Maio de 2015: a beleza, a classe média, a venda de pães e o contato entre franqueado e franqueador foram destaques no Mapa das Franquias

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O mês de maio no Mapa das Franquias teve uma variedade de assunto relacionados ao franchising. O setor de beleza, de pães, o aumento da classe média, além do contato entre franqueador e franqueado foram alguns dos destaques e assuntos no qual fiz reportagens e entrevistas. Abaixo você pode conferir trechos de cada reportagem e ao final o link para quem estiver interessado em ler o material completo.

Para sócia-diretora da Depyl Action o setor de beleza continuará crescendo

A rede lançará uma campanha baseada em histórias reais para o Dia das Mães.

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O setor de estética está otimista e os empresários apostam no crescimento, mesmo com a economia do País em crise. E não é por menos, o mercado de higiene e beleza foi um dos que mais cresceu no ano passado. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising o setor cresceu 18,3%, em 2014, e continuará avançando. Nós conversamos com Danyelle Van Straten, sócia-diretora da rede Depyl Action, que nos falou sobre o que a empresa planeja para este ano, sobre o como foi os resultados do ano passado e que a Depyl Action programa para o dia das mães. Além disso, Denyelle falou sobre o aumento da procura dos serviços pelo público masculino. Confira a entrevista:

Mapa das franquias: O setor de estética, saúde, higiene e beleza é considerado um dos mais promissores neste ano. A ABF e o IBGE preveem que mesmo em crise o setor crescerá. A senhora acredita que isso acontecerá?

Danyelle Van Straten: Acredito que com a mulher definitivamente inserida no mercado de trabalho, ocupando cada vez mais cargos de liderança, a imagem pessoal ganha importância significativa no orçamento familiar. Com isso, novas oportunidades surgem para atender a demanda. Segundo a Associação Brasileira de Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos este setor cresceu 11% em 2014, ocupa o terceiro lugar no mundo e teve um faturamento de R$ 101,7 bilhões. Isso já é fato, não é mais previsão.

Mapa das franquias: No ano passado o setor de estética foi um dos que mais cresceu e manteve o mercado aquecido. Vocês perceberam este aumento de faturamento?

Danyelle Van Straten: Sim. A Depyl Action cresceu acima do setor. Em faturamento, nosso aumento nominal foi de 25%

Mapa das franquias: Quais as ações para serem realizadas para manter o faturamento em alta no ano neste ano? Já sabem quais?

Danyelle Van Straten: Estamos olhando pra dentro de casa este ano e preocupados em conter os custos também. É importante que nossas despesas não continuem crescendo acima do nosso faturamento e para isso, estamos revendo processos, fornecedores e buscando novas soluções. Então, além de trabalhar para manter o crescimento de 2014, queremos focar em aumento de eficiência.

Entrevista completa: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/para-socia-diretora-da-depyl-action-o-setor-de-beleza-continuara-crescendo

O aumento da classe média aumenta o investimento das franquias que atendam este público

A Mundo Verde acredita que a concorrência faz com que a empresa inove e mantenha a vanguarda na comercialização de produtos ligados a saúde.

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Mesmo com a recessão econômica que o País vive, as classes C e D seguem com poder de compra e consumo. De acordo com pesquisa do Serasa e do Data Popular, intitulada de Faces da Classe Média, no Brasil 54% da população, cerca de 108 milhões de pessoas, pertenciam a classe C, em 2013. A tendência é de que até 2023 serão 125 milhões de brasileiros nesta classe, o que representa 58%. Boa parte desta população está nos bairros de periferia, de classe média e nas cidades do interior. As marcas estão de olho neste público que é exigente e não está disposto em investir seu dinheiro em algo que não seja bom, e de algum modo duradouro. Entre estas marcas está a Mundo Verde, rede de franchising, presente em diversas cidades brasileiras.

Há 28 anos no mercado, a Mundo Verde, especialista em produtos de saúde e bem-estar (mix de produtos que inclui alimentos, suplementos para atletas, livros, CDs de música, incensos, cosméticos naturais e outros produtos voltados para a saúde) possui 323 lojas em operação, sendo que apenas uma unidade é própria e as demais são franqueadas. A marca também conta com projeto socioambiental Mundo de Faz de Conta, programa de contação de histórias que visita ONGs, instituições beneficentes e escolas públicas.

No ano passado a Mundo Verde teve a sua primeira franquia aberta em uma favela. A loja localizada na Rocinha, situada no Rio de Janeiro e considerada a maior do País, é da empresária Branca Susana Valente de Oliveira, que viu no local uma oportunidade de negócios.

Em nota, a equipe Mundo Verde explicou que “os moradores das áreas periféricas geralmente trabalham nos grandes centros comerciais. Desta forma, possuem acesso a informação e contato com as grandes redes e marcas. As classes C e D ganharam poder de consumo nos últimos anos e querem consumir as boas marcas. O Mundo Verde é uma das marcas mais amadas e desejadas pelo público, sendo assim, levamos o nosso negócio e conceito onde o público quer, perto de suas casas”.

