Blog 2 Minutos Handebol

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No segundo semestre de 2009, na aula de Jornalismo Digital, foi proposto que a turma se dividisse em grupos, escolhesse um tema e criasse um blog, que seria mantido ao longo daquele período. As aulas eram ministradas pelos professores André Pase e Ana Brambilla. Foi desta disciplina que nasceu o o blog 2 Minutos Handebol.

O Dois Minutos é um informativo sobre o esporte, um dos mais praticados no País, principalmente nas escolas. Regras, os problemas para as práticas, entrevistas sobre competições, participação do leitor, dentre outros, foram produções realizadas pelo meu grupo, composto por Fernanda Cardoso, Tábata Machado e eu.

Além da produção do conteúdo, escolhemos o tema do blog, criamos a logo, redes sociais.

dois_minutos

As publicações relacionadas a disciplina foram realizadas todas em 2009, nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro.

*Em 2013 o blog foi reativado, com publicações diárias, com nova versão, logo e programa de rádio, de forma independente.

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Projeto Vozes do Rádio – Luciane Franco

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Foto que fiz durante a entrevista

Foto que fiz durante a entrevista

Neste último semestre de faculdade recebemos a missão de contar a história de um expoente do radiojornalismo, e foi isso que fizemos ao entrevistar a jornalista Luciane Franco. Eu fui responsável pela elaboração do blog (na verdade 2).

Acompanhe o resumo do programa:

Um dos expoentes do jornalismo gaúcho, Luciane Franco deu o primeiro passo na área no final dos anos 80, quando ingressou no curso de jornalismo da Universidade Hélio Pena, no Rio de Janeiro. Natural de Porto Alegre, Luciane foi morar cedo no eixo Rio-São Paulo, em virtude de uma transferência de trabalho de seu ex-marido. Inicialmente atuou com assessoria de imprensa, na Confederação Brasileira de Canoagem para, a posteriori, começar sua trajetória nas redações. De volta ao Rio Grande do Sul, vieram passagens por veículos tradicionais, como Correio do Povo, Rádio Guaíba, Rádio CBN, RBS, entre outros. Paulatinamente, uma repórter experiente e com técnica apurada se formava em meio à correria inerente das redações jornalísticas. Além de atuar em campo, tanto na produção como na reportagem de rádio e jornalismo impresso, efetivamente, Luciane trabalhou com assessoria de imprensa posteriormente, no Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) durante a gestão Olívio Dutra, e como apresentadora de um programa diário na rádio CBN. Coberturas marcantes, parcialidade no jornalismo, fatos inusitados e outras estórias envolvendo jornalismo, confira a entrevista na íntegra com Luciane Franco.

Entrevista gravada nos estúdios da FAMECOS, em 20 de março de 2012.

Veja e acompanhe a entrevista nos dois blogs abaixo:

Vozes do Rádio – Luciane Franco

Luciane Franco

The lei de Murphy’s band: um curta para chamar de nosso

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Na cadeira de cinema 2, cursada em 2011/2, tínhamos que montar um curta-metragem de ficção. Queríamos (eu e o meu grupo) fugir dos tradicionais filmes dramáticos ou de suspense e por isso investimos numa comédia. Ela ficou leve, meio tosca, mas podemos chamar de nosso e foi bem divertido realizar esse trabalho. Como produtora fui responsável pela divulgação, e fiquei satisfeita com o resultado.

The lei de Murphy’s band é uma produção de Bruna Santos de Souza, direção de Daiane Pajares e roteiro de Tábata Machado e Reinaldo Fontes.

*Eu fiz o cartaz para divulgação

Rádios comunitárias a identidade de um bairro

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Texto escrito para a disciplina de Redação e Produção em Revista 2011/2.

Nem temporal nem déficit de caixa. Rádios comunitárias superam-se e mantém vínculo de amizade com seus ouvintes.

Por Bruna Santos de Souza.

