sendo que no final estão os links de direcionamento para a leitura completa.

Franquias que fazem a diferença quando o assunto é sustentabilidade

Empresas como Grupo Boticário, Acquazero e TRC Sustentável criaram projetos que visam melhorar o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas.

sustentabilidade-empresarial2

Talvez este seja um dos momentos mais importantes para o meio ambiente, já que o assunto sustentabilidade está em pauta, muito em virtude da crise hídrica e dos desastres ambientais que acometem o Brasil e também os demais países ao redor do mundo. As empresas estão de olho e não medem esforços para auxiliar na solução do problema, como por exemplo o Grupo Boticário. Algumas, porém, já nascem com o foco sustentável, como é o caso das franquias Acquazero e TRC Sustentável.

Veja a lista completa e as ações que cada empresa realiza clicando aqui.

O franqueador abrirá uma franquia na minha área de atuação. E agora?

A concorrência deve ser considerada como algo bom, destaca especialista.

NP_LeandroSilva_cred-materia-bruna

É bem comum que existam unidades de uma marca franqueada em uma mesma região. Mas quando um local da cidade possuí apenas uma unidade, e a rede franqueadora abre a segunda pode gerar dor de cabeça ao franqueado mais antigo. E agora com a concorrência? O que fazer? De acordo o professor Leandro César Diniz da Silva, especialista em varejo do Centro Universitário Newton Paiva, isso não deve ser um problema e a concorrência deve ser encarada como um estimulante para desenvolver ainda mais os negócios.

Mas afinal, abrir mais de uma unidade da mesma franquia é legal perante lei? O professor explica que sim. Mas antes da abertura da segunda franquia é necessário verificar no contrato do franqueado antigo se existe essa possibilidade, pois em alguns casos pode ter uma cláusula de exclusividade na região ou área definida no contrato (cláusula raio). Porém, Silva alerta “pode ser que a exclusividade dada foi apenas de região e não da totalidade da cidade! Muito das vezes, o franqueador pode aumentar seus lucros aumentando a área de atuação. O que pode ser ruim para o franqueado não significa que seja ruim para o franqueador”.

A matéria completa pode ser lida aqui.

Lei do Preço Fixo dos Livros pode favorecer o setor é o que acredita a rede BookPartners

A expectativa é de que a Cia dos Livros, marca pertencente ao grupo BookPartners, cresça 20% neste ano, e a expansão se dará principalmente nas cidades do interior.

livraria-fisica-cia-dos-livros-Parque-Shopping-Barueri-Barueri

O mercado de livros está aquecido. No primeiro trimestre deste ano o setor cresceu 1,65%, se comparado com o mesmo período do ano passado, porém ficou abaixo da inflação. Mas espera-se que o mercado livreiro continue avançando no mesmo ritmo. As informações são da pesquisa realizada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e o Instituto de Pesquisa Nielsen, com base nos dados da BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados. Além disso, o ano será agitado para o setor, já que acontecerão durante todo 2015 cerca de 300 eventos literários no Brasil. Dentro deste aspecto, o mercado de franquias ligado aos livros poderá crescer? Sim, poderá, disse Adriana Isidio, Coordenadora de Marketing da BookPartners. A coordenadora falou também sobre o que a marca espera deste ano, quais as expectativas de crescimento e sobre o projeto de lei sobre o Preço Fixo dos livros. Confira abaixo a conversa que tivemos com ela.

Mapa das franquias: De acordo com a pesquisa do SNEL houve um crescimento de 1,65% no faturamento no primeiro trimestre deste ano, porém ficou abaixo da inflação. Vocês sentiram esse reflexo?

Adriana Isidio: Ainda não sentimos reflexo em nosso faturamento, mas foi uma boa surpresa o fato de não termos tido uma queda nas vendas, apesar da economia brasileira já enfrentar crises. Isso mostra que, de alguma forma, já somos reconhecidos no mercado e, ainda, que temos clientes fiéis, mesmo numa época difícil economicamente para o Brasil. Nós crescemos 26% o ano passado e pretendemos manter este ritmo em 2015, preenchendo os gaps que a concorrência tem deixado neste mercado.

