O planejamento garante a sobrevivência das franquias mesmo com a crise econômica

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Meu último texto para o site Mapa das franquias foi sobre como as franquias podem sobreviver a este período de instabilidade econômica que o Brasil vive neste momento. Nesta matéria conversei com o professor universitário Guilherme Castanheira, especialista em gestão. Abaixo está a reportagem.

O planejamento garante a sobrevivência das franquias mesmo com a crise econômica

Traçar estratégias é essencial para o empreendedor que deseja o sucesso, independente se a franquia é de marca tradicional ou nova no mercado.

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~ publicada em 1 de setembro de 2015 ~

Mesmo com o período de instabilidade econômica o mercado franquias segue em expansão. No primeiro trimestre deste ano o setor cresceu 9,2%, segundo dados a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Mas as marcas mais fortes e conhecidas levam vantagem? Isso depende do planejamento estratégico de cada empresário e de cada rede, falou Guilherme Castanheira, professor de empreendedorismo e plano de negócio na Univiçosa, em Minas Gerais.

Em um momento de crise econômica as expectativas de negócios são diferentes, no entanto nem sempre as marcas mais tradicionais terão vantagens frente as novas. Castanheira explicou que o consumidor adapta os seus costumes, e não os deixa de fora da sua rotina. Assim, as marcas mais tradicionais podem ter mais lucros, o que não impedirá que as menos conhecidas obtenham bons resultados, já que tudo dependerá das estratégias usadas. “O que as pessoas querem é rapidez no atendimento, confiança, um ambiente legal e preços que caibam em seus bolsos, quem consegue se adaptar a isso tem sucesso”, ressaltou.

Guilherme disse que com a recessão os empreendedores devem focar nas estratégias de suas empresas, ver o que está mudando no mundo dos negócios, traçar novos planos, se for necessário.

Sobre o crescimento do setor de franquias e do aumento de unidades abertas, Castanheira lembrou que no Brasil as microfranquias já são realidades e crescem a cada ano, muito em virtude do baixo investimento nas marcas. Com o mercado de trabalho sentindo fortemente a crise, no qual muitos trabalhadores perdem suas ocupações, o empreendedorismo ganha. Aquela pessoa que ficou desempregada, por exemplo, pega o seu fundo de garantia e investe no próprio negócio. “Antes isso era tido como ruim, pois o trabalhador ficava sem emprego e montava no quintal da casa o seu negócio. Contudo, hoje é bem diferente. Ser empreendedor é uma opção de carreira profissional. O empresário abre a sua empresa, mas ele estuda antes, faz cursos, busca por informações e investe, em muitos casos, em franquias”, explicou Guilherme que continuou “claro que algumas partes do mercado vão sofrer com a recessão, mas outros não, e o otimismo vem desta última ideia”.

O impacto da crise econômica atinge a todos, independente se a marca é mais conhecida ou é nova. Entretanto os reflexos podem ser menores naqueles que utilizam corretamente algumas ferramentas de gestão. “No momento é hora do empresário fazer o dever de casa, é imprescindível. Veja o caso do Bob’s. Com a queda do faturamento, os responsáveis estudaram a empresa, planejaram, reformularam a gestão e a marca, e hoje retomaram o sucesso”, ressaltou o especialista.

Além disso, não existe um setor do franchising que terá mais êxito que o outro. Castanheira lembrou que anos atrás era impossível pensar em lavagem de carro a seco, porém com o problema da falta d’água, as franquias deste tipo de lavagem são muito buscadas pelos consumidores. “O sucesso de uma franquia, mesmo durante a instabilidade econômica não depende apenas da marca. É preciso saber se o empreendedor gosta do que faz, se o produto ou serviço oferecidos são bem-aceitos na região, e principalmente, se o planejamento está sendo executado e atualizado”, concluiu Guilherme.

Simplicidade e carinho como coisas de mãe

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A crise econômica não abalou as vendas da Bolo da Madre que dobrou o número de vendas, de faturamento e pretende chegar a 100 franquias nos próximos anos.7

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~ publicado em 14 de agosto de 2015 ~

Com quase dois anos de vida a franquia Bolo da Madre já consegue bater recordes e superar as expectativas e objetivos planejados no começo da marca. A simplicidade e jeito de casa da mãe são vendidos junto com os bolos. “Vendemos sensações, atenção e carinho”, ressaltou Fernanda Castanheda, cofundadora da Bolo da Madre.