Em um pequeno estúdio improvisado dentro de uma sala comercial, que capta os sons da rua, comunicadores põem uma rádio comunitária no ar, diariamente, das 7h às 23h. O telefone toca mais uma vez. “Bom dia seu Flávio, estava morrendo de saudades. Como eu te amo, te amo. Amo todos vocês da rádio, amo mesmo!” Essa é a fala de dona Maria, 88 anos, ouvinte assídua da 87.9 FM, rádio comunitária do bairro Lomba do Pinheiro, zona leste de Porto Alegre. O público da rádio não se restringe a senhoras idosas como Maria, também envolve comerciantes e moradores do bairro, Restinga e algumas partes do Município de Viamão. O carinho recebido pelos comunicadores é resultado de um trabalho realizado há nove anos por 14 voluntários coordenados por Flávio Cassal, sargento da reserva do Exército e atual diretor da 87.9 FM.

A rádio comunitária Lomba do Pinheiro começou a partir de uma sugestão recebida por Cassal de um advogado que prestava serviços jurídicos aos moradores do bairro. Na época, o diretor era colaborador do jornal Rota do Trabalhador, que circulou na região mensalmente, por oito anos. Depois da recomendação passou a reunir a documentação necessária para pôr a emissora no ar. Em 2002 aconteceu a primeira transmissão. Segundo Flávio Cassal, o número de ouvintes tem crescido gradualmente. Em junho de 2009, a audiência na parte da manhã atingia 102 pessoas, e no mesmo período de 2011 totalizou 156. No ano de 2010 o público chegou a marca de 1663 ouvintes. A contagem é realizada pelo diretor que anota todas as ligações recebidas pela rádio durante a transmissão dos programas e a partir desta faz a contagem mensal, semestral e anual. De acordo com dados de audiência da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, a rádio comunitária totaliza 5% da audiência matinal da capital gaúcha.

A 87.9 FM presta serviços de divulgação local, como venda de objetos, projetos das associações de moradores e até mesmo busca por pessoas e animais desaparecidos. “Já encontramos pessoas que haviam sumido, unimos casais e ajudamos quem necessita” explica Cassal. A rádio sobrevive de doações feitas por um grupo de comerciantes locais conhecidos como sócio-colaboradores.

Durante um temporal em maio de 2011 um raio atingiu a rede elétrica da região, o que ocasionou a queima do processador de áudio e de seis botões da mesa de áudio. Os aparelhos demoraram algumas semanas para serem consertados, mesmo assim a programação continuou no ar porque a mesa de áudio foi ligada diretamente no transmissor. “O áudio ficou ruim, mas não podíamos ficar fora do ar”, justifica. Para Cassal, a rádio comunitária é de extrema importância, pois e a voz local. “Aqui o bairro tem uma atenção especial, o que não acontece em uma rádio como a Farroupilha ou a Guaíba.

A programação é composta por um programa diário de informações comandado por Flávio Cassal, que além de divulgações de acontecimentos locais e música também realiza a leitura das principais notícias, horóscopo e informações da dupla Gre-nal que saem no jornal Diário Gaúcho. Os demais programas diferenciam-se, mas em geral são de musicais e variam o estilo. Além destes as diferentes religiões também tem espaço na rádio. Estudantes de psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) quinzenalmente vão até a 87.9 FM para prestar aconselhamentos à população local.

A programação é mantida por 13 voluntários que se revezam para não deixar a rádio comunitária sair do ar. Rocha, como gosta de ser chamado, é um dos comunicadores. Morador da Lomba do Pinheiro há 35 anos tornou-se voluntário da 87.9 FM em 2007, por gostar muito de comunicação. Antes de tornar-se locutor participava da programação da rádio como ouvinte, pedindo músicas e informando sobre acontecimentos locais. “É gratificante. Ajudamos quando podemos, conversamos, aconselhamos e damos risadas junto com os ouvintes, não temos público e sim amigos”, comenta.

Mesmo que a programação seja inteiramente voltada a população da Lomba do Pinheiro, quem faz mais sucesso é o personagem Mudinho, um boneco com cabeça de esponja acompanhado por dois periquitos cantantes. O boneco foi presente de um ouvinte e é ele que leva a culpa quando algo sai errado na rádio. Durante um dos programas Flávio Cassal, que estava na locução, acabou colocando a música errada e brigou com o Mudinho, imediatamente vários ouvintes ligaram para a rádio e pediram para ele não xingar mais o boneco.

