Uma série de crônicas que vira livro e um desafio literário

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A série de crônicas Em qualquer Rua virou livro no Wattpad, rede social de livros que é possível ler e também se autopublicar. A obra recebeu o mesmo título da série, publicada anteriormente no meu blog pessoal, o De Cabeça Para BaIxO. Nele estão as 70 crônicas escritas de 2013 a 2015 mais cinco criadas especialmente para livro. A publicação foi em outubro deste ano.

Após a publicação do Em qualquer Rua resolvi entrar em um novo desafio literário. Todas as sextas-feiras um novo capítulo no livro 10 Histórias de Mulheres Inspiradoras. Por ser no Wattpad enquanto o livro está sendo escrito também pode ser lido.

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O 10 Histórias de Mulheres Inspiradoras fala sobre dez personagens reais, mulheres, que no passado e no presente desafiaram as convenções sociais, enfrentaram os desafios que tiveram nas suas vidas e escreveram suas histórias e o nosso, de certa forma.

Estação do Pan – quatro programas

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Em julho de 2015 participei do Estação do Pan, programa que produzi e apresentei na Rádio Estação Web. Foram no total de 27 programas, sendo que eles eram diários em dois horários, às 13h e às 18h. Eram boletins com as principais informações sobre o Pan-Americano de Desportos Toronto 2015.

Foi uma experiência bem bacana e aprendi muito e quatro programas podem ser ouvidos. 🙂

Esporte também como destaque

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O esporte também foi destaque nestes primeiros meses de 2015. Pelo blog Dois Minutos de Handebol publiquei, além de muitas notícias, uma entrevista e uma reportagem bem bacanas. No meu blog pessoal, De cabeça Para Baixo, publiquei uma entrevista que realizei com a paratleta Marleide Silva. Resumo de cada uma das matérias abaixo, sendo que no final de cada texto o link de direcionamento.

Guilherme Valadão conta como é jogar na Espanha e como foi jogar no Mundial

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

~ Matéria publicada em 30 de janeiro de 2015 ~

Um dos destaques da Seleção Brasileira e jogador do Granollers, Guilherme Valadão, 24 anos, é armador esquerdo e um apaixonado pelo handebol. Tanto que superou uma lesão no joelho e trancou as matrículas no curso de Publicidade e Propaganda e no curso de Engenharia para viver o sonho de jogar na Europa. Valadão nos concedeu uma entrevista e conta um pouco sobre a escolha pelo esporte, como é atuar na Espanha e como foi jogar o Mundial Masculino do #Qatar2015. Confira!

2 Minutos – Primeiramente muito obrigada Valadão por aceitar o nosso convite. Conte para os nossos leitores como tu te tornaste jogador de handebol e/ou te fez escolher por seguir este esporte.
Guilherme Valadão – Eu comecei jogando handebol no colégio, antes praticava vôlei, futebol de campo e futsal. Sempre fui muito do esporte. Comecei a jogar em uma aula de educação física e viram que eu tinha altura e força, além de levar um pouco de jeito para o esporte. Meu professor do colégio, por sorte, era técnico de handebol também e insistiu para que eu começasse a treinar e levar mais a sério.

2 Min – Começaste na base do Metodista/São Bernardo, equipe da tua cidade natal, correto?

Guilherme – Comecei jogando pela Metodista, clube no qual atuei por dez anos. Pela facilidade de morar em São Bernardo, estudar e jogar, preferi permanecer ali por muito tempo.

Leia a entrevista completa aqui.

Você conhece o handebol de cadeira de rodas?

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

~ Matéria publicada em 17 de fevereiro de 2015 ~

Você conhece o handebol adaptado? Certamente sim ou já ouviu falar por aqui. Mas o que você sabe da história do handebol de cadeira de rodas (HCR)? Vamos aproveitar o dia de hoje para contar um pouquinho desta história e um pouco das regras da modalidade.

O primeiro registro do esporte é do ano de 2004. Foi um estudo sobre o desenvolvimento e a prática do Handebol Adaptado para pessoas com deficiência. A pesquisa foi elaborada pelos professores Daniela Eiko Itani, Paulo Ferreira de Araújo e José Gavião de Almeida, na Universidade de Campinas (Unicamp-SP). Um ano após, os professores Décio Roberto Calegari, José Irineu Gorla e Ricardo Alexandre Carminato, responsáveis pelo corpo docente do curso de Educação Física da Universidade Paranaense (Unipar Campus Toledo-PR), realizaram uma análise dos estudos sobre o Handebol Adaptado, e isso serviu de abordagem iniciar a prática do Handebol de Cadeira de Rodas com deficientes físicos com lesão medular; sequela de poliomielite; má-formação congênita; dentre outros fatores que causam limitação física e motora.

Reportagem completa acesse aqui.

Conheça um pouco de Marleide Silva – Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

~ Matéria publicada em 11 de março de 2015 ~

Há um tempo atrás tive o prazer de conversar com Marleide Maria da Silva, a primeira triatleta com deficiência visual, do Brasil. Marleide não nasceu cega, perdeu a visão em decorrência a uma doença que atacou a sua retina. Ela não teve medo, mas teve que se adaptar a nova condição. Contou com a ajuda da família e de amigos. Entre os seus principais títulos está a prata no Mundial de Triathlon 2014, o bicampeonato no Brasileiro da modalidade (conquistados em 2013 e 2014), e o ouro no Pan-Americano da modalidade, em 2013. Marleide também compete no paraciclismo e é Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo de Estrada, títulos ganhos de 2008 a 2014.

Só que nem tudo é flores na vida da primeira triatleta deficiente visual da América Latina. Ela precisa de ajuda financeira para poder participar do Campeonato Panamericano de Paratriathlon 2015, em Monterrey, no México. Os interessados em doar, qualquer valor, podem fazer clicando aqui, até 31 de março*.

Conheça um pouco mais da história de Marleide:

Bruna Souza – Eu li que perdeste a visão por causa de uma doença chamada de retinose pigmentar. Como o esporte entrou na tua vida e qual a importância que a prática esportiva teve para a superação deste problema?

Marleide Silva – Sim, é verdade. Eu recebi a notícia que eu perderia a visão, quando aos 22 anos dei à luz ao meu único filho. O médico me informou que isso poderia acontecer dentro de dias, de meses, de anos ou talvez até nunca viesse a acontecer. Então, a cada dia que eu acordava e podia enxergar, eu agradecia a Deus. E Ele foi tão bondoso que atendeu ao meu pedido de não perder a visão antes de poder criar o meu filho. Quando aconteceu, ele já tinha 13 anos. O esporte entrou em minha vida graças ao convite de minha irmã Neide, que também é deficiente visual. Ele já morava em Santos e soube de um projeto chamado Motivação criado pelo sargento Wilson, da polícia Militar, que ensinava diversas modalidades esportivas a pessoas com deficiência. Comecei então a correr, e logo em seguida tomei gosto pela natação também. Por último conheci o ciclismo. Esses dois últimos pelas escolinhas de esportes de Santos. Hoje pratico as 3 modalidades separadamente, e também faço o triathlon. O esporte me fez entender que mesmo com minhas limitações, eu poderia levar uma vida praticamente normal, o que me deu maior segurança e independência.

Entrevista completa aqui.

Copa do Mundo também na Lomba do Pinheiro

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Pai e filha esperavam o inicio da partida/ Foto: Bruna Santos de Souza

Pai e filha esperavam o inicio da partida/ Foto: Bruna Santos de Souza

Na última segunda-feira, 23 de junho, sai da minha casa e fui assistir o jogo entre Brasil e Camarões no telão colocado no meu bairro. A iniciativa da Prefeitura de Porto Alegre é aproximar a Copa do Mundo dos moradores de bairros mais afastado do Centro. Não fui com as mãos abanando, levei minha velha câmera e meus olhos atentos, pois eu queria muito contar aquela história. Assim eu fiz. Texto publicado no meu blog De Cabeça Para BaIxo e fotos no Flickr. Leia um trechinho:

Copa do Mundo também na Lomba do Pinheiro

A segunda-feira carrancuda e chuvosa não afastou cerca de 500* pessoas da festa organizada pela Prefeitura de Porto Alegre. A Viva Porto Alegre na Copa levou ao bairro Lomba do Pinheiro shows de bandas locais e um telão para os moradores e visitantes assistirem o jogo do Brasil e Camarões, última partida da primeira fase da Copa do Mundo.

O Brasil saiu vitorioso e motivou os moradores que mesmo com a noite não arrredavam o pé do local. Muitos saíram satisfeitos, mas outros ainda querem ver mais o futebol da Seleção. Continuação…

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As fotos podem ser vistas no álbum intitulado Copa do Mundo Brasil 2014 – Viva Porto Alegre na Copa – Lomba do Pinheiro

Participações de bate-papos com Míriam Leitão no Twitter

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Vira e mexe participo de alguns bate-papos no Twitter em grupos direcionados por hastags. Já participei de alguns sobre livros e sobre viagens. No entanto participei de dois que curti muito, mas não como fã dos assuntos, participei como jornalista e os dois foram com a jornalista Míriam Leitão.

Os dois foram este ano. O primeiro foi sobre os 50 anos do Golpe Militar. Esse bate-papo ocorreu no dia 31 de março. Míriam não me respondeu, mas meu questionamento gerou um pequeno debate e algumas RTs. Me responderam o procurador da Fazenda Nacional de Belém do Pará, Luiz Octávio Rabelo, e o professor Geraldo Lara Rocha.

Print da tela

Print da tela

O segundo foi sobre o livro que a jornalista lançou “Tempos Extremos”, pela editora Intrínseca. Em 19 de maio a editora e a jornalista promoveram uma conversa no qual os seguidores e interessados em geral podiam enviar perguntas através da hastag #MiriamResponde.

Print da tela

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Professores protestam em frente de PA Lomba do Pinheiro

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Foto: Bruna Souza

Foto: Bruna Souza

No dia 3 de junho acompanhei uma manifestação que houve na frente do Pronto Atendimento da Lomba do Pinheiro. O grupo de professores que aderiram a greve dos municipários de Porto Alegre, iniciada um dia antes. No momento eles gritavam palavras de guerra como “Senhor Prefeito valorize a Educação”.

Publiquei três fotos no Instangram e um texto no meu blog pessoal.

Funcionários e professores da Escola de Ensino Fundamental Saint Hilaire protestaram hoje pela manhã em frente ao Pronto Atendimento Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre. O grupo faz parte dos municipários que aderiram a greve iniciada ontem, 2 de junho. Dentre as reivindicações estava a valorização do professor e da educação.” Leia o restante da matéria no De cabeça para baixo.

Ciclista inicia a segunda de projeto que visitará festas juninas na Bahia

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Amanhecer em São Francisco do Conde/ Divulgação

Amanhecer em São Francisco do Conde/ Divulgação

 

O sonho de todo aventureiro é botar uma mochila nas costas e sair descobrindo histórias e registrando-as. Pois bem, foi assim que nasceu o cicloturismo que consiste em viajar utilizando como meio de transporte uma bicicleta. Este sonho motivou Raphael Araújo, 24 anos, a criar em 2013 o Projeto Ciclo Junino que visitou comemorações juninas em diferentes cidades da Bahia. Neste ano acontecerá a segunda edição do projeto.

A ideia é semelhante a do evento passado, percorrer 15 cidades do Recôncavo Baiano em junho para mostrar as festas de São João. Araújo explica que cresceu na região “acredito muito no seu potencial e quero de certa forma, mostrar para o mundo o quão belo ele é. Sempre tive simpatia pelas cidades que vou passar, muitas delas inclusive já conheço e tenho familiares em uma delas, então de certa forma eu não escolhi o percurso, ele me escolheu”.

Definir este período para viajar não foi difícil, pois de acordo com Raphael ele sempre foi “um fiel apaixonado pelo São João baiano”. O cicloturista explica que antes mesmo de começar a andar de bicicleta já pensava em fazer um mochilão e viajar pelas principais cidades do circuito. “Mas com a bicicleta, tudo ficou mais interessante e divertido. Fora isso, eu acho que o projeto vai mostrar as pessoas que é possível fazer uma viagem limpa e sustentável”.

No ano passado o Ciclo Junino iniciou no dia 18 de junho, porém, a edição 2014 ainda não tem uma data definida para começar, já que antes é necessário que os dias de início dos festejos sejam definidos. O percurso começará em São Francisco do Conde e terminará em Cruz das Almas, dando uma volta que atravessará o coração do recôncavo baiano. Todo o trajeto será realizado pelo ciclista e por mais um grupo (ainda não definido).

O objetivo de Rafael é documentar, através de fotos, as cidades que não tem muita representatividade no São João, como Madre de Deus e Ilha dos Frades. O atleta explica que pretende fazer uma exposição com as fotografias e confeccionar um livreto futuramente. Além de “fazer souvenirs personalizados do projeto para comercializar na minha loja virtual e enviar de brinde para os patrocinadores privados e do Catarse”, conta.

Este não é o único projeto de cicloturismo de Raphael e para conhecer mais sobre os demais é só acessar o site http://cicloexpedicoes.wordpress.com/. Para que os quiserem ver imagens registradas pelo ciclista e saber mais informações sobre o Projeto Ciclo Junino é só acessar a página do Facebook: https://www.facebook.com/ProjetoCicloJunino .

 

Leia a reportagem completa também no site Sou Esporte.

*Este texto foi feito em fevereiro de 2013 e adaptado para a atualidade no site Sou Esporte. Foi escrito durante o freelancer que realizei para a empresa MJV Inovação.