O planejamento garante a sobrevivência das franquias mesmo com a crise econômica

Padrão

Meu último texto para o site Mapa das franquias foi sobre como as franquias podem sobreviver a este período de instabilidade econômica que o Brasil vive neste momento. Nesta matéria conversei com o professor universitário Guilherme Castanheira, especialista em gestão. Abaixo está a reportagem.

O planejamento garante a sobrevivência das franquias mesmo com a crise econômica

Traçar estratégias é essencial para o empreendedor que deseja o sucesso, independente se a franquia é de marca tradicional ou nova no mercado.

plano20150901

~ publicada em 1 de setembro de 2015 ~

Mesmo com o período de instabilidade econômica o mercado franquias segue em expansão. No primeiro trimestre deste ano o setor cresceu 9,2%, segundo dados a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Mas as marcas mais fortes e conhecidas levam vantagem? Isso depende do planejamento estratégico de cada empresário e de cada rede, falou Guilherme Castanheira, professor de empreendedorismo e plano de negócio na Univiçosa, em Minas Gerais.

Em um momento de crise econômica as expectativas de negócios são diferentes, no entanto nem sempre as marcas mais tradicionais terão vantagens frente as novas. Castanheira explicou que o consumidor adapta os seus costumes, e não os deixa de fora da sua rotina. Assim, as marcas mais tradicionais podem ter mais lucros, o que não impedirá que as menos conhecidas obtenham bons resultados, já que tudo dependerá das estratégias usadas. “O que as pessoas querem é rapidez no atendimento, confiança, um ambiente legal e preços que caibam em seus bolsos, quem consegue se adaptar a isso tem sucesso”, ressaltou.

Guilherme disse que com a recessão os empreendedores devem focar nas estratégias de suas empresas, ver o que está mudando no mundo dos negócios, traçar novos planos, se for necessário.

Sobre o crescimento do setor de franquias e do aumento de unidades abertas, Castanheira lembrou que no Brasil as microfranquias já são realidades e crescem a cada ano, muito em virtude do baixo investimento nas marcas. Com o mercado de trabalho sentindo fortemente a crise, no qual muitos trabalhadores perdem suas ocupações, o empreendedorismo ganha. Aquela pessoa que ficou desempregada, por exemplo, pega o seu fundo de garantia e investe no próprio negócio. “Antes isso era tido como ruim, pois o trabalhador ficava sem emprego e montava no quintal da casa o seu negócio. Contudo, hoje é bem diferente. Ser empreendedor é uma opção de carreira profissional. O empresário abre a sua empresa, mas ele estuda antes, faz cursos, busca por informações e investe, em muitos casos, em franquias”, explicou Guilherme que continuou “claro que algumas partes do mercado vão sofrer com a recessão, mas outros não, e o otimismo vem desta última ideia”.

O impacto da crise econômica atinge a todos, independente se a marca é mais conhecida ou é nova. Entretanto os reflexos podem ser menores naqueles que utilizam corretamente algumas ferramentas de gestão. “No momento é hora do empresário fazer o dever de casa, é imprescindível. Veja o caso do Bob’s. Com a queda do faturamento, os responsáveis estudaram a empresa, planejaram, reformularam a gestão e a marca, e hoje retomaram o sucesso”, ressaltou o especialista.

Além disso, não existe um setor do franchising que terá mais êxito que o outro. Castanheira lembrou que anos atrás era impossível pensar em lavagem de carro a seco, porém com o problema da falta d’água, as franquias deste tipo de lavagem são muito buscadas pelos consumidores. “O sucesso de uma franquia, mesmo durante a instabilidade econômica não depende apenas da marca. É preciso saber se o empreendedor gosta do que faz, se o produto ou serviço oferecidos são bem-aceitos na região, e principalmente, se o planejamento está sendo executado e atualizado”, concluiu Guilherme.

Simplicidade e carinho como coisas de mãe

Padrão

A crise econômica não abalou as vendas da Bolo da Madre que dobrou o número de vendas, de faturamento e pretende chegar a 100 franquias nos próximos anos.7

bolodamadre

~ publicado em 14 de agosto de 2015 ~

Com quase dois anos de vida a franquia Bolo da Madre já consegue bater recordes e superar as expectativas e objetivos planejados no começo da marca. A simplicidade e jeito de casa da mãe são vendidos junto com os bolos. “Vendemos sensações, atenção e carinho”, ressaltou Fernanda Castanheda, cofundadora da Bolo da Madre.

A Bolo da Madre nasceu da parceria de duas pessoas, e quase que por acaso. Daniela Schiavo, sócia da marca e também criadora, era aluna da academia onde Fernanda possui uma franquia. Em uma conversa, Daniela contou sobre os preparativos para a festa de aniversário do filho, mas da decepção com o bolo. A festa seria simples, daquelas com docinhos, cachorrinho-quente e refrigerante, por isso, ela queria um bolo simples. Só que quando a encomenda chegou veio todo enfeitado e nada tinha a ver com o tema da comemoração, nem com o que foi pedido por Daniela, contou Fernanda, que acabou fazendo um bolo para o aniversariante. A partir daí nasceu o conceito de simplicidade e carinho, e a Bolo da Madre começou a ser planejada.