A importância da comunicação comunitária para os bairros

Atualmente Porto Alegre, segundo a Associação de Rádios Comunitárias (ABRAÇO), existem sete rádios comunitárias legais, ou seja, que funcionam de acordo com a lei federal 9.612, de 1998, outras cinco funcionam ilegalmente. A 87.9 FM foi a primeira da capital gaúcha a funcionar de forma legal.
As rádios comunitárias como a da Lomba do Pinheiro são de extrema importância para as comunidades por serem locais e descreverem não apenas o que acontece na localização como também os problemas que afligem os moradores e as suas soluções. Neka Machado, professora de comunicação na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) destaca a necessidade deste tipo de comunicação para os bairros, pois “é um local de educação e aprendizagem, focado na vivencia daquele ambiente”. Neka explica que é necessário que as rádios comunitárias sejam autônomas para evitar que oportunistas tomem conta deste tipo de comunicação que respeita os diferentes posicionamentos e ideias. Ela lembra que evitando as pessoas mal-intencionadas evita-se que todo o faturamento da rádio vá para uso pessoal e não para o meio de comunicação e interação de uma população.

Foto da publicação impressa 

Foto: Bruna Souza

Foto: Bruna Souza

Entre Linhas – Preconceito

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O Entre Linhas trouxe como assunto principal o “Preconceito”. Falamos sobre a vida das mulheres que optaram vender o próprio corpo para ganhar dinheiro, os que não são bem vistos pela sociedade por causa da sua religião, sobre como são tratados os travestis e como as mulheres negras são tratadas profissionalmente e socialmente.

O programa foi elaborado para a disciplina de Telejornalismo 4.

Rebolado da saúde

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expresso-popular

A reportagem Rebolado da saúde foi criada para o jornal Expresso Popular, uma das atividades da disciplina de Redação e Produção de Jornal, em 2011/1, sendo as aulas ministradas pelos professores Élson Sempé Pedroso, Fábian Chelkanoff Thier e Ivone Cassol.

A reportagem completa pode ser lida abaixo:

Rebolado da saúde

Dança – Mulheres de Viamão montam grupo, fazem dança do ventre e superam problemas de saúde impostos pela idade.

As mãos balançam e acompanham a cadência das músicas da cantora Shakira. O rebolado pro vezes não acompanha o embalo, mas é animador. “Isso nos renova”, salienta Celci Camara Custódio, 68 anos, uma das 12 alunas das aulas de dança do ventre do Grupo Mãos Dadas, no bairro Santa Isabel, em Viamão.

Celci é viúva, mora sozinha, dirige e diz não se sentir só. “Me sinto livre, gosto das alas, tenho uma sensação de liberdade”.

Celci sofre de reumatismo e teve seus movimentos melhorados após começar a dançar. Sempre quis aprender a dança do ventre, porém nunca teve oportunidade. Celci enfatiza que gosta muito do que está aprendendo. “Quando estamos felizes, fazemos toda a nossa família feliz”, concluiu.

A dança do ventre começou em abril de 2010 e, desde o princípio, teve uma boa aceitação no grupo. A professora Marinei Santos Rosa explica que os exercícios são diferenciados e voltados para a terceira idade. para a professora, essas atividades não estimulam apenas o corpo, mas também a autoestima, “a maioria vai ficando depressiva e se sente menos mulher”. Assim que percebem que podem cantar e dançar, superam as limitações impostas pela idade e pelas doenças. Ela lembra que “têm senhoras que chegaram sem poder andar direito e hoje se movimentam perfeitamente”.

O casal Maria José Medeiros de Melo, 51 anos, e Manoel de Melo participa do grupo, mas fazem atividades diferentes. Ele pratica biodança, e Maria começou em dezembro de 010 a dança do ventre. Depois das aulas, ela melhorou muito a sua parte física. Não foi só o condicionamento do corpo que melhorou, a vida do casal também teve seu avanço. “O namoro ficou melhor”, confidenciou Manoel, um pouco envergonhado.