A entrevista completa pode ser acessada aqui!

Março de 2015: o franqueado e o franqueador

Padrão

Desde o ano passado presto serviços de freelancer para o site Mapa das franquias. Neste período já pude contar boas histórias e principalmente trazer boas informações para quem busca mais informações sobre o mercado de franchising. Março de 2015 não foi diferente. Entre as matérias, o franqueado e o franqueador foram destaques. Abaixo tem as matérias que foram publicados neste mês. Confira!

Food Trucks em Porto Alegre: veja como funciona a liberação para o funcionamento

Enquanto a PL de alteração da atual legislação tramita na Câmara de Vereadores, os restaurantes móveis se reúnem em eventos que atraem milhares de pessoas.

comida-de-rua-dezembro-de-2014Os food trucks estão fazendo sucesso entre os clientes que estão preferindo fazer as suas refeições na rua e saborear os sabores servidos nos caminhões. Porém, o avanço deste tipo de comércio ainda não foi acompanhado pela legislação. Em Porto Alegre aumentou a procura e também o número de restaurantes sobre rodas, contudo ainda não há uma norma específica para os food trucks. Mesmo assim há regras para o funcionamento. E uma das marcas pensa em expandir os negócios através do ramo das franquias.

O comércio ambulante de alimentos na Capital dos gaúchos segue regras dispostas na Lei Municipal nº 10.605/08 e para funcionar é necessário que possua alvarás de liberação da Secretária Municipal da Produção, Indústria e Comércio (SMIC), da Vigilância Sanitária, sendo que para conseguir este último é necessário realizar um curso de boas práticas, ministrado por instituição homologada junto à Secretaria Estadual de Saúde. Além disso, é necessário que o veículo esteja de acordo com o recomendado para que sejam preparados os alimentos e com a documentação em dia no Detran.

A matéria completa pode ser conferida aqui.

InFlux: uma rede que nasceu para ensinar inglês de maneira diferente

Leal comemora os resultados obtidos pela rede neste começo de ano, mas é cauteloso na meta de crescimento da empresa em virtude da economia brasileira

influx-materia-bruna

A inFlux nasceu há 10 anos, depois que o professor de inglês, e agora presidente da empresa, Ricardo Leal, percebeu que a maioria dos formados nos cursos existentes na época não saíam com fluência na língua, tal como os cursos prometiam. Mas a história da rede de escolas de inglês é mais antiga. Aproximadamente 20 anos atrás, Leal, o irmão Eduardo Leal e o amigo Paulo Tavares abriram uma franquia de um curso de inglês. Durante o período em que tiveram a marca, por uma década, eles abriram mais duas escolas. Porém notavam que a gestão da marca não era boa e cada franqueado fazia o que tinha vontade. Além disso, perceberam que a maioria das escolas de idiomas não oferecia o que os futuros alunos necessitavam: tempo. “Percebíamos no mercado que alguns cursos eram muito longos, algo entorno de 8 anos. Os jovens adultos precisavam de cursos rápidos e quando encontravam não recebiam aquilo que contratavam”, explicou Ricardo.

O presidente lembrou que, muitos jovens fazem curso de inglês, porém apenas 5% dos brasileiros falam fluentemente a língua. “Queríamos mudar esse cenário”, ressaltou. Durante o projeto para a criação da rede, o empresário contou que ele e os sócios decidiram criar uma metodologia de ensino de tempo rápido e que facilitasse a aprendizagem dos alunos. E após anos de estudo, foi por meio da união de duas das mais eficazes abordagens do ensino de línguas, as abordagens Comunicativa e Lexical, que surgiu o método inFlux. O método permite que o aluno aprenda por meio de situações do dia a dia. Além disso, o curso dá ênfase aos itens lexicais (conjuntos de palavras) e não às palavras isoladas e explicações gramaticais.

Leia a entrevista completa clicando aqui.

Qual a melhor forma de encerrar as atividades de uma franquia?