Por possuir junto com o marido 19 franquias, da marca Max Place Lavete, Castanheda acredita que isso foi fundamental para montar o projeto da rede de bolos. “A minha experiência como franqueada foi essencial para olhar o nosso franqueado, saber quais são as suas dificuldades, e principalmente, para a rede não desagradá-los. A proposta é que eles prestem bem o serviço, mas para isso precisam ter na retaguarda uma equipe para dar suporte. Logo, a nossa base é muito importante”, explicou a empresária.

Fernanda salientou que o franqueado da Bolo da Madre tem que ir além do financeiro. Segundo ela não basta que ele tenha dinheiro para investir na marca, mas deve ser uma pessoa esclarecida, que conheça o mercado e a linguagem comum aos empresários, afinal ele será o líder da sua equipe, que contará com pessoas que façam os bolos e as vendas. Os produtos vendidos pela Bolo da Madre são feitos nas franquias, utilizam ingredientes naturais, logo, o tempo de vida dos bolos são curtos, o que impossibilitaria serem feitos pela matriz da rede.

A concorrência não é uma coisa que preocupa a Bolo da Madre. “Eles são essenciais para o negócio, contudo preferimos manter o foco no nosso business. O nosso conceito de marca é diferente. Vendemos sensações e ela é importante para nos impulsionar a fazer melhor”, comentou.

A crise econômica que o Brasil está vivendo não é um problema para as franquias da Bolo da Madre. A empresária enfatizou que rede dobrou em faturamento e em número de bolos vendidos, neste ano. Em 2014 fechou com o 2,5 milhões a mais no caixa. Além disso, o sucesso também reflete no número de franquias abertas. Em um ano e meio a marca já possuí 22 unidades em funcionamento, sendo uma própria, em Jundiaí, São Paulo. O planejamento prevê abrir 100 franquias dentro do prazo de quatro anos.

Perguntada se está satisfeita com os resultados que a Bolo da Madre está demostrando, Fernanda respondeu: “sim, e bem grande. É a nossa essência. É bom saber que trazemos alegria aos clientes e aos franqueados. Fizemos tudo com as nossas mãos, cuidamos de todos os detalhes, são mais que bolos, são coisas de mãe”.

A entrevista pode ser lida também: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/simplicidade-e-carinho-como-coisas-de-mae

Agosto de 2015: dedicação nas franquias home-based e quando a franquia não dá retorno foram assuntos no Mapa das Franquias

Padrão

Em agosto de 2015 dois assuntos cerca a administração de franquias: o que é preciso o empreendedor ter para conseguir manter uma home-based, e o que o franqueado pode fazer quando o empreendimento não dá o retorno financeiro prometido. Sobre estes dois temas tive o prazer de reportar e sanar que certamente os leitores têm. Confira trechos de cada reportagem, lembrando que ao final de cada texto a o link para quem estiver com vontade de ler o material completo.

Dedicação e disciplina são essenciais para quem quer ter uma franquia home-based

O custo fixo e de investimento baixos atraem empreendedores, mas todos possuem o perfil desejado para investir neste mercado?

homebased

As franquias home-based são ideais para quem busca ter uma empresa com custos fixos baixos e que dá uma certa liberdade. Mas para adotar este tipo de trabalho é necessário dedicação e disciplina. E o mercado, também conhecido como microfranquias, tende a crescer no Brasil. Só em 2014 o setor avançou 15%, e neste ano a perspectiva é ainda maior, visto que a modalidade empresarial está sendo reconhecida. Além disso, a crise econômica que o país vive atualmente também influencia os empreendedores a investir no home-base, pois o investimento é baixo e o retorno financeiro acaba se tornando rápido, de acordo com o Master Franqueado, responsável pela venda das franquias no Brasil da WSI Consultores, Marcelo Cruz.

A grande vantagem de investir em uma franquia home-based é o custo fixo baixo. Já que não há a necessidade de um escritório e de uma secretária, explicou Cruz que ainda disse que outra vantagem está no custo nulo de deslocamento, quando se trabalha em casa não é necessário ir até a empresa, ele pode ir direto até o cliente, isso gera uma economia, que no final do mês faz uma grande diferença.

Contudo, não se deve confundir uma microfranquia com uma empresa de menor porte e menos concorrente. “As pessoas confundem a home-based com um negócio pequeno, mas não é. Hoje, por exemplo, nossos franqueados faturam US$ 1 milhão por ano, sem sair de suas casas. Um problema é que ainda os clientes preferem ver a estrutura da empresam, mas essa é uma visão que muda aos poucos”, salientou Marcelo.

Veja a entrevista completa em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/dedicacao-e-disciplina-sao-essenciais-para-quem-quer-ter-uma-franquia-home-based

A franquia não dá o retorno financeiro prometido pela franqueadora. O que fazer?

Especialista explica o franqueado deve se proteger no momento de assinar o contrato.

papo_problemafinanceiro

Muitos franqueados contam que quando pesquisaram sobre a marca escolhida, viram o anúncio e conversaram com o franqueador receberam a notícia que o retorno do investimento seria rápido. Encantados pela proposta, e a fim de receber de volta tudo que foi gasto com a abertura da franquia rapidamente, muitos empreendedores acreditam, mas só percebem que foram enganados depois que a unidade já está em operação. Neste caso, o que o franqueado pode fazer? Será que existe franquia com faturamento e sucesso rápido? Como o empreendedor poderá se proteger de ser enganado? Essas questões foram respondidas por Alberto Lima Leite, analista financeiro e especialista em franquias. Confira abaixo a conversa que tivemos com ele.