As bailarinas se apresentam em eventos da cidade de Viamão e ganharam o primeiro lugar, no final do ano passado, em uma competição municipal. No evento, elas concorreram com diversos grupos de dança. A vitória foi uma surpresa, já que os competidores eran bem mais jovens que do grupo. “Fiquei muito orgulhosa delas”, conta Marinei.

Exercício para corpo e mente

A Universidade de Campinas (Unicamp) fez uma pesquisa em 2008 sobre a dança como atividade física para idosos. Os pesquisadores comprovaram que a atividade, além de exercitar i corpo, faz bem para a memória e desenvolve habilidades como força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade. Com o passar do tempo, as pessoas deixam de exercitar a área do cérebro responsável por essas ações para estimular outras regiões como a que controla a ansiedade e a motivação.

Tudo isso porque ao memorizar os passos da dança ativam partes do cérebro que estavam adormecidas.

Locais para a praticas de esportes

Assim como Viamão, outras cidades da região metropolitana também possuem grupos de pratica esportiva para idosos. Veja algumas delas:

* Secretária Municipal de Esporte e Cultura (Semec), de Ivoti, oferece cursos de alfabetização, além de vários eventos para a terceira idade. Fica na Rua José de Alencar, 780. Telefone: (51) 3563-6788

* Programa Maturidade Ativa do Sesc Rio Grande do Sul realiza diversas atividades direcionadas para quem tem mais de 60 anos. Para maiores informações: 3284-2000

* Projeto de Bem com a vida da Secretária Municipal de Esportes (SME), de Porto Alegre, realiza diversas atividades físicas direcionadas ao idoso. Mais informações pelos telefones: (51) 3289-4868, (51) 3289-4850 e (51) 3233-8591 em horário comercial ou no local.

Rede de esgoto é problema para moradores na Nova São Carlos

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Texto escrito para a disciplina de Redação jornalística ministrada pelo professor Marques Leonam

O saneamento básico ainda é problema para os moradores da Nova São Carlos, na Lomba do Pinheiro. As redes existentes têm de ser refeitas e novas devem ser construídas, o que facilitaria o escoamento das chuvas, que ultimamente vem alagando casas. Para a vice-presidente da associação de moradores Denise Pereira da Rosa,o empurra-empurra entre o DEP e o DMAE dificulta a solução do problema.

No orçamento participativo deste ano a comunidade ganhou o assoreamento do Arroio Tiririca. Contudo, para a presidente da associação de moradores Teresinha Beatriz Medeiros “o assoreamento do arroio certamente não irá ser feito, pois não há condições para o trabalho,já que no local se encontra muito lixo e foram construídas casas irregulares”.

Teresinha salientou que grande parte do problema com esgoto vem de acessos que foram feitos sem regulamentação. O descaso de alguns moradores com o lixo acaba deixando o escoamento de água muito mais difícil, porque trancam as bocas de lobo.

A história da comunidade que lutou por seus direitos

A Nova São Carlos, removida para a Lomba do Pinheiro no início da década de 1980 e não dispunha de nenhuma condição de vida. Não havia água encanada, nem redes de esgoto e a energia elétrica era precária.
No final dos anos 80 e início dos anos de 1990 os moradores fizeram barricadas para protestar contra as más condições de vida que tinham. Terezinha Medeiros lembra que “foram eles os primeiros a fazer aquele tipo de protesto no bairro”. No primeiro momento conseguiram a água encanada, depois o esgoto cloacal e fluvial.

Porém, mesmo depois de 20 anos, o esgoto ainda é problema, já que a comunidade cresceu muito durante esse período. Um censo realizado pela associação estima que há no local mais ou menos 2500 moradores.

Este texto foi escrito no 1º semetre de 2010, ou seja, quendo eu estava cursando o 4º semestre. Quem avaliou foi oprofessor Leonam,um dos mais fofos da Famecos.

No Mapa a localização da comunidade e os serviços oferecidos no Bairro.