IHF explica os motivos para suspender a PATHF e que as Federações Nacionais não serão atingidas

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~ Publicada em 23 de janeiro ~

Logo IHF

A busca pelo desenvolvimento do handebol americano de forma parelha, com oportunidades de crescimento do esporte em todas as nações, de forma que todas avancem com as mesmas oportunidades, é o principal objetivo para a Federação Internacional de Handebol (IHF) querer dividir a Federação Pan-Americana de Handebol (PATHF). Em comunicado, a IHF explicou as razões para decisão e Suspensão da PATHF, bem como deixou claro que as Federações Nacionais não serão atingidas pela punição imposta ao órgão continental.

A entidade maior do esporte explicou que a definição de dividir as atividades da federação americana veio após um estudo, em que o ponto de vista esportivo, administrativo, financeiro e legal foram garantidos. “A IHF não é contra uma pessoa ou entidade ao tomar qualquer decisão, uma vez que o desenvolvimento do esporte é o alvo principal.

Na pesquisa, a IHF verificou que o esporte nas Américas foi interrompido há muitos anos e está limitada a três federações nacionais, vindas do sul do continente: Brasil, Argentina e Chile.

No comunicado a IHF lembra que se comparar o desenvolvimento e a promoção do handebol antes de 2000 com a situação de hoje, aconteceu a olhos vistos o crescimento. A situação financeira também cresceu, foi de 12 milhões de dólares a cada quatro anos (TV e direitos de comercialização) para 100 milhões dólares (direitos de TV). Em razão desse crescimento, a Federação Internacional investiu em diversos estudos técnicos, realizados apontando as melhores formas de desenvolver o handebol, e assim, surgiram projetos que deverão serem implantados, respondendo a cada necessidade nacional. “A IHF investirá fortemente no novo sistema, devido ao fato de que atualmente não existem recursos financeiros na Pan-Americana até que o esporte floresça e, conseqüentemente, gere renda. O progresso do handebol nas Américas está totalmente por trás do progresso do handebol nos outros continentes, e a PATHF é a única Confederação Continental, além do recém-formado continente da Oceania, que não teve nenhum patrocinador ou parceiro de direitos de TV desde 2012”, explicou o comunicado.

Justificativa pela divisão da Federação Pan-Americana

A IHF ressalta que o estudo relacionado ao handebol nas Américas chegou a conclusão que o investimento financeiro e atenção desportiva no esporte não ocorreu de forma em igual, no qual a PATHF prestou atenção ao desenvolvimento do handebol nas melhores nações: Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

A vasta distância entre as duas partes (Norte-Sul) não são adequadas para os melhores contatos e as reuniões exigem grandes investimentos financeiros. Além disso, a PATHF reconhece apenas 26 das 40 Federações Nacionais reconhecidas pela IHF.

Outro ponto levantado é a falta de funcionários fluentes em língua inglesa no PATHF, algo que tornou difícil a comunicação com a IHF, bem como os países de língua inglesa. Também o envolvimento de funcionários inexperientes criou problemas entre as Federações Nacionais, bem como com a IHF. A entidade lembra que o convite ao recente Congresso Extraordinário PATHF não foi comunicado ao IHF, como de acordo com os Estatutos da IHF, como resultado a reunião e as decisões correspondentes não são válidas e, conseqüentemente, o dinheiro (do patrocínio IHF alocado) investido para organizar a reunião está perdido”.

A decisão de dividir a PATHF foi aprovada pelo Conselho da IHF em reunião em Tblisi, na Geórgia, em 18 de agosto de 2018, com quatro abstenções e sem votos contra. O assunto ainda seria pauta e não estava definido. Em 7 de outubro do mesmo ano, a PATHF realizou o Congresso Extraórdinário, em Bogotá, na Colômbia, mas como não houve convite para o Presidente da IHF nem para algum representante do órgão internacional, as decisões tomadas no encontro são ilegais conforme o Artigo 10.2, ponto 3.1 dos Estatutos da IHF.