Mapa das franquias: O franqueado não está tendo o retorno financeiro que foi prometido na abertura da franquia. O que ele pode fazer?

Alberto Lima Leite: Todo o relacionamento comercial entre franqueador e franqueado deve ser normatizado segundo definições da Lei de Franchising 8.955/94 e mais especificamente dos direitos, deveres e informações gerais contidas na Circular de Oferta de Franquia, emitida pelo Franqueador e homologada pelo Franqueado.

Para que o franqueado possa tomar uma atitude legal contra o franqueador é imprescindível que o assunto relativo a reclamação esteja definido na Circular de Oferta de franquia (COF). É comum vermos peças de propagandas de franquias com informações acerca do tempo de retorno do investimento, que muitas vezes têm um peso considerável na decisão pelo candidato à franquia, mas que se não estiverem definidas na COF, não poderão embasar ações judiciais reclamando compensações ou reparações financeiras.

O franqueado deve ter do franqueador um suporte de acompanhamento e orientações de gestão que evite prazos de retorno mais longos, e sim, a garantia de que ocorrerão conforme anunciados. A melhor alternativa nesses casos é levar o assunto ao Franqueador e tentar obter prorrogações/diminuições de pedidos de produtos, prorrogações de pagamentos de títulos, devolver itens com altos estoques ou quaisquer outras medidas que lhes permitam incrementar seu fluxo de caixa e antecipar o retorno do seu investimento.

Mapa das franquias: O franqueado poderá planejar ações a longo prazo para conseguir aumentar o faturamento tranquilamente?

Alberto Lima Leite: Há uma regra de ouro que deve estar sempre presente na mente do franqueado: ele e somente ele é o grande gestor do negócio e por isso mesmo, o único responsável por seu sucesso ou fracasso. Um sistema de franquia lhe oferece uma marca de produto ou serviço, um método de trabalho ou uma tecnologia para que se integre a essa força de vendas, diz o que fazer e como fazer, porém é o franqueado que vai dar vida a essas ações e nesse objetivo ele pode fazer o que sua experiência e competência permitirem, desde que não agrida o que ficou acertado na COF.

Mapa das franquias: Vira e mexe franqueados reclamam que quando vão atrás de uma franqueadora o que lhes é dito é uma coisa, mas depois da empresa aberta a realidade é outra. Antes de fechar o contrato, como o franqueado pode ser proteger e não ser enganado?

Alberto Lima Leite: Volto a frisar a necessidade imperiosa da contratação de um consultor especializado. Lamentavelmente esses fatos ainda ocorrem especialmente nas franquias de até terceira geração.
Nas franquias de quarta geração, além dos requisitos formais da franquia de negócio formatado, os franqueadores passam a se diferenciar entre si pela qualidade do sistema e da prestação de serviços à rede, como treinamentos periódicos, reuniões previamente agendadas com os franqueados, possibilidade de recompra de unidades, apresentação e avaliação de relatórios e, sobretudo, uma maior participação dos franqueados nas decisões tomadas pelo franqueador nas ações que digam respeito a toda rede, o que, no entanto, se pode verificar, na prática, já existir nas franquias de terceira geração.

A entrevista completa pode ser lida em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/a-franquia-nao-da-o-retorno-financeiro-prometido-pela-franqueadora-o-que-fazer

Julho de 2015: handebol no Pan-Americano, no Universíade e no Mundial Júnior

Padrão

Julho de 2015 foi intenso para o handebol brasileiro. As duas Seleções Brasileiras principais participaram do Pan-Americano de Desportos, realizado em Toronto no Canadá. Já as Seleções Brasileiras Universitárias foram para a Coréia do Sul tentar uma das medalhas no Universíade de Verão. Aqui no Brasil, mais especificamente Minas Gerais, aconteceu o Campeonato Mundial de Handebol Masculino Júnior. Abaixo algumas das ações que nós do Dois Minutos realizamos para cobrir as três competições internacionais.

Pela primeira vez o handebol do Universíade de Verão

Seleção Brasileira em partida/ Foto: Marcello Zambrana- Fotojump

Seleção Brasileira em partida/ Foto: Marcello Zambrana- Fotojump

O ano de 2015 foi especial para o handebol universitário, já que nesta edição foi a primeira vez que o esporte fez parte do Universíade de Verão, considerado as Olimpíadas dos Desportos Universitários. A expectativa de que para o Brasil viria medalhas era grande, pois as Seleções haviam conquistado o ouro e a prata no Mundial, no feminino e no masculino, realizado no ano passado.

O Universíade 2015 foi realizado na província sul-coreana Gwangju de 2 a 14 de julho, sendo que a festa de abertura foi realizado no dia 3. No handebol as partidas começaram a ser disputadas no dia 6, sendo que no feminino o embate brasileiro foi contra o Chile. No masculino, os brasileiros encararam os suíços.