Entre os motivos para a desistência de uma franquia está porque na prática o negócio não corresponde com o cenário apresentado pelo franqueador, falou especialista.

vanessa-gramani

Desistir de uma franquia nem sempre é uma decisão fácil para o franqueado. A atitude requer muitos cuidados, pagamento de multas (em muitos casos) e de certa forma até evitar problemas judiciários. Nós conversamos com a doutora Vanessa Gramani, advogada especialista no mercado de franchising, que explicou como o franqueado pode abrir mão de sua franquia e como a lei protege ele e o franqueador. Confira!

Mapa das franquias: O futuro franqueado pode se arrepender ou desistir, por algum problema, do negócio logo após da assinatura do contrato e antes da abertura da franquia?

Vanessa Gramani: A contratação de uma franquia deve passar, necessariamente (inclusive por imposição legal), pelo recebimento e conhecimento da Circular de Oferta de Franquia (COF). O franqueador, por força do disposto no art. 3º. da Lei de franquias (Lei no. 8955/94) deverá entregar ao candidato a franqueado a COF na qual deve fornecer todos os dados necessários e relevantes sobre o negócio para que a decisão de contratar a franquia seja a mais transparente possível. A Lei determina também que o contrato de franquia não pode ser assinado antes de 10 dias a contar do recebimento da COF (art. 4º.), justamente porque nosso legislador entende relevante que a contratação seja muito bem planejada. Por isso, em tese, após a assinatura do contrato de franquia, o franqueado não pode, sem justo motivo, desistir do negócio, seja antes ou depois da abertura da operação, sob pena de ser obrigado a pagar a multa rescisória do contrato.

A conversa completa pode ser acessada por aqui.

Escutar as ideias do franqueado sobre de produtos/serviços é importante, disse consultor

Croasonho e Quality incentivam que seus franqueados exponham suas sugestões.

materia-bruna

O franqueado muitas vezes está cheio de ideias referentes a serviços e produtos que a marca de sua franquia poderia oferecer aos clientes. Fazer sugestões de novos produtos para o mix é muito importante, pois de acordo com especialista e franqueadores, é o franqueado que está mais próximo do público atendido pela empresa. O consultor Dênis Santini, CEO do Grupo MD, explicou que o franqueador escutar as sugestões dadas pelos franqueados é, sem dúvida, importante, pois é o empresário que está na linha de frente do negócio, lidando diariamente com o cliente.

Contudo, Santini salientou que ao fazer a sugestão de um novo produto é necessário separar dois momentos: o franqueador ouvir a ideia é uma coisa, ele executar o trabalho é outra. Muitas vezes o franqueado pode ficar chateado porque o franqueado não colocou a sua ideia em prática, mas segundo o consultor “o franqueador precisa analisar se o produto ou serviço irá se adequar ao mix existente, se será bem-aceito em todas as regiões que as unidades estão inseridas ou se terá que sofrer algumas alterações de acordo com o publico de cada região”, falou.

Clique e veja a reportagem completa.

Com o crescimento do mercado de franquias evoluir é preciso

Franqueadores do setor de seguros e de tecnologia são enfáticos ao dizer que as marcas precisam desenvolver novos produtos e serviços se não quiserem ficar no passado.

companhias-crescendo

O mercado de franquias cresceu em 2014. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF) no ano passado o setor registrou aumento de 7,7%, com faturamento de R$127, 331 bilhões. Ainda segundo o estudo da ABF, houve expansão de 9,8% das unidades franqueadas em operação em todo o Brasil, ou seja, foram abertas mais de 11 mil unidades. Sendo que também houve o acréscimo no quesito de novas marcas de franquias, foram abertas 2.942 redes, aumento de 8,8%. Com o avanço do setor os franqueados são unânimes em dizer que é preciso inovar para não ficar no passado.