Sobre a abertura de unidades em cidades do interior, eles salientaram que mapearam o Brasil e perceberam que tinham possibilidade de investir em locais que ainda não atendiam. “Desejamos entrar nas cidades acima de 100 mil habitantes. Levamos em consideração também cidades menores e que são polos de atratividade e consumo em suas regiões. Essa ação é uma forma de atender aos anseios do público consumidor, bem como ganhar em representatividade fechando as portas para uma possível concorrência”, informaram.

O artigo completo pode ser acessado em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/o-aumento-da-classe-media-aumenta-o-investimento-das-franquias-que-atendam-este-publico

O crescimento nas vendas de pães industrializados não preocupa franquia panificadora

Tom Ricetti, diretor da Pão go to, falou que a venda de pães cresceu, contudo o mesmo não aconteceu com os produtos que acompanham e recheiam o pão.

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O brasileiro consome 27 quilos de pão por ano. De acordo com o Sindicato da Indústria e Panificação (Sindipan) o mercado fatura anualmente cerca de R$ 28 bilhões. Nos últimos anos outro destaque é o crescimento da venda do pão industrializado, tanto que em 2012, o setor atingiu a marca de R$ 3,5 bilhões, crescimento de 9% se comparado com o ano anterior, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Massas Alimentícias e Pão & Bolo Industrializados (Abima). Apesar da concorrência, o mercado de panificação não teme e acredita no crescimento, mais devagar que nos anos anteriores. O franqueador Tom Ricetti, da Pão to go, conversou conosco e falou sobre as expectativas da empresa.

Os supermercados são algumas das causas do aumento das vendas do pão industrializados, aponta o Ibima, já que a compra se dá quando o cliente vai buscar outros alimentos. Assim economiza tempo. Para a Pão go to isso não é um problema, já a empresa trabalha com o pão congelado. Ricetti explicou que desta forma o pãozinho mantém a qualidade e chega com perfeição ao comprador. Sobre o crescimento da venda do produto industrializado ele salienta que “esperamos que cresça”.

A crise econômica brasileira atingiu o mercado de panificação, porém de maneira mais amena. Tom disse que a venda de pães aumentou no primeiro trimestre, mas o tíquete médio caiu de 11 para 9, isso porquê as pessoas desistiram de comprar produtos mais caros para por dentro do pão e optam por complementos mais baratos.

No Brasil atualmente há aproximadamente 52 mil empresas ligadas ao ramo da panificação. Apesar da concorrência alta, o empresário disse que não se preocupa com ela, já que o formato da Pão go to é uma padaria drive tru, ou seja, diferente das tradicionais (…)

Leia mais: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/o-crescimento-nas-vendas-de-paes-industrializados-nao-preocupa-franquia-panificadora

Diretores explicam sobre a importância do primeiro contado entre o franqueador e o franqueado

Os franqueadores da 2be Study e do Vinho e Ponto também falaram que a atual crise econômica e o aumento do valor do dólar não diminuiu o número de clientes.

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Por que é tão difícil obter informações sobre as franquias diretamente com o franqueador? Essa é uma dúvida que surge, e sobre isso, nós conversamos com franqueadores de duas redes Alessandra Brandão, diretora da 2be Study, e com Erni Luís da Silveira, diretor da rede Vinho & Ponto. Eles explicaram como os empreendedores podem obter informações sobre as empresas e como funciona o primeiro contato do futuro franqueado e as marcas que administram.

Silveira explicou que a falta do contato entre o futuro franqueado e o franqueador, em um primeiro momento, pode ser um fato que aconteça em grandes redes, administradas por executivos. “Por nossa empresa ser familiar buscamos estar o mais próximo possível de nossos franqueados/parceiros. Acreditamos ser fundamental esta proximidade, pois ambos temos os mesmos objetivos, termos uma marca forte e de referência no mercado brasileiro”, ressaltou.

Para Alessandra o primeiro contato é tão importante quanto os que se seguirão ao longo da vida da franquia. Ela falou que nestes casos é muito importante que o franqueado seja acompanhado pelo franqueado ou algum responsável administrativo pela marca, já que é necessário alguém para orientar os franqueados, pois juntos é possível alavancar os resultados e sanar os problemas. “O treinamento inicial busca prover o franqueado com as informações necessárias ao bom andamento do negócio. Na área de prestação de serviços muitas das dúvidas surgem apenas quando ele realmente inicia a operação e nessas situações o franqueado deseja ter atendimento imediato para tirar a dúvida e não perder venda”, explicou.

Para os diretores é importante que na primeira conversa haja transparência. Brandão ressaltou que “para empresas que trabalham com participação nos resultados acredito ser importante falar em faturamento anual para que todos se empenhem para obter bons resultados. Quanto aos problemas é necessário saber que tipo de problema deve ser exposto, a menos que seja necessária a participação ativa do franqueado na resolução do problema, expô-lo pode causar insegurança no negócio”. Já Erni acredita que “todos devem estar cientes das dificuldades que podem surgir, bem como conhecer profundamente a filosofia da empresa”.

A reportagem completa pode ser lida: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/diretores-explicam-sobre-a-importancia-do-primeiro-contado-entre-o-franqueador-e-o-franqueado

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