A Bolo da Madre nasceu da parceria de duas pessoas, e quase que por acaso. Daniela Schiavo, sócia da marca e também criadora, era aluna da academia onde Fernanda possui uma franquia. Em uma conversa, Daniela contou sobre os preparativos para a festa de aniversário do filho, mas da decepção com o bolo. A festa seria simples, daquelas com docinhos, cachorrinho-quente e refrigerante, por isso, ela queria um bolo simples. Só que quando a encomenda chegou veio todo enfeitado e nada tinha a ver com o tema da comemoração, nem com o que foi pedido por Daniela, contou Fernanda, que acabou fazendo um bolo para o aniversariante. A partir daí nasceu o conceito de simplicidade e carinho, e a Bolo da Madre começou a ser planejada.

Por possuir junto com o marido 19 franquias, da marca Max Place Lavete, Castanheda acredita que isso foi fundamental para montar o projeto da rede de bolos. “A minha experiência como franqueada foi essencial para olhar o nosso franqueado, saber quais são as suas dificuldades, e principalmente, para a rede não desagradá-los. A proposta é que eles prestem bem o serviço, mas para isso precisam ter na retaguarda uma equipe para dar suporte. Logo, a nossa base é muito importante”, explicou a empresária.

Fernanda salientou que o franqueado da Bolo da Madre tem que ir além do financeiro. Segundo ela não basta que ele tenha dinheiro para investir na marca, mas deve ser uma pessoa esclarecida, que conheça o mercado e a linguagem comum aos empresários, afinal ele será o líder da sua equipe, que contará com pessoas que façam os bolos e as vendas. Os produtos vendidos pela Bolo da Madre são feitos nas franquias, utilizam ingredientes naturais, logo, o tempo de vida dos bolos são curtos, o que impossibilitaria serem feitos pela matriz da rede.

A concorrência não é uma coisa que preocupa a Bolo da Madre. “Eles são essenciais para o negócio, contudo preferimos manter o foco no nosso business. O nosso conceito de marca é diferente. Vendemos sensações e ela é importante para nos impulsionar a fazer melhor”, comentou.

A crise econômica que o Brasil está vivendo não é um problema para as franquias da Bolo da Madre. A empresária enfatizou que rede dobrou em faturamento e em número de bolos vendidos, neste ano. Em 2014 fechou com o 2,5 milhões a mais no caixa. Além disso, o sucesso também reflete no número de franquias abertas. Em um ano e meio a marca já possuí 22 unidades em funcionamento, sendo uma própria, em Jundiaí, São Paulo. O planejamento prevê abrir 100 franquias dentro do prazo de quatro anos.

Perguntada se está satisfeita com os resultados que a Bolo da Madre está demostrando, Fernanda respondeu: “sim, e bem grande. É a nossa essência. É bom saber que trazemos alegria aos clientes e aos franqueados. Fizemos tudo com as nossas mãos, cuidamos de todos os detalhes, são mais que bolos, são coisas de mãe”.

A entrevista pode ser lida também: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/simplicidade-e-carinho-como-coisas-de-mae

Agosto de 2015: dedicação nas franquias home-based e quando a franquia não dá retorno foram assuntos no Mapa das Franquias

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Em agosto de 2015 dois assuntos cerca a administração de franquias: o que é preciso o empreendedor ter para conseguir manter uma home-based, e o que o franqueado pode fazer quando o empreendimento não dá o retorno financeiro prometido. Sobre estes dois temas tive o prazer de reportar e sanar que certamente os leitores têm. Confira trechos de cada reportagem, lembrando que ao final de cada texto a o link para quem estiver com vontade de ler o material completo.

Dedicação e disciplina são essenciais para quem quer ter uma franquia home-based

O custo fixo e de investimento baixos atraem empreendedores, mas todos possuem o perfil desejado para investir neste mercado?

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As franquias home-based são ideais para quem busca ter uma empresa com custos fixos baixos e que dá uma certa liberdade. Mas para adotar este tipo de trabalho é necessário dedicação e disciplina. E o mercado, também conhecido como microfranquias, tende a crescer no Brasil. Só em 2014 o setor avançou 15%, e neste ano a perspectiva é ainda maior, visto que a modalidade empresarial está sendo reconhecida. Além disso, a crise econômica que o país vive atualmente também influencia os empreendedores a investir no home-base, pois o investimento é baixo e o retorno financeiro acaba se tornando rápido, de acordo com o Master Franqueado, responsável pela venda das franquias no Brasil da WSI Consultores, Marcelo Cruz.