“De acordo com a decisão do Conselho IHF tomada em sua reunião em Antalya, na Turquia, em 9 de novembro de 2017, o caso da violação dos Estatutos da PATHF foi submetido à Comissão de Arbitragem da IHF para obter sua recomendação para tratamento posterior pelo Comitê Executivo e pelo Conselho da IHF de acordo com o Artigo 10.2, ponto 3.1 dos Estatutos da IHF”, salienta os responsáveis pela Federação Internacional em nota, que completaram:

“O Congresso ordinário da IHF de 2017, realizado em Antalya, Turquia, em 11 de novembro de 2017, decidiu por maioria de dois terços (102 votos a favor, 26 votos contra, 24 abstenções) para delegar sua autoridade no Conselho da IHF para discutir, avaliar e decisão sobre a moção relativa aos Estatutos da IHF relacionados ao continente pan-americano e, conseqüentemente, às mudanças pertinentes nos Estatutos da IHF”.

Já a definição da suspensão da PATHF foi uma recomendação da Comissão de Arbitragem da IHF apresentada ao Conselho da IHF, em reunião em Zagreb, na Croácia, em 14 de janeiro de 2018:

“Devido à violação da PATHF do Artigo 10.2, ponto 3.1 dos Estatutos da IHF e seguindo a recomendação da Comissão de Arbitragem da IHF, o Conselho decidiu, com um voto contra, suspender a Federação Pan-Americana de Handebol (PATHF). Consequentemente e nos termos dos artigos 2.3 e 18.1.1 dos Estatutos da IHF, a IHF deve organizar os eventos de qualificação dos Campeonatos Mundiais e dos Jogos Olímpicos”.

Ainda conforme o comunicado da IHF, o Artigo 3.2.2, ponto 3.2 dos Estatutos da IHF, a suspensão da PATH não implica consequência direta para as Federações Nacionais da Pan-América, ou seja, as seleções americanas bem como os times não estão impedidas de competir internacionalmente. Desde que disputem torneios organizados, nesse primeiro momento, pela IHF.

Ainda de acordo com a IHF a recomendação é que o handebol nas Américas tenham duas Federações.

A Confederação de Handebol da América do Norte e do Caribe cuidará de: ANT, BAH, BAR, CAN, CAY, CUB, DMA, DOM, GRL, GRN, HAI, IVB, JAM, LCA, MEX, PUR, SKN, TRI, EUA – total de 19 países e dois membros regionais: GLP, MTQ.

Já a Confederação de Handebol da América do Sul e Central terá: ARG, BIZ, BOL, BRA, CHI, COL, CRC, ECU, ESA, GUA, GUY, HON, NCA, PAN, PAR, PER, URU, VEN – total de 18 países mais um membro regional: GUF.

O comunicado enviado para o Dois Minutos também pode ser conferido no site da IHF. Clique aqui para ler (em inglês).

*A matéria original publicada em: handebolminuto.wordpress.com/2018/01/23/ihf-explica-os-motivos-para-suspender-a-pathf-e-que-as-federacoes-nacionais-nao-serao-atingidas/

Federação Pan-Americana está suspensa pela IHF. Entenda!

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Logo da Federação Pan-Americana de Handebol

~ Publicada em 18 de janeiro de 2018 ~

No último domingo, 14 de janeiro, a Federação Pan-Americana de Handebol (PATHF) foi suspensa pela Federação Internacional de Handebol (IHF), após uma eleição realizada sem a presença da entidade americana ou dos presidentes das federações ou confederações nacionais do continente, com exceção do Canadá que teve representante. Com a decisão, nenhuma seleção americana ou times, no qual incluí as Brasileiras, poderão participar de competições Mundiais e Olímpicas.