Com 20 anos no mercado e há apenas um ano como franqueadora, a seguradora San Martini percebeu que no último ano a expansão da marca foi maior do que o esperado. Atualmente a rede conta com 104 unidades, sendo que está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Manaus, Teresinha, dentre outras cidades. A escolha pela forma de expandir a rede foi após um estudo e o diretor executivo disse não se arrepender. “O sistema de franquias é sem dúvidas o meio mais rápido e menos oneroso de se expandir uma marca. A expansão em todo o país e ao mesmo tempo a profissionalização e atração de tantos para o promissor mercado de seguros vieram acompanhadas da responsabilidade e seriedade de quem busca um crescimento sustentável dentro das normas vigentes”, salientou Carlos Alexandre Gomes, diretor executivo da rede de franquias San Martin Seguros.

Matéria completa aqui.

Esporte também como destaque

Padrão

O esporte também foi destaque nestes primeiros meses de 2015. Pelo blog Dois Minutos de Handebol publiquei, além de muitas notícias, uma entrevista e uma reportagem bem bacanas. No meu blog pessoal, De cabeça Para Baixo, publiquei uma entrevista que realizei com a paratleta Marleide Silva. Resumo de cada uma das matérias abaixo, sendo que no final de cada texto o link de direcionamento.

Guilherme Valadão conta como é jogar na Espanha e como foi jogar no Mundial

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

~ Matéria publicada em 30 de janeiro de 2015 ~

Um dos destaques da Seleção Brasileira e jogador do Granollers, Guilherme Valadão, 24 anos, é armador esquerdo e um apaixonado pelo handebol. Tanto que superou uma lesão no joelho e trancou as matrículas no curso de Publicidade e Propaganda e no curso de Engenharia para viver o sonho de jogar na Europa. Valadão nos concedeu uma entrevista e conta um pouco sobre a escolha pelo esporte, como é atuar na Espanha e como foi jogar o Mundial Masculino do #Qatar2015. Confira!

2 Minutos – Primeiramente muito obrigada Valadão por aceitar o nosso convite. Conte para os nossos leitores como tu te tornaste jogador de handebol e/ou te fez escolher por seguir este esporte.
Guilherme Valadão – Eu comecei jogando handebol no colégio, antes praticava vôlei, futebol de campo e futsal. Sempre fui muito do esporte. Comecei a jogar em uma aula de educação física e viram que eu tinha altura e força, além de levar um pouco de jeito para o esporte. Meu professor do colégio, por sorte, era técnico de handebol também e insistiu para que eu começasse a treinar e levar mais a sério.

2 Min – Começaste na base do Metodista/São Bernardo, equipe da tua cidade natal, correto?

Guilherme – Comecei jogando pela Metodista, clube no qual atuei por dez anos. Pela facilidade de morar em São Bernardo, estudar e jogar, preferi permanecer ali por muito tempo.

Leia a entrevista completa aqui.

Você conhece o handebol de cadeira de rodas?

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

~ Matéria publicada em 17 de fevereiro de 2015 ~

Você conhece o handebol adaptado? Certamente sim ou já ouviu falar por aqui. Mas o que você sabe da história do handebol de cadeira de rodas (HCR)? Vamos aproveitar o dia de hoje para contar um pouquinho desta história e um pouco das regras da modalidade.

O primeiro registro do esporte é do ano de 2004. Foi um estudo sobre o desenvolvimento e a prática do Handebol Adaptado para pessoas com deficiência. A pesquisa foi elaborada pelos professores Daniela Eiko Itani, Paulo Ferreira de Araújo e José Gavião de Almeida, na Universidade de Campinas (Unicamp-SP). Um ano após, os professores Décio Roberto Calegari, José Irineu Gorla e Ricardo Alexandre Carminato, responsáveis pelo corpo docente do curso de Educação Física da Universidade Paranaense (Unipar Campus Toledo-PR), realizaram uma análise dos estudos sobre o Handebol Adaptado, e isso serviu de abordagem iniciar a prática do Handebol de Cadeira de Rodas com deficientes físicos com lesão medular; sequela de poliomielite; má-formação congênita; dentre outros fatores que causam limitação física e motora.

Reportagem completa acesse aqui.