A grande vantagem de investir em uma franquia home-based é o custo fixo baixo. Já que não há a necessidade de um escritório e de uma secretária, explicou Cruz que ainda disse que outra vantagem está no custo nulo de deslocamento, quando se trabalha em casa não é necessário ir até a empresa, ele pode ir direto até o cliente, isso gera uma economia, que no final do mês faz uma grande diferença.

Contudo, não se deve confundir uma microfranquia com uma empresa de menor porte e menos concorrente. “As pessoas confundem a home-based com um negócio pequeno, mas não é. Hoje, por exemplo, nossos franqueados faturam US$ 1 milhão por ano, sem sair de suas casas. Um problema é que ainda os clientes preferem ver a estrutura da empresam, mas essa é uma visão que muda aos poucos”, salientou Marcelo.

Veja a entrevista completa em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/dedicacao-e-disciplina-sao-essenciais-para-quem-quer-ter-uma-franquia-home-based

A franquia não dá o retorno financeiro prometido pela franqueadora. O que fazer?

Especialista explica o franqueado deve se proteger no momento de assinar o contrato.

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Muitos franqueados contam que quando pesquisaram sobre a marca escolhida, viram o anúncio e conversaram com o franqueador receberam a notícia que o retorno do investimento seria rápido. Encantados pela proposta, e a fim de receber de volta tudo que foi gasto com a abertura da franquia rapidamente, muitos empreendedores acreditam, mas só percebem que foram enganados depois que a unidade já está em operação. Neste caso, o que o franqueado pode fazer? Será que existe franquia com faturamento e sucesso rápido? Como o empreendedor poderá se proteger de ser enganado? Essas questões foram respondidas por Alberto Lima Leite, analista financeiro e especialista em franquias. Confira abaixo a conversa que tivemos com ele.

Mapa das franquias: O franqueado não está tendo o retorno financeiro que foi prometido na abertura da franquia. O que ele pode fazer?

Alberto Lima Leite: Todo o relacionamento comercial entre franqueador e franqueado deve ser normatizado segundo definições da Lei de Franchising 8.955/94 e mais especificamente dos direitos, deveres e informações gerais contidas na Circular de Oferta de Franquia, emitida pelo Franqueador e homologada pelo Franqueado.

Para que o franqueado possa tomar uma atitude legal contra o franqueador é imprescindível que o assunto relativo a reclamação esteja definido na Circular de Oferta de franquia (COF). É comum vermos peças de propagandas de franquias com informações acerca do tempo de retorno do investimento, que muitas vezes têm um peso considerável na decisão pelo candidato à franquia, mas que se não estiverem definidas na COF, não poderão embasar ações judiciais reclamando compensações ou reparações financeiras.

O franqueado deve ter do franqueador um suporte de acompanhamento e orientações de gestão que evite prazos de retorno mais longos, e sim, a garantia de que ocorrerão conforme anunciados. A melhor alternativa nesses casos é levar o assunto ao Franqueador e tentar obter prorrogações/diminuições de pedidos de produtos, prorrogações de pagamentos de títulos, devolver itens com altos estoques ou quaisquer outras medidas que lhes permitam incrementar seu fluxo de caixa e antecipar o retorno do seu investimento.

Mapa das franquias: O franqueado poderá planejar ações a longo prazo para conseguir aumentar o faturamento tranquilamente?

Alberto Lima Leite: Há uma regra de ouro que deve estar sempre presente na mente do franqueado: ele e somente ele é o grande gestor do negócio e por isso mesmo, o único responsável por seu sucesso ou fracasso. Um sistema de franquia lhe oferece uma marca de produto ou serviço, um método de trabalho ou uma tecnologia para que se integre a essa força de vendas, diz o que fazer e como fazer, porém é o franqueado que vai dar vida a essas ações e nesse objetivo ele pode fazer o que sua experiência e competência permitirem, desde que não agrida o que ficou acertado na COF.

Mapa das franquias: Vira e mexe franqueados reclamam que quando vão atrás de uma franqueadora o que lhes é dito é uma coisa, mas depois da empresa aberta a realidade é outra. Antes de fechar o contrato, como o franqueado pode ser proteger e não ser enganado?