Com isso, a PAHTF fica proibida de organizar campeonatos Pan-Americanos, neste ano teria o Pan-Americano Juvenil Feminino (em abril), Júnior Feminino (em março), Handebol de Areia (em junho). Sendo assim, as equipes nacionais ficam vetadas de participar de Mundiais e outros campeonatos que aconteceriam nesse segundo semestre (confira o calendário 2018). Fica ainda mais grave se pensarmos no caso das meninas e meninos da Argentina que não poderão disputar as Olimpíadas da Juventude, que será na capital Buenos Aires (ARG), justamente na estreia do handebol de areia numa competição olímpica oficial.

O problema não atingirá apenas as seleções. No caso, também são proibidas as participações dos times em torneios internacionais. Se a decisão de punição não for banida, não terá nenhuma equipe americana disputando o Super Globe 2018.

A punição a PATHF aconteceu em virtude da organização se negar a se dividir em duas partes. Uma que cuidaria exclusivamente do esporte no Norte das Américas, enquanto a outra cuidaria do esporte nas Américas Central e do Sul.

Em comunicado a Federação Pan-Americana diz o seguinte: “A PATHF se converteu numa vítima de um dirigente desportivo que manipula para benefício próprio a uma federação internacional, cujo o cunho de construir um mundo melhor através do desporte nada tem haver com esses interesses mesquinhos”.

A Federação explicou que a decisão tomada pelo Conselho da IHF aconteceu no último domingo, em Zagred, na Suíça, onde fica a sede da entidade maior do esporte. Foram proibidas a participação dos representantes da PATHF, que nesse caso seria representada pelo presidente Mario Moccia e do representante continental Rafael Sepúlveda Montalvo. A PATHF ainda explica que a decisão de dividir o órgão americano é ilegal, já que a votação no Congresso da IHF (em novembro passado) de delegou o Conselho e o resultado desde a sua origem não atenderam o necessário: a votação teve apenas 60% dos votos a favor da divisão, sendo que para a aprovação eram necessários 66% dos votos favoráveis. Ao todo foram 102 votos positivos, 26 negativos e 40 absteções.

A medida de dividir a PATHF em duas foi decidida n Congresso da IHF, em 11 de novembro de 2017. No dia 11 de dezembro do mesmo ano, a PATFH levou uma petição a Comissão de Arbitragem da IHF para que a medida fosse bloqueada. No documento a federação explicava o porquê a decisão não poderia ser aplicada, pois é ilegítima. A Comissão tinha 30 dias para expedir a decisão, mas até essa terça-feira, 18 de janeiro de 2018, ainda não o fez.

Ainda no comunicado a PATHF explica que: “A IHF força separar a PATHF em duas federações que deverão incluir membros que não cumprem com os requisitos formais e/ou desportivos necessários para fazer parte da entidade.”

De acordo com a Federação Pan-Americana a única representante do continente americano presente no Conselho foi a presidente da Federação Canadense de Handebol, Raquel Pedercini. Segundo relata o texto: “Raquel foi denigrida aos gritos por parte do presidente da IHF por haver defendido a unidade de nossa confederação e foi ameaça com ‘ser removida do cargo’ por se opor”.

“A PATHF repudia absolutamente toda classe de violência de gênero, tanto física como verbal e defende a igualdade entre homens e mulheres em todos os estágios esportivos”, afirma a Federação Pan-Americana.

A nota traz ainda o desabafo: “A intensão de destruir a nossa federação é um ataque direto contra o conjunto do nosso esporte e, em definitivo, contra nossos atletas. Sem lugar de dúvidas, Moustafa busca destruir o handebol na América”.

Em matéria do Globo Esporte, a PATHF conta que medida de dividir a Federação foi motivada pelo fato de não ter convidado Moustafa para participar de uma Assembleia Extraordinária realizada em Bogotá, na Colômbia, em outubro passado.

Tentamos entrar em contato com a IHF nessa noite, mas ainda não obtivemos respostas. No site da organização não consta nada relacionado ao assunto.

