Agosto de 2015: dedicação nas franquias home-based e quando a franquia não dá retorno foram assuntos no Mapa das Franquias

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Em agosto de 2015 dois assuntos cerca a administração de franquias: o que é preciso o empreendedor ter para conseguir manter uma home-based, e o que o franqueado pode fazer quando o empreendimento não dá o retorno financeiro prometido. Sobre estes dois temas tive o prazer de reportar e sanar que certamente os leitores têm. Confira trechos de cada reportagem, lembrando que ao final de cada texto a o link para quem estiver com vontade de ler o material completo.

Dedicação e disciplina são essenciais para quem quer ter uma franquia home-based

O custo fixo e de investimento baixos atraem empreendedores, mas todos possuem o perfil desejado para investir neste mercado?

homebased

As franquias home-based são ideais para quem busca ter uma empresa com custos fixos baixos e que dá uma certa liberdade. Mas para adotar este tipo de trabalho é necessário dedicação e disciplina. E o mercado, também conhecido como microfranquias, tende a crescer no Brasil. Só em 2014 o setor avançou 15%, e neste ano a perspectiva é ainda maior, visto que a modalidade empresarial está sendo reconhecida. Além disso, a crise econômica que o país vive atualmente também influencia os empreendedores a investir no home-base, pois o investimento é baixo e o retorno financeiro acaba se tornando rápido, de acordo com o Master Franqueado, responsável pela venda das franquias no Brasil da WSI Consultores, Marcelo Cruz.

A grande vantagem de investir em uma franquia home-based é o custo fixo baixo. Já que não há a necessidade de um escritório e de uma secretária, explicou Cruz que ainda disse que outra vantagem está no custo nulo de deslocamento, quando se trabalha em casa não é necessário ir até a empresa, ele pode ir direto até o cliente, isso gera uma economia, que no final do mês faz uma grande diferença.

Contudo, não se deve confundir uma microfranquia com uma empresa de menor porte e menos concorrente. “As pessoas confundem a home-based com um negócio pequeno, mas não é. Hoje, por exemplo, nossos franqueados faturam US$ 1 milhão por ano, sem sair de suas casas. Um problema é que ainda os clientes preferem ver a estrutura da empresam, mas essa é uma visão que muda aos poucos”, salientou Marcelo.

Veja a entrevista completa em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/dedicacao-e-disciplina-sao-essenciais-para-quem-quer-ter-uma-franquia-home-based

A franquia não dá o retorno financeiro prometido pela franqueadora. O que fazer?

Especialista explica o franqueado deve se proteger no momento de assinar o contrato.

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Muitos franqueados contam que quando pesquisaram sobre a marca escolhida, viram o anúncio e conversaram com o franqueador receberam a notícia que o retorno do investimento seria rápido. Encantados pela proposta, e a fim de receber de volta tudo que foi gasto com a abertura da franquia rapidamente, muitos empreendedores acreditam, mas só percebem que foram enganados depois que a unidade já está em operação. Neste caso, o que o franqueado pode fazer? Será que existe franquia com faturamento e sucesso rápido? Como o empreendedor poderá se proteger de ser enganado? Essas questões foram respondidas por Alberto Lima Leite, analista financeiro e especialista em franquias. Confira abaixo a conversa que tivemos com ele.

Mapa das franquias: O franqueado não está tendo o retorno financeiro que foi prometido na abertura da franquia. O que ele pode fazer?

Alberto Lima Leite: Todo o relacionamento comercial entre franqueador e franqueado deve ser normatizado segundo definições da Lei de Franchising 8.955/94 e mais especificamente dos direitos, deveres e informações gerais contidas na Circular de Oferta de Franquia, emitida pelo Franqueador e homologada pelo Franqueado.

Para que o franqueado possa tomar uma atitude legal contra o franqueador é imprescindível que o assunto relativo a reclamação esteja definido na Circular de Oferta de franquia (COF). É comum vermos peças de propagandas de franquias com informações acerca do tempo de retorno do investimento, que muitas vezes têm um peso considerável na decisão pelo candidato à franquia, mas que se não estiverem definidas na COF, não poderão embasar ações judiciais reclamando compensações ou reparações financeiras.

O franqueado deve ter do franqueador um suporte de acompanhamento e orientações de gestão que evite prazos de retorno mais longos, e sim, a garantia de que ocorrerão conforme anunciados. A melhor alternativa nesses casos é levar o assunto ao Franqueador e tentar obter prorrogações/diminuições de pedidos de produtos, prorrogações de pagamentos de títulos, devolver itens com altos estoques ou quaisquer outras medidas que lhes permitam incrementar seu fluxo de caixa e antecipar o retorno do seu investimento.

Mapa das franquias: O franqueado poderá planejar ações a longo prazo para conseguir aumentar o faturamento tranquilamente?

Alberto Lima Leite: Há uma regra de ouro que deve estar sempre presente na mente do franqueado: ele e somente ele é o grande gestor do negócio e por isso mesmo, o único responsável por seu sucesso ou fracasso. Um sistema de franquia lhe oferece uma marca de produto ou serviço, um método de trabalho ou uma tecnologia para que se integre a essa força de vendas, diz o que fazer e como fazer, porém é o franqueado que vai dar vida a essas ações e nesse objetivo ele pode fazer o que sua experiência e competência permitirem, desde que não agrida o que ficou acertado na COF.

Mapa das franquias: Vira e mexe franqueados reclamam que quando vão atrás de uma franqueadora o que lhes é dito é uma coisa, mas depois da empresa aberta a realidade é outra. Antes de fechar o contrato, como o franqueado pode ser proteger e não ser enganado?

Alberto Lima Leite: Volto a frisar a necessidade imperiosa da contratação de um consultor especializado. Lamentavelmente esses fatos ainda ocorrem especialmente nas franquias de até terceira geração.
Nas franquias de quarta geração, além dos requisitos formais da franquia de negócio formatado, os franqueadores passam a se diferenciar entre si pela qualidade do sistema e da prestação de serviços à rede, como treinamentos periódicos, reuniões previamente agendadas com os franqueados, possibilidade de recompra de unidades, apresentação e avaliação de relatórios e, sobretudo, uma maior participação dos franqueados nas decisões tomadas pelo franqueador nas ações que digam respeito a toda rede, o que, no entanto, se pode verificar, na prática, já existir nas franquias de terceira geração.

A entrevista completa pode ser lida em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/a-franquia-nao-da-o-retorno-financeiro-prometido-pela-franqueadora-o-que-fazer

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