Conheça um pouco de Marleide Silva – Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

~ Matéria publicada em 11 de março de 2015 ~

Há um tempo atrás tive o prazer de conversar com Marleide Maria da Silva, a primeira triatleta com deficiência visual, do Brasil. Marleide não nasceu cega, perdeu a visão em decorrência a uma doença que atacou a sua retina. Ela não teve medo, mas teve que se adaptar a nova condição. Contou com a ajuda da família e de amigos. Entre os seus principais títulos está a prata no Mundial de Triathlon 2014, o bicampeonato no Brasileiro da modalidade (conquistados em 2013 e 2014), e o ouro no Pan-Americano da modalidade, em 2013. Marleide também compete no paraciclismo e é Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo de Estrada, títulos ganhos de 2008 a 2014.

Só que nem tudo é flores na vida da primeira triatleta deficiente visual da América Latina. Ela precisa de ajuda financeira para poder participar do Campeonato Panamericano de Paratriathlon 2015, em Monterrey, no México. Os interessados em doar, qualquer valor, podem fazer clicando aqui, até 31 de março*.

Conheça um pouco mais da história de Marleide:

Bruna Souza – Eu li que perdeste a visão por causa de uma doença chamada de retinose pigmentar. Como o esporte entrou na tua vida e qual a importância que a prática esportiva teve para a superação deste problema?

Marleide Silva – Sim, é verdade. Eu recebi a notícia que eu perderia a visão, quando aos 22 anos dei à luz ao meu único filho. O médico me informou que isso poderia acontecer dentro de dias, de meses, de anos ou talvez até nunca viesse a acontecer. Então, a cada dia que eu acordava e podia enxergar, eu agradecia a Deus. E Ele foi tão bondoso que atendeu ao meu pedido de não perder a visão antes de poder criar o meu filho. Quando aconteceu, ele já tinha 13 anos. O esporte entrou em minha vida graças ao convite de minha irmã Neide, que também é deficiente visual. Ele já morava em Santos e soube de um projeto chamado Motivação criado pelo sargento Wilson, da polícia Militar, que ensinava diversas modalidades esportivas a pessoas com deficiência. Comecei então a correr, e logo em seguida tomei gosto pela natação também. Por último conheci o ciclismo. Esses dois últimos pelas escolinhas de esportes de Santos. Hoje pratico as 3 modalidades separadamente, e também faço o triathlon. O esporte me fez entender que mesmo com minhas limitações, eu poderia levar uma vida praticamente normal, o que me deu maior segurança e independência.

Entrevista completa aqui.

Fevereiro de 2015: Compra de franquias e investimento no mercado de franchising

Padrão

No segundo mês de 2015 publiquei no site Mapa das franquias reportagens, entrevistas e artigos. Destaco duas: Adquirir uma franquia pelo valor inicial ou pelo faturamento? Ter apoio jurídico antes de assinar o contrato de compra da marca? Confira abaixo parte das reportagens, clique no link indicado no final de cada texto para ler a matéria completa.

Espero que gostem 😉

 

Comparar as marcas pelos valores iniciais ou faturamentos mensais?

Luis Henrique Stockler, sócio-fundador da ba}STOCKLER, falou sobre o que o futuro franqueado deve levar em conta ao escolher a marca de franquia no qual investirá.

LuisHenriqueStockler_Fosco_credito-Christian-Meyn

Dar um novo rumo a careira profissional, decidir abrir o próprio negócio e resolver entrar no ramo das franquias não são escolhas fáceis. Quem quer empreender neste mercado tem muitas dúvidas na hora de escolher marca franqueada. A dúvida de muitos é o que comparar entre as redes: os valores iniciais semelhantes ou faturamentos mensais distintos? O sócio-fundador da ba}STOCKLER, Luis Henrique Stockler, explicou de forma simples como a escolha pode ser feita de maneira segura e eficaz.

Stockler enfatizou que a escolha da franquia não deve ser feita inicialmente pelo investimento, taxas de franquias ou faturamento. Mas sim pela afinidade que o empreendedor tem com a operação. Sendo assim, ele realmente tem que gostar muito do que vai fazer pelos próximos cinco anos no mínimo. “Se ele tiver a certeza de que fez a escolha certa para sua vida ele vai ter muito maior probabilidade de ter sucesso”, contou.