Não realizamos a cobertura minuto a minuto da competição. Mas no blog houve a cobertura das partidas e crônicas dos jogos. A Seleção Brasileira Feminina ficou com a quinta colocação, já o Brasil Masculino ficou com o sétimo. O título das meninas ficou com a Rússia, e nos meninos ficou com Portugal.

Todo o material poderá ser visualizado clicando aqui.

Universíade 2015 teve Festa de Abertura nesta sexta-feira

universiade

Esta sexta-feira, 3 de julho, teve a festa de abertura do Universíade de Verão, em Gwangju, na Coréia do Sul. Participaram delegações de diferentes países e os atletas demostraram animação. O evento foi realizado no Park Chanho. A torcida lotou o estádio e viu uma belo espetáculo de luzes e cores.

A Seleção Brasileira Feminina chegou hoje a tarde, pelo horário de Brasilia, a cidade coreana. Boa parte da delegação brasileira já está na cidade e participaram da festa de Abertura.

Veja as fotos em: handebolminuto.wordpress.com/2015/07/03/universiade-2015-tem-festa-de-abertura-nesta-sexta-feira/

Pan-Americano #TO2015 com Brasil campeão no masculino e no feminino

Seleção Masculina comemora o título/Foto: CBHb

Seleção Masculina comemora o título/Foto: CBHb

O handebol no Pan-Americano começou no dia 16 de julho, com a partida feminina, entre Brasil e Porto Rico, e se encerrou com a frenética partida entre Brasil e Argentina, pelo masculino, no dia 25 do mesmo mês.

Além das crônicas das partidas no blog, também realizamos a cobertura das partidas das Seleções Brasileiras pelo Twitter/dois_min, através da hashtag #TO2015 e #Toronto2015.

Como não houve transmissão televisiva dos jogos na primeira fase, realizar o minuto a minuto não foi uma tarefa fácil. Não estávamos no Canadá, e sim, em Porto Alegre. A opção para conseguir acompanhar os duelos foi ver de perto as atualizações dos placares, e ficar atentas a tudo que a torcida local e a organização divulgavam nas redes sociais. Foi complicado, mas foi bem bacana de fazer.

Todo o material relacionado ao Pan-Americano de Toronto pode ser visto clicando aqui.

Abaixo trecho da crônica da final feminina BRA x ARG:

BRASIL é PENTA do Pan-Americano #TO2015!

bra e arg

A Seleção Brasileira Feminina é Pentacampeã do Pan-Americano. A Seleção conquistou o ouro na edição #TO2015. Mas não pense que vencer a Argentina, por 25 a 20, foi fácil, porque não foi. As hermanas jogaram muita bola, mas tecnicamente o Brasil foi superior e o resultado vimos no final do jogo. Como o Brasil garantiu a vaga nas Olimpíadas #Rio2016, já que é o País sede, a vaga das Américas ficou com a Argentina.

A Argentina abriu o placar e a vantagem. O Brasil bem que tentava, mas após o segundo gol não conseguia marcar. O ataque era rápido, porém as finalizações não eram bem executadas ou esbarravam na goleira argentina. Enquanto isso, a Argentina aumentava o placar (7-2). Após um tempo técnico, pedido pelo treinador da Seleção Brasileira Morten Soubak, as brasileiras reagiram, superando o principal erro, o buraco na defesa. Deoníse reabriu o placar a favor do Brasil, e assim a Seleção Brasileira voltou a encontrar o gol. Babi fechou o gol, Alexandra Nascimento, Ana Paula e Fernanda foram peças chaves para que o Brasil conseguisse encostar e diminuir a vantagem para apenas um gol (7-8).

As argentinas tinham ao seu favor a raça, e não desistiram. Eram bem postadas na defesa, mas tinham buracos. A arbitragem errou a favor delas, e contra também. O duelo estava se equilibrando. Amanda empatou para o Brasil (8-8), e Mendoça desempatou (8-9). Mas a reação do Brasil não havia parado, pelo contrário, com ações rápidas no ataque, no rebote e no contra-ataque, a Seleção Brasileira conseguiu virar o placar a seu favor, com o gol de Tamires Morena (10-9). Foi quando o gol lá e gol cá, bola na trave e bola defendida aconteceu. Tanto que a partida foi para o intervalo empatada. Placar parcial: BRA 12 x 12 ARG.

Veja mais: handebolminuto.wordpress.com/2015/07/24/brasil-e-penta-do-pan-americano-to2015/

Mundial Júnior: França campeã

Final Dinamarca e França/ Foto: IHF

Final Dinamarca e França/ Foto: IHF

O Mundial Júnior Masculino 2015 aconteceu em Uberaba e Uberlândia, em Minas Gerais, de 19 de julho a 2 de agosto. Depois de muita polêmica envolvendo a competição no Brasil, os dias de jogos foram suficientes para mostrar que mesmo com o prazo apertado era possível fazer uma competição espetacular. A torcida mineira estava de parabéns. Lotaram os ginásios, algo raro de acontecer no País.

Já as partidas foram intensas, com seleções bem preparadas e que mais pareciam equipes adultas. A Seleção Brasileira fez um Mundial bastante equilibrado, sendo qe boa parte do elenco nem tinha idade para estar ali, muitos integram a seleção juvenil. Brasil ficou com o décimo lugar.