Na sua página no Facebook, a Federação de Handebol do Canadá diz que segue apoiando a PATH “Nos mantemos com a Federação Pan-Americana de Handebol na luta pela transparência, autonomia organizacional e estado de direito” (ver a publicação).

O comunicado completo pode ser lido aqui.

**Trechos de citações do comunicado da PATHF e do post do CAH com tradução livre.

Confira a publicação original em: handebolminuto.wordpress.com/2018/01/18/federacao-pan-americana-esta-suspensa-pela-ihf-entenda/

Entrevista com Alexandra Nascimento: a craque do handebol brasileiro

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No Natal dei de presente para os leitores uma entrevista com a jogadora Alexandra Nascimento, a Ale. Na entrevista a atleta, campeã do Mundo com a Seleção Brasileira, eleita a melhor jogadora do mundo em 2012, dentre muitos outros títulos conquistados com a equipe nacional brasileira e também pelos clubes que defende. Abaixo a íntegra da entrevista, seguida dos links e de direcionamento ao blog de origem. As matérias foram publicadas nos dias 24 e 26 de dezembro.

Alexandra Nascimento fala sobre carreira e saudades do Brasil

Ale Nascimento durante atividade física/ Foto: arquivo pessoal da atleta

Alexandra Nascimento, a Ale, atleta da Seleção Brasileira e do Váci Noi Kézilabda Sportegyesület, da Hungria, está voltando aos poucos a jogar, mas já treina forte com a equipe. Foram longos seis meses de recuperação, depois de romper o cruzamento anterior cruzado do joelho esquerdo, em jogo pela Liga Húngara. Foi durante uma atividade ou outra de recuperação que ela conversou conosco e falou sobre a carreira, sobre o título de melhor do mundo e sobre as saudades do Brasil.

Ale começou a jogar handebol aos 10 anos e aos 22 foi para a Europa. Hoje com 35 anos e há 13 atuando por equipes do Velho Continente, as saudades do que ela deixou no Brasil por vezes bate mais forte.

“Não é fácil jogar aqui na Europa, não é fácil deixar o Brasil, a família, os amigos para começar uma vida aqui. Mas quando você ama muito o esporte, quando você tem certeza do que quer, você tem que abrir mão de muitas coisas. E eu abri mão da minha família e de jogar no meu País, abri mão de estar perto das minhas amizades, mas valeu apena, porque é o que eu amo fazer”, conta e completa:

“Independente se está aqui a 10 ou a 15 anos (risos) você vai sentir falta igual do Brasil. De comer a comida brasileira, de estar junto do seu povo, de escutar a sua língua. Isso eu sinto falta, mas agradeço a Deus por essa oportunidade de estar aqui”.

Alexandra foi nomeada a Melhor Jogadora de Handebol do Mundo em 2012 e um ano após conquistou o título mundial com a Seleção Brasileira. Além desses, Ale tem na carreira importantes títulos europeus, e vira e mexe é destaque nas competições. Com isso, a pressão sobre ela, principalmente dentro de quadra mudou e aumentou.

“Quando se consegue um êxito tão grande na carreira você se torna mais visado no jogo. É engraçado (risos) porque quando eu vim jogar na Europa eu estava ali na ponta e escutava ‘deixa a Nascimento’, como deixa a bola sobrar para mim. Depois, passando sete anos, eu trabalhando duro, consegui melhorar minha coordenação e o meu o arremesso, então, eu já escutava ‘segura a Nascimento, não deixa espaço para ela’”, fala ao lembrar que se desenvolver não foi fácil e que a conquista de títulos e ser a melhor do mundo também aumenta a responsabilidade, no qual teve que melhorar o tempo de arremesso e aprender coisas novas.

“Tem que tentar se reinventar, essa é a grande verdade”.