Depois de uma profunda reflexão e a escolha do segmento que quer seguir, o empreendedor pode começar a análise financeira. O sócio-fundador deu a dica: “Primeiro procurando um negócio do tamanho do seu bolso, ou seja, de sua capacidade de investimento, mas respeitando uma simples regra: Nunca investir 100% de seu capital. Minha recomendação é que o investimento não deve ultrapassar a 80% de sua reserva”, e completou, “após ter selecionado pelo menos três diferentes negócios, ele deve começar a comparar todos demais fatores financeiros, sempre em conjunto, faturamento, lucratividade, investimentos na montagem do negócio, taxa de franquias, taxa de marketing e, também, a taxa de royalties. Nada deve ser deixado de lado, ou melhor, tudo o que impacta em investimento e, principalmente, despesas, deve ser considerado”.

Leia a matéria completa clicando aqui!

 

Ter apoio jurídico é essencial para quem pretende abrir uma franquia de maneira segura e tranquila

A advogada Karla Cristina F. Castro falou sobre a importância do empreendedor ter uma consultoria jurídica no momento de entrar no mercado de franchising.

Foto: banco de imagens

Foto: banco de imagens

O empreendedor que pretende entrar no mercado das franquias, já fez a escolha pela marca que quer adquirir e já tem preparação administrativa para tocar o negócio não pode esquecer que abrir uma franquia também envolve questões administrativas. Todo franqueado tem deveres, mas também direitos, e isso deve estar no contrato da compra da franquia. Logo, ter um apoio de um advogado antes do acordo contratual é essencial para quem pretende abrir um negócio com tranquilidade e segurança. A advogada Karla Cristina F. Castro explicou que ter um auxílio jurídico é uma importante etapa para quem busca ter uma empresa de sucesso.

A advogada falou que além do auxílio jurídico, o futuro franqueador deve conhecer a lei que regulamenta o setor de franchising (Lei nº 8.955/94). Porém, Karla destaca que conhecer as normas não basta para quem pretende entrar neste mercado. “Igualmente importante é o futuro franqueado manter-se constantemente informado sobre o setor. A experiência de outros franqueados é um aprendizado muito interessante, pois permite um conjunto de trocas sobre melhoria de atendimento, problemas com consumidores, estratégias de vendas. Por isso, a participação em eventos, feiras, seminários e leituras habituais sobre o varejo e mercado de franchising são muito bem-vindas”, salientou.

Para ela auxílio de um advogado é indispensável no momento da contratação de uma franquia, pois a consultoria jurídica orientará o empreendedor na compreensão do contrato e outros instrumentos específicos do sistema de franchising. Karla explicou o assunto: “A título de exemplo, a cláusula raio estabelecida no contrato de franchising estabelece distâncias mínimas entre as lojas da rede, sua previsão é uma segurança mínima para o futuro franqueado, pois franquias muito próximas poderão afetar de forma significativa o faturamento a ponto de comprometer a viabilidade de seu negócio. Um advogado auxiliará o franqueado nos esclarecimentos das consequências positivas e negativas das disposições contratuais, de modo que o franqueado quando assinar um contrato de franchising terá plena ciência dos riscos e benefícios desta nova empreitada”.

Leia a entrevista completa acessando aqui!

 

Mais matérias de fevereiro Mapa das franquias

* Bancos oferecem linhas de crédito para financiar franquias: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/bancos-oferecem-linhas-de-credito-para-financiar-franquias

* Pensando em comprar uma franquia pronta? www.mapadasfranquias.com.br/noticia/pensando-em-comprar-uma-franquia-pronta

*Verão: época de investir em franquias de vestuário, alimentação e higiene e beleza: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/verao-epoca-de-investir-em-franquias-de-vestuario-alimentacao-e-higiene-e-beleza

* Gigatron cria software para organização de finanças de empresas e famílias: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/gigatron-cria-software-para-organizacao-de-financas-de-empresas-e-familias