Esporte também como destaque

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O esporte também foi destaque nestes primeiros meses de 2015. Pelo blog Dois Minutos de Handebol publiquei, além de muitas notícias, uma entrevista e uma reportagem bem bacanas. No meu blog pessoal, De cabeça Para Baixo, publiquei uma entrevista que realizei com a paratleta Marleide Silva. Resumo de cada uma das matérias abaixo, sendo que no final de cada texto o link de direcionamento.

Guilherme Valadão conta como é jogar na Espanha e como foi jogar no Mundial

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

~ Matéria publicada em 30 de janeiro de 2015 ~

Um dos destaques da Seleção Brasileira e jogador do Granollers, Guilherme Valadão, 24 anos, é armador esquerdo e um apaixonado pelo handebol. Tanto que superou uma lesão no joelho e trancou as matrículas no curso de Publicidade e Propaganda e no curso de Engenharia para viver o sonho de jogar na Europa. Valadão nos concedeu uma entrevista e conta um pouco sobre a escolha pelo esporte, como é atuar na Espanha e como foi jogar o Mundial Masculino do #Qatar2015. Confira!

2 Minutos – Primeiramente muito obrigada Valadão por aceitar o nosso convite. Conte para os nossos leitores como tu te tornaste jogador de handebol e/ou te fez escolher por seguir este esporte.
Guilherme Valadão – Eu comecei jogando handebol no colégio, antes praticava vôlei, futebol de campo e futsal. Sempre fui muito do esporte. Comecei a jogar em uma aula de educação física e viram que eu tinha altura e força, além de levar um pouco de jeito para o esporte. Meu professor do colégio, por sorte, era técnico de handebol também e insistiu para que eu começasse a treinar e levar mais a sério.

2 Min – Começaste na base do Metodista/São Bernardo, equipe da tua cidade natal, correto?

Guilherme – Comecei jogando pela Metodista, clube no qual atuei por dez anos. Pela facilidade de morar em São Bernardo, estudar e jogar, preferi permanecer ali por muito tempo.

Leia a entrevista completa aqui.

Você conhece o handebol de cadeira de rodas?

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

~ Matéria publicada em 17 de fevereiro de 2015 ~

Você conhece o handebol adaptado? Certamente sim ou já ouviu falar por aqui. Mas o que você sabe da história do handebol de cadeira de rodas (HCR)? Vamos aproveitar o dia de hoje para contar um pouquinho desta história e um pouco das regras da modalidade.

O primeiro registro do esporte é do ano de 2004. Foi um estudo sobre o desenvolvimento e a prática do Handebol Adaptado para pessoas com deficiência. A pesquisa foi elaborada pelos professores Daniela Eiko Itani, Paulo Ferreira de Araújo e José Gavião de Almeida, na Universidade de Campinas (Unicamp-SP). Um ano após, os professores Décio Roberto Calegari, José Irineu Gorla e Ricardo Alexandre Carminato, responsáveis pelo corpo docente do curso de Educação Física da Universidade Paranaense (Unipar Campus Toledo-PR), realizaram uma análise dos estudos sobre o Handebol Adaptado, e isso serviu de abordagem iniciar a prática do Handebol de Cadeira de Rodas com deficientes físicos com lesão medular; sequela de poliomielite; má-formação congênita; dentre outros fatores que causam limitação física e motora.

Reportagem completa acesse aqui.

Conheça um pouco de Marleide Silva – Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

~ Matéria publicada em 11 de março de 2015 ~

Há um tempo atrás tive o prazer de conversar com Marleide Maria da Silva, a primeira triatleta com deficiência visual, do Brasil. Marleide não nasceu cega, perdeu a visão em decorrência a uma doença que atacou a sua retina. Ela não teve medo, mas teve que se adaptar a nova condição. Contou com a ajuda da família e de amigos. Entre os seus principais títulos está a prata no Mundial de Triathlon 2014, o bicampeonato no Brasileiro da modalidade (conquistados em 2013 e 2014), e o ouro no Pan-Americano da modalidade, em 2013. Marleide também compete no paraciclismo e é Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo de Estrada, títulos ganhos de 2008 a 2014.

Só que nem tudo é flores na vida da primeira triatleta deficiente visual da América Latina. Ela precisa de ajuda financeira para poder participar do Campeonato Panamericano de Paratriathlon 2015, em Monterrey, no México. Os interessados em doar, qualquer valor, podem fazer clicando aqui, até 31 de março*.

Conheça um pouco mais da história de Marleide:

Bruna Souza – Eu li que perdeste a visão por causa de uma doença chamada de retinose pigmentar. Como o esporte entrou na tua vida e qual a importância que a prática esportiva teve para a superação deste problema?

Marleide Silva – Sim, é verdade. Eu recebi a notícia que eu perderia a visão, quando aos 22 anos dei à luz ao meu único filho. O médico me informou que isso poderia acontecer dentro de dias, de meses, de anos ou talvez até nunca viesse a acontecer. Então, a cada dia que eu acordava e podia enxergar, eu agradecia a Deus. E Ele foi tão bondoso que atendeu ao meu pedido de não perder a visão antes de poder criar o meu filho. Quando aconteceu, ele já tinha 13 anos. O esporte entrou em minha vida graças ao convite de minha irmã Neide, que também é deficiente visual. Ele já morava em Santos e soube de um projeto chamado Motivação criado pelo sargento Wilson, da polícia Militar, que ensinava diversas modalidades esportivas a pessoas com deficiência. Comecei então a correr, e logo em seguida tomei gosto pela natação também. Por último conheci o ciclismo. Esses dois últimos pelas escolinhas de esportes de Santos. Hoje pratico as 3 modalidades separadamente, e também faço o triathlon. O esporte me fez entender que mesmo com minhas limitações, eu poderia levar uma vida praticamente normal, o que me deu maior segurança e independência.

Entrevista completa aqui.

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