A ponta relatou que mudar não é fácil, porém é necessário. As conversas com o marido Patricio Martinez (ex-jogador da seleção chilena) foram importantes no momento da mudança. “Ele sempre me diz que não a gente não pode viver preso no passado, dá Graças a Deus, agradeça aos fãs, agradeça por ter sido eleita a melhor do mundo, mas já passou. Nome, camisa e troféu não ganham jogo. O que ganha jogo é o que você continua fazendo, se você se entregar 100%, continuar respeitando. É levar a sério o seu trabalho e levar o seu treino a 100%”, relata.

Ale explica que desta forma “as coisas fluem”.

Ela lembra que passou a ser mais marcada individualmente, mesmo na ponta, por isso ela teve de criar outros recursos como sair no contra-ataque, aprender a arremessar com menos espaço e bater sete metros.

Alexandra lesionou o joelho faltando apenas dois meses para o fim da temporada 2016/2017. Foi necessário então superar o desafio: “Foi bem difícil, eu estava desfrutando como sempre faço, e, aconteceu uma lesão dessa. É bom você ter momentos felizes na carreira, mas também, você tem que estar preparado para os momentos difíceis”, explica.

Publicado em: handebolminuto.wordpress.com/2017/12/24/alexandra-nascimento-fala-sobre-carreira-e-saudades-do-brasil/

Alexandra fala sobre a honra de ajudar no desenvolvimento do handebol

Alexandra Nascimento/ Foto: página da equipe

Nesse ano Alexandra Nascimento foi convidada para participar de um Grupo de trabalho sobre handebol feminino da Federação Internacional de Handebol (IHF), no qual o principal objetivo desse grupo será ajuda o desenvolvimento do handebol feminino em nível mundial. Ela falou um pouco sobre como o esporte é visto na Europa e a diferença aqui nas Américas, além de contar sobre o convite de fazer parte do Grupo da IHF. Essa é a segunda parte da entrevista com Alexandra Nascimento.

A ponta brasileira conta que assim como no Brasil, na Europa o futebol atrai mais incentivos, porém o handebol também conta com uma grande torcida.

“Claro que o handebol tem menos apoio que outros esportes, deixando mais claro o futebol. O apoio ao futebol, não é só como a gente vê no Brasil, na Europa também. O pessoal ama muito o futebol, não sobrando muito espaço para outros esportes. Mas aqui na Europa, pelo menos no handebol feminino, tem apoio”, relata.

Ale fala da experiência que tem no Velho Continente:

“Joguei 11 anos na Áustria, onde eles davam muito apoio. Também na Romênia, que joguei dois anos, também dão muito apoio ao handebol feminino. Agora estou aqui na Hungria, onde as pessoas são realmente loucas por handebol feminino.”

As questões de patrocínio também são problemas na Europa: “Claro que tem dificuldades e essa dificuldade é em relação a dinheiro, como em qualquer lugar do mundo. Mas aqui na Europa eu vejo um apoio muito grande para o handebol”.

Em relação ao handebol brasileiro, Alexandra lembra que o momento que o país vive é delicado:

“O Brasil está passando por um momento muito difícil e infelizmente isso também afeta o esporte. O handebol como não tem apoio, no Brasil ou nas Américas, sofre com isso. É bem triste, é lamentável, mas é a realidade”.

Sobre o Grupo de Trabalho para o desenvolvimento do handebol feminino da IHF, a atleta contou sobre como foi convocada para fazer parte: “Recebi um e-mail e fui convidada para participar de um grupo de trabalho da IHF. Respondi dizendo que aceitava com muito prazer”.

“Quero muito fazer parte deste grupo de trabalho, acho muito importante. Vou dar o meu máximo, como sempre, pois sempre que entra alguma coisa na minha vida é para fazer 100%. A oportunidade que tenho pra ajudar a minha modalidade para eu é uma grande honra”, finaliza Alexandra.

Publicada em: handebolminuto.wordpress.com/2017/12/26/alexandra-fala-sobre-a-honra-de-ajudar-no-desenvolvimento-do-handebol/