Depois de ver nos play-off Qatar e Egito, duas equipes fora do eixo europeu, a final foi bastante previsível: França x Dinamarca, vitória e título dos franceses, por 24 a 26.

A equipe Dois Minutos, composta por Tábata Machado e eu, teve que se virar para conseguir acompanhar todas as partidas do Brasil. Cobrimos os jogos da Seleção Brasileira no minuto a minuto, no Twitter, através da hashtag #MundialJr2015 e #MinasGerais.

As principais notícias e crônicas podem ser vistas aqui.

De virada e no sufoco, Brasil vira e vence o primeiro jogo do Mundial Júnior

Mundial jr

A Seleção Brasileira jogou com a tradicional camiseta amarela, a japonesa com a vermelha. O peso da estreia atrapalhou os jovens brasileiros que erraram muito, perderam no primeiro tempo. Porém, após conversas com o treinador Helinho, de certa maneira algumas broncas, o Brasil melhorou em quadra, durante o segundo tempo, e assim virou o jogo, vencendo o Japão, de virada, no sufoco, por 31 a 30.

O Centro Olímpico de Uberaba estava cheio. A torcida não parava de antar, torcer, vibrar. Vaiavam os japoneses sempre que eles pegavam a bola. Foram o oitavo jogador, importantes para a virada brasileira. Foi bonito de ver. O Brasil começou mal o jogo, errava passes. A ágil seleção japonesa, bem mais tranquila, conseguiu impor o ritmo de jogo, fugia com facilidade da marcação e chegava fácil ao gol. Porém, o Brasil não desistia, tentava acertar os passes e sempre que era possível marcavam gols. No final do primeiro tempo, a diferença a favor do Japão chegou a dois gols, mas antes do intervalo os brasileiros conseguiram diminuí-la para apenas um. Placar parcial: BRA 14 x 15 JAP.

Leia a crônica completa: handebolminuto.wordpress.com/2015/07/19/de-virada-e-no-sufoco-brasil-vira-e-vence-o-primeiro-jogo-do-mundial-junior/

Julho de 2015: pizzas, feira da ABF, internacionalização do Giraffas e as franquias da moda

Padrão

Julho de 2015 foi bem agitado para essa jornalista que lhes escreve, mas neste post irei focar apenas nas matérias que envolvem os negócios e o que foi publicado no site Mapa das Franquias. No sétimo mês do ano tive o prazer de contar boas histórias e conversar com diferentes empresários. Os destaques foram: mercado de pizzas, a internacionalização do Grupo Giraffas, os resultados para os franqueadores que expuseram pela primeira vez ABF Franchising EXPO, realizada em São Paulo (SP). Assim como nos demais meses, aqui estarão trechos e ao final o link de direcionamento para quem estiver interessado em ver o conteúdo completo.

O mercado de pizza segue aquecido mesmo com o período de crise brasileira

Patroni investe em inovações, lança novo cardápio, mantém qualidade das pizzas e cria novo modelo de franquias para acompanhar inovações sociais.

pizza

O mercado de pizza segue aquecido mesmo com o período de recessão que o País vive. De acordo com o Sebrae, em 2014, o Brasil contava com cerca de 15 mil pizzarias, sendo que o setor movimentou cerca de R$ 22 milhões por dia. Com uma alta concorrência, o indicado é que as empresas não invistam apenas na baixa dos preços, mas inovem, seja nas receitas, nas embalagens ou nos serviços. O mercado de franchising segue essa tendência. Redes, como a Patroni, se renovam para manter os clientes, atrair novo público e não perder o faturamento.

Rubens Augusto Júnior, presidente da Patroni, explicou que a empresa tem inovado, para acompanhar as mudanças sociais que o País vive e consiga se manter ativa, mesmo no período de instabilidade econômica. A primeira alteração foi da identidade visual da Patroni. Depois, remodelou-se o cardápio oferecido nas unidades da rede, no qual o novo modelo é composto por um mix de pratos apurados e mais simples para facilitar a decisão final do cliente, já que assim a eficiência do atendimento é mantido, e as pizzarias mantém o faturamento.

Um dos destaques da reformulação do cardápio foi a atualização das parcerias, que englobam ações fixas e sazonais, que são trabalhadas em diferentes períodos ao longo do ano. Na primeira ação o produto em parceira com a Unilever é o Grill Don Patroni com arroz cremoso Hellmann’s, composto por arroz cremoso Caprese, frango ou carne grelhados com salada Patroni e mais dois acompanhamentos. Outra opção, é o Bife com Fritas. O prato é composto por um suculento bife acompanhado da exclusiva batata rústica da McCain e acompanhamentos à escolha do cliente. E também, a extensão da linha dos famosos parmegianas da rede, com leitura de sabores de pizza, como o Parmegiana Pepperoni.

Mesmo com as inovações, as pizzas seguem sendo o carro-chefe da rede, sendo que o maior diferencial da Patroni é “o carinho na elaboração de uma pizza verdadeiramente artesanal, massa preparada e aberta na hora na frente do cliente, e assadas em forno a lenha. A forma de fazer pizzas como nos velhos tempos, preservando a qualidade do produto e culinária caseira”, ressaltou Rubens Augusto Júnior.

A Patroni não modificou apenas o cardápio, como também alterou o modelo de negócios. Durante a ABF Franchising Expo 2015, realizada em junho, a rede apresentou um novo modelo de franquia: A Patroni Expresso. O modelo é 63% menor, se comparada com a Patrono tradicional, tem o atendimento mais rápido, e no cardápio as pizzas conhecidas pelo público, serão vendidas por fatias, além da venda de hot dog, salgados e sorvetes. O investimento também é menor, por volta de R$ 150 mil, abaixo dos demais modelos.

Leia mais em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/o-mercado-de-pizza-segue-aquecido-mesmo-com-o-periodo-de-crise-brasileira

Empresários comemoram resultados da ABF Franchising Expo

Responsáveis pela Feira destacam que o mercado de franquias se mantêm aquecido mesmo com a economia brasileira passando por dificuldades.

abf-expo-publico-3-2015
Em junho aconteceu em São Paulo, Capital, um dos maiores eventos relacionados ao mercado de franchising, ABF Franchising Expo. Nesta 24ª edição da Feira, 480 marcas brasileiras e internacionais foram expostas, sendo que destas 78 participaram pela primeira vez. O resultado foi positivo, de acordo com os empresários. A Ice Cream, por exemplo, foi para o evento com o intuito de ser conhecida, mas saiu de lá com empreendedores interessados na rede. Além disso, o balanço feito pela própria Associação indicou que a crise econômica não está abalando o setor de franquias, pelo contrário.

A ABF Franchising Expo foi realizada dos dias 24 a 27 de junho. Bateu recorde de visitantes, já que a estimativa foi de que 64 mil pessoas circularam pela Expo Center Norte, local onde foi realizada a Feira. O aumento de público, de marcas participantes e dos interessados em abrir franquias demostrou que o mercado não está sentindo os reflexos da crise econômica brasileira. Juarez Leão, diretor de Treinamento, Cursos e Eventos da ABF, explicou “o mercado de franchising já vinha demonstrando sinais de resiliência com crescimentos nominais expressivos em 2014 e no primeiro trimestre de 2015. O movimento verificado na feira é mais um forte indicativo de que o empreendedor brasileiro considera o sistema de franquias seguro e uma opção viável de investimento de médio e longo prazo frente ao atual panorama econômico”.

Das marcas que participaram pela primeira vez, nos conversamos com algumas e abaixo demostramos um pouquinho de três delas, que além de serem novatas na Feira também possuem pouco tempo de vida e investem no setor de franchising: Ice Creamy, Amabilità e Água Inmaculada.

Leia o que cada empresário disse em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/empresarios-comemoram-resultados-da-abf-franchising-expo

Investir em franquias com produtos da moda é seguro?

Existem riscos altos e vantagens apontou especialista em franchising em entrevista.

duvidas

Produtos entram e saem de moda. O mercado de franquias não está de fora. Mas investir em marcas que são top no momento é seguro? O especialista em franquias, Leandro Silva, coordenador do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário Newton Paiva, acredita sim, apesar dos riscos, desde que sejam tomadas medidas, projeções a longo prazo e também se realize estudos prévios de clientes. Um produto mesmo que fora de moda pode cair gosto do consumidor.

Além disso, a segmentação de produtos e serviços atrai um nicho específico de clientes e isso pode manter a empresa mesmo em períodos de crise, desde que com cuidados. Confira a conversa que tivemos com o professor Silva.

Mapa das franquias: Muitos produtos estão em foco no momento e atraem clientes e também empreendedores que acabam investindo nas vendas destes produtos. Exemplos são as boutiques de carnes, joalherias, cervejarias artesanais, restaurantes especializados em ceviche e etc. Quais os riscos de abrir uma franquia que é especialista apenas em produtos específicos?

Leandro Silva: Primeiramente temos que entender que, qualquer segmento que seja baseado em uma moda ou modismo, tem que ter um retorno dos investimentos em curtíssimos prazos! A própria palavra já determina: é moda, algo que tende a ser passageiro. Por isso, na minha opinião, eu não colocaria um centavo antes de ter 150% de que o retorno será antes de um prazo de dois anos. Se possível, antes de um ano. Uma outra observação que temos que ressaltar é o fato de que segmentos especializados são, na verdade, nichos de mercados. E uma das coisas que sempre me preocupa neste segmento é se existe, de fato, um número de clientes na localidade que poderá gerar uma demanda real e garantir a liquidez da empresa.

Mapa das franquias: Quais os ricos que o empreendedor tem ao adquirir uma franquia da moda?

Leandro Silva: Além dos riscos anteriormente ressaltados, ficar endividado ou ir a falência!

Mapa das franquias: Quais as vantagens que o empreendedor tem ao adquirir uma franquia da moda?

Leandro Silva: Primeiro, por ser da moda, é um produto ou serviço que está entre as tendências de mercado e normalmente estes tipos de produtos ou serviços atraem clientes por si só. Assim, a possibilidade de ter de desbravar mercado é bem menor e a possibilidade de retorno inicial ser maior, é bem factível. Esta é a maior vantagem, já que, alguns investimentos na captação e desbravamento de novos mercados será bem menor do que uma franquia tradicional!

Confira a entrevista completa: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/investir-em-franquias-com-produtos-da-moda-e-seguro

Rede Giraffas internacionalizou a marca e hoje tem 10 unidades no EUA

O interesse em investir em franquias no exterior aumentou em virtude da situação econômica brasileira. Mas há desafios em abrir uma unidade fora do País.

giraffas

O Giraffas foi criado em 1981, em Brasília, hoje é uma rede multinacional com 410 restaurantes espalhados pelo Brasil e Estados Unidos. Em 1991 a marca entrou no mercado de franchising e em 2011 tornou-se sócia da Tostex. A primeira unidade em solo norte-americano foi aberta no mesmo ano. Expandir para fora do Brasil foi uma forma que o Giraffas encontrou de entrar no maior mercado consumidor de fast-food, conhecer as tecnologias que cercam este segmento, conhecer como funciona a concorrência e trazer para a empresa, no Brasil, essa experiência. Além disso, com a economia em crise, muitos empreendedores estão pensando em abrir uma franquia no exterior. Eduardo Guerra, diretor de Expansão do Grupo Giraffas, conversou conosco e falou sobre a internacionalização da marca.

Em 2006 o grupo Giraffas começou a estudar o mercado norte-americano e cinco anos depois foi inaugurada a primeira unidade, na Flórida (EUA). Guerra salientou que o principal desafio da rede foi “conseguir formatar um conceito que tivesse a essência da nossa marca, que é a brasilidade, e com aderência aos consumidores americanos. Isso faz com que tenhamos capacidade de crescimento em escala dentro dos EUA. E nosso caminho demonstra que temos tido sucesso nesse quesito”.

A expansão internacional do Giraffas tem como foco no momento apenas dos Estados Unidos. Claro que ir para outro país traz alguns problemas, principalmente culturais e econômicos. “A implantação de um negócio em um local bem diferente daquele a que estamos habituados traz alguns transtornos. Ultimamente temos convivido com a alta do dólar, isso faz com que a demanda de investimento em real seja maior. É necessário se adaptar a isso e criar condições para manter a expansão e resultado mesmo dentro desse cenário”, explicou o diretor.

Enfrentar a concorrência dos fast foods norte-americanos exigiu que se estudasse o mercado local e o público-alvo. Assim, desenhou-se um novo modelo de negócio: o Fast Casual, um formato de restaurante que une a agilidade do fast-food a um ambiente mais aconchegante e serviço em mesa. “Esse é o segmento que mais cresce nos EUA. Apesar da mudança de segmento, nosso DNA ainda é o tradicional arroz e feijão e no corte de carne mais conhecido no Brasil, a picanha. Outro ponto importante é a hospitalidade típica brasileira, um grande trunfo para concorrer com as redes locais. Também possuímos no cardápio uma variedade de saladas e também café da manhã”, ressaltou Eduardo ao falar sobre a concorrência nas franquias do exterior.

Veja mais detalhes em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/rede-giraffas-internacionalizou-a-marca-e-hoje-tem–unidades-no-eua

A importância das universidades no desenvolvimento do esporte

Padrão

bombom matéria universidades e esportes - dois min

~publicada em 10 de junho ~

Existe uma coisa parecida entre as duas equipes finalistas do Brasileiro Feminino, Português e HCP, e outras 15 equipes participantes da Liga Nacional, tanto masculina tanto feminina. Todas contam com apoios de universidades. E estes times não estão sós. No Brasil, assim como em diferentes países, como por exemplo Estados Unidos, Japão, Inglaterra e outros, há equipes universitárias, que disputam importantes competições de nível internacional, como possuem atletas de ponta que fazem parte das seleções brasileiras. O desporto universitário é considerado por especialistas como primordial para o desenvolvimento do esporte olímpico nacional, e o handebol não está fora deste fato.

matéria universidades e esportes - dois min

Na Liga Nacional das 12 equipes participantes pelo feminino oito possuem algum tipo de parceria com universidades. No masculino sete dos 14 times possuem esse tipo de apoio. O quadro revela um problema no Brasil, a falta de incentivo aos clubes por parte dos governos e empresas do setor privado, no qual os times só conseguem sobreviver graças a essas as parcerias.

Rafael dos Santos, assessor do Apahand/UCS (RS) e treinador da Seleção Brasileira de Surdos, explicou o porquê esse fenômeno ocorre. “O governo praticamente largou o esporte nas mãos das universidades no final da década de 1990. Temos como exemplo a UCS, ULBRA, URI Erechim, Unijuí, UPF, dentre outras no nosso Estado (Rio Grande do Sul). Essas universidades tinham equipes de ponta no handebol, futsal, basquete, vôlei, entre outros desportes. Só que em menos de dez anos elas não aguentaram manter seus investimentos, pois o retorno com essas equipes era apenas de mídia. Não foi pensado a longo prazo. Quando elas largaram o esporte, o governo não conseguiu financiar e os clubes também já não possuíam a mesma força, principalmente pela falta de apoio da inciativa privada. Atualmente são poucas universidades que investem no esporte, o estado está quebrado, a união apoia via a lei de incentivo e as prefeituras atuam muito pouco, no estado a exceção é a de Caxias. Se acabar coma lei de incentivo federal, hoje o esporte nacional quebra”.

Para Roberto Machado, treinador das equipes masculina e feminina universitária da Feevale (RS), as universidades desempenham um papel fundamental na preparação dos atletas, principalmente para aqueles que jogavam em times escolares. “As universidades dão a oportunidade de termos de continuidade no esporte. Como o handebol não é profissional para nós ele não proporciona que os talentos jovens possam continuar jogando, e as universidades fomentam esta continuidade”, ressaltou o treinador.

O professor ainda explicou que “hoje em dia qualquer esporte é obrigatório as parcerias entre clubes, escolas (universidades) e prefeituras. Elas são fundamentais para que se possa estruturar o esporte e manter o maior número de praticantes, entusiastas, dirigentes, para que possam surgir novos técnicos e equipes profissionais da modalidade”.

Aos jovens atletas este apoio entre as equipes e as universidades é, sem dúvida, importante para que eles possam dar continuidade na carreira de atleta. Flavia Vidal, goleira da Seleção Brasileira Universitária, da Unisantana e do Taubaté, ressaltou: “as universidades além de nos apoiar a construir a parte acadêmica também nos proporciona participar de competições importantíssimas, que nos abrem diversos caminhos para o nosso crescimento tanto intelectual como também esportivo”.

*Este é apenas um trecho, a reportagem completa pode ser lida em: handebolminuto.wordpress.com/2015/06/10/a-importancia-das-universidades-no-desenvolvimento-do-esporte/

O efeito Medina agitou o mercado ligado ao surf

Padrão

Diretor da Star Point acredita que todos ligados ao esporte devem apoiá-lo e ajudá-lo a se desenvolver, já que os atletas levam para o mundo o nome do País.

starpoint-maeria-bruna

~publicada em 8 de junho de 2015 ~

Quando um atleta ou uma equipe vence um grande campeonato indiretamente todos ganham. No Brasil o futebol é o que mais tem divulgação, mas os demais desportos também possuem fãs, contudo, ao vencerem torneios importantes a legião de seguidores aumenta. Recentemente isso aconteceu com o surf brasileiro. Com o título mundial conquistado por Gabriel Medina, no fim de 2014, sendo essa a primeira conquista brasileira na competição, o interesse pelo esporte aumentou. O mercado de franquias ligado ao surf sentiu reflexos positivos. Este resultado agradou não apenas o mundo dos negócios, mas aqueles que querem ajudar a desenvolver a modalidade no País. É o caso da rede de franchising Star Point.

A empresa foi criada em 1984 e em 2000 entrou para o mercado de franquias. De acordo com Tucano, diretor da rede, explicou que entrar neste ramo é a forma mais fácil e rápida de expandir uma marca. O diretor externou que ao analisar o mercado, na época, percebeu que faltava algo no varejo em geral, uma forma de comércio como a Star Poit, que já estava ligada ao negócio 2.0, e os shoppings eram o foco.

Atualmente a rede de surf wear possui 20 unidades espalhadas pelo País. Perguntado se a crise econômica brasileira assusta, Tucano salientou que não. Ele acrescentou que cada empresário tem a sua forma de tocar os negócios e enfrentar a crise, além disso o diretor falou que o fator de queda nas vendas também está ligado maturidade do shopping no qual a unidade está instalada. Os centros comerciais mais antigos e com excelência em atendimento seguem atraindo clientes mesmo quando há crise. “É neste momento que os franqueados podem colocar mais as mangas de fora. Ter o controle total das finanças, da sua ‘nave’. Quem tem esse controle sente menos os reflexos da recessão. E na verdade, acredito que no momento temos mais um sentimento de insegurança, do que uma crise econômica de fato”, ressaltou.

Mesmo que o surf seja um esporte de praia, ligado ao verão, no inverno o faturamento das lojas não cai. Como as ondas na estação fria são melhores e maiores, a busca pelos equipamentos se mantém. De acordo com Tucano o faturamento no inverno é semelhante ao verão, porém, o que muda é perfil dos produtos mais buscados pelos clientes, por exemplo, nesta época do ano as roupas de borracha são as mais vendidas.

Com o bom desempenho dos atletas brasileiros em competições internacionais no skate e no surf fazem com que a procura por roupas e demais produtos ligados a estes esportes aumente. Com o primeiro título brasileiro Mundial de Surf, conquistado no ano passado por Gabriel Medina, a divulgação pela grande mídia aumentou. “Hoje o surf é capa dos grandes jornais. O efeito Medina já traz algumas consequências positivas para o esporte. Aumentou o número de praticantes, e as crianças já pedem para aprender a surfar. Isso mexe com toda uma cadeia produtiva. Pois antes de colocar a criança no surf, os pais a colocam em uma escolinha de natação. Além disso, aumenta a venda de acessórios e equipamentos”, contou Tucano.

A Star Point patrocina atletas, expedições e eventos. Um dos projetos é a Real Surfer’s Life, no qual nove surfistas, três expedições e quatro competições recebem apoio financeiro. “Toda a empresa que vive de um esporte tem a missão de apoiar o desporto. São os atletas que projetam o esporte para o mundo e faz a máquina girar. Sem o patrocínio aos eventos e atletas o esporte não tem como se desenvolver”, concluiu Tucano.

A entrevista também pode ser vista em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/o-efeito-medina-agitou-o-mercado-ligado-ao-surf