Alberto Lima Leite: Volto a frisar a necessidade imperiosa da contratação de um consultor especializado. Lamentavelmente esses fatos ainda ocorrem especialmente nas franquias de até terceira geração.
Nas franquias de quarta geração, além dos requisitos formais da franquia de negócio formatado, os franqueadores passam a se diferenciar entre si pela qualidade do sistema e da prestação de serviços à rede, como treinamentos periódicos, reuniões previamente agendadas com os franqueados, possibilidade de recompra de unidades, apresentação e avaliação de relatórios e, sobretudo, uma maior participação dos franqueados nas decisões tomadas pelo franqueador nas ações que digam respeito a toda rede, o que, no entanto, se pode verificar, na prática, já existir nas franquias de terceira geração.

A entrevista completa pode ser lida em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/a-franquia-nao-da-o-retorno-financeiro-prometido-pela-franqueadora-o-que-fazer

Julho de 2015: pizzas, feira da ABF, internacionalização do Giraffas e as franquias da moda

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Julho de 2015 foi bem agitado para essa jornalista que lhes escreve, mas neste post irei focar apenas nas matérias que envolvem os negócios e o que foi publicado no site Mapa das Franquias. No sétimo mês do ano tive o prazer de contar boas histórias e conversar com diferentes empresários. Os destaques foram: mercado de pizzas, a internacionalização do Grupo Giraffas, os resultados para os franqueadores que expuseram pela primeira vez ABF Franchising EXPO, realizada em São Paulo (SP). Assim como nos demais meses, aqui estarão trechos e ao final o link de direcionamento para quem estiver interessado em ver o conteúdo completo.

O mercado de pizza segue aquecido mesmo com o período de crise brasileira

Patroni investe em inovações, lança novo cardápio, mantém qualidade das pizzas e cria novo modelo de franquias para acompanhar inovações sociais.

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O mercado de pizza segue aquecido mesmo com o período de recessão que o País vive. De acordo com o Sebrae, em 2014, o Brasil contava com cerca de 15 mil pizzarias, sendo que o setor movimentou cerca de R$ 22 milhões por dia. Com uma alta concorrência, o indicado é que as empresas não invistam apenas na baixa dos preços, mas inovem, seja nas receitas, nas embalagens ou nos serviços. O mercado de franchising segue essa tendência. Redes, como a Patroni, se renovam para manter os clientes, atrair novo público e não perder o faturamento.

Rubens Augusto Júnior, presidente da Patroni, explicou que a empresa tem inovado, para acompanhar as mudanças sociais que o País vive e consiga se manter ativa, mesmo no período de instabilidade econômica. A primeira alteração foi da identidade visual da Patroni. Depois, remodelou-se o cardápio oferecido nas unidades da rede, no qual o novo modelo é composto por um mix de pratos apurados e mais simples para facilitar a decisão final do cliente, já que assim a eficiência do atendimento é mantido, e as pizzarias mantém o faturamento.

Um dos destaques da reformulação do cardápio foi a atualização das parcerias, que englobam ações fixas e sazonais, que são trabalhadas em diferentes períodos ao longo do ano. Na primeira ação o produto em parceira com a Unilever é o Grill Don Patroni com arroz cremoso Hellmann’s, composto por arroz cremoso Caprese, frango ou carne grelhados com salada Patroni e mais dois acompanhamentos. Outra opção, é o Bife com Fritas. O prato é composto por um suculento bife acompanhado da exclusiva batata rústica da McCain e acompanhamentos à escolha do cliente. E também, a extensão da linha dos famosos parmegianas da rede, com leitura de sabores de pizza, como o Parmegiana Pepperoni.

Mesmo com as inovações, as pizzas seguem sendo o carro-chefe da rede, sendo que o maior diferencial da Patroni é “o carinho na elaboração de uma pizza verdadeiramente artesanal, massa preparada e aberta na hora na frente do cliente, e assadas em forno a lenha. A forma de fazer pizzas como nos velhos tempos, preservando a qualidade do produto e culinária caseira”, ressaltou Rubens Augusto Júnior.

A Patroni não modificou apenas o cardápio, como também alterou o modelo de negócios. Durante a ABF Franchising Expo 2015, realizada em junho, a rede apresentou um novo modelo de franquia: A Patroni Expresso. O modelo é 63% menor, se comparada com a Patrono tradicional, tem o atendimento mais rápido, e no cardápio as pizzas conhecidas pelo público, serão vendidas por fatias, além da venda de hot dog, salgados e sorvetes. O investimento também é menor, por volta de R$ 150 mil, abaixo dos demais modelos.

Leia mais em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/o-mercado-de-pizza-segue-aquecido-mesmo-com-o-periodo-de-crise-brasileira

Empresários comemoram resultados da ABF Franchising Expo

Responsáveis pela Feira destacam que o mercado de franquias se mantêm aquecido mesmo com a economia brasileira passando por dificuldades.

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Em junho aconteceu em São Paulo, Capital, um dos maiores eventos relacionados ao mercado de franchising, ABF Franchising Expo. Nesta 24ª edição da Feira, 480 marcas brasileiras e internacionais foram expostas, sendo que destas 78 participaram pela primeira vez. O resultado foi positivo, de acordo com os empresários. A Ice Cream, por exemplo, foi para o evento com o intuito de ser conhecida, mas saiu de lá com empreendedores interessados na rede. Além disso, o balanço feito pela própria Associação indicou que a crise econômica não está abalando o setor de franquias, pelo contrário.

A ABF Franchising Expo foi realizada dos dias 24 a 27 de junho. Bateu recorde de visitantes, já que a estimativa foi de que 64 mil pessoas circularam pela Expo Center Norte, local onde foi realizada a Feira. O aumento de público, de marcas participantes e dos interessados em abrir franquias demostrou que o mercado não está sentindo os reflexos da crise econômica brasileira. Juarez Leão, diretor de Treinamento, Cursos e Eventos da ABF, explicou “o mercado de franchising já vinha demonstrando sinais de resiliência com crescimentos nominais expressivos em 2014 e no primeiro trimestre de 2015. O movimento verificado na feira é mais um forte indicativo de que o empreendedor brasileiro considera o sistema de franquias seguro e uma opção viável de investimento de médio e longo prazo frente ao atual panorama econômico”.

Das marcas que participaram pela primeira vez, nos conversamos com algumas e abaixo demostramos um pouquinho de três delas, que além de serem novatas na Feira também possuem pouco tempo de vida e investem no setor de franchising: Ice Creamy, Amabilità e Água Inmaculada.

Leia o que cada empresário disse em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/empresarios-comemoram-resultados-da-abf-franchising-expo

Investir em franquias com produtos da moda é seguro?

Existem riscos altos e vantagens apontou especialista em franchising em entrevista.

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Produtos entram e saem de moda. O mercado de franquias não está de fora. Mas investir em marcas que são top no momento é seguro? O especialista em franquias, Leandro Silva, coordenador do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário Newton Paiva, acredita sim, apesar dos riscos, desde que sejam tomadas medidas, projeções a longo prazo e também se realize estudos prévios de clientes. Um produto mesmo que fora de moda pode cair gosto do consumidor.

Além disso, a segmentação de produtos e serviços atrai um nicho específico de clientes e isso pode manter a empresa mesmo em períodos de crise, desde que com cuidados. Confira a conversa que tivemos com o professor Silva.

Mapa das franquias: Muitos produtos estão em foco no momento e atraem clientes e também empreendedores que acabam investindo nas vendas destes produtos. Exemplos são as boutiques de carnes, joalherias, cervejarias artesanais, restaurantes especializados em ceviche e etc. Quais os riscos de abrir uma franquia que é especialista apenas em produtos específicos?

Leandro Silva: Primeiramente temos que entender que, qualquer segmento que seja baseado em uma moda ou modismo, tem que ter um retorno dos investimentos em curtíssimos prazos! A própria palavra já determina: é moda, algo que tende a ser passageiro. Por isso, na minha opinião, eu não colocaria um centavo antes de ter 150% de que o retorno será antes de um prazo de dois anos. Se possível, antes de um ano. Uma outra observação que temos que ressaltar é o fato de que segmentos especializados são, na verdade, nichos de mercados. E uma das coisas que sempre me preocupa neste segmento é se existe, de fato, um número de clientes na localidade que poderá gerar uma demanda real e garantir a liquidez da empresa.

Mapa das franquias: Quais os ricos que o empreendedor tem ao adquirir uma franquia da moda?

Leandro Silva: Além dos riscos anteriormente ressaltados, ficar endividado ou ir a falência!

Mapa das franquias: Quais as vantagens que o empreendedor tem ao adquirir uma franquia da moda?

Leandro Silva: Primeiro, por ser da moda, é um produto ou serviço que está entre as tendências de mercado e normalmente estes tipos de produtos ou serviços atraem clientes por si só. Assim, a possibilidade de ter de desbravar mercado é bem menor e a possibilidade de retorno inicial ser maior, é bem factível. Esta é a maior vantagem, já que, alguns investimentos na captação e desbravamento de novos mercados será bem menor do que uma franquia tradicional!

Confira a entrevista completa: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/investir-em-franquias-com-produtos-da-moda-e-seguro

Rede Giraffas internacionalizou a marca e hoje tem 10 unidades no EUA

O interesse em investir em franquias no exterior aumentou em virtude da situação econômica brasileira. Mas há desafios em abrir uma unidade fora do País.

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O Giraffas foi criado em 1981, em Brasília, hoje é uma rede multinacional com 410 restaurantes espalhados pelo Brasil e Estados Unidos. Em 1991 a marca entrou no mercado de franchising e em 2011 tornou-se sócia da Tostex. A primeira unidade em solo norte-americano foi aberta no mesmo ano. Expandir para fora do Brasil foi uma forma que o Giraffas encontrou de entrar no maior mercado consumidor de fast-food, conhecer as tecnologias que cercam este segmento, conhecer como funciona a concorrência e trazer para a empresa, no Brasil, essa experiência. Além disso, com a economia em crise, muitos empreendedores estão pensando em abrir uma franquia no exterior. Eduardo Guerra, diretor de Expansão do Grupo Giraffas, conversou conosco e falou sobre a internacionalização da marca.

Em 2006 o grupo Giraffas começou a estudar o mercado norte-americano e cinco anos depois foi inaugurada a primeira unidade, na Flórida (EUA). Guerra salientou que o principal desafio da rede foi “conseguir formatar um conceito que tivesse a essência da nossa marca, que é a brasilidade, e com aderência aos consumidores americanos. Isso faz com que tenhamos capacidade de crescimento em escala dentro dos EUA. E nosso caminho demonstra que temos tido sucesso nesse quesito”.

A expansão internacional do Giraffas tem como foco no momento apenas dos Estados Unidos. Claro que ir para outro país traz alguns problemas, principalmente culturais e econômicos. “A implantação de um negócio em um local bem diferente daquele a que estamos habituados traz alguns transtornos. Ultimamente temos convivido com a alta do dólar, isso faz com que a demanda de investimento em real seja maior. É necessário se adaptar a isso e criar condições para manter a expansão e resultado mesmo dentro desse cenário”, explicou o diretor.

Enfrentar a concorrência dos fast foods norte-americanos exigiu que se estudasse o mercado local e o público-alvo. Assim, desenhou-se um novo modelo de negócio: o Fast Casual, um formato de restaurante que une a agilidade do fast-food a um ambiente mais aconchegante e serviço em mesa. “Esse é o segmento que mais cresce nos EUA. Apesar da mudança de segmento, nosso DNA ainda é o tradicional arroz e feijão e no corte de carne mais conhecido no Brasil, a picanha. Outro ponto importante é a hospitalidade típica brasileira, um grande trunfo para concorrer com as redes locais. Também possuímos no cardápio uma variedade de saladas e também café da manhã”, ressaltou Eduardo ao falar sobre a concorrência nas franquias do exterior.

Veja mais detalhes em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/rede-giraffas-internacionalizou-a-marca-e-hoje-tem–unidades-no-eua

O efeito Medina agitou o mercado ligado ao surf

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Diretor da Star Point acredita que todos ligados ao esporte devem apoiá-lo e ajudá-lo a se desenvolver, já que os atletas levam para o mundo o nome do País.

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~publicada em 8 de junho de 2015 ~

Quando um atleta ou uma equipe vence um grande campeonato indiretamente todos ganham. No Brasil o futebol é o que mais tem divulgação, mas os demais desportos também possuem fãs, contudo, ao vencerem torneios importantes a legião de seguidores aumenta. Recentemente isso aconteceu com o surf brasileiro. Com o título mundial conquistado por Gabriel Medina, no fim de 2014, sendo essa a primeira conquista brasileira na competição, o interesse pelo esporte aumentou. O mercado de franquias ligado ao surf sentiu reflexos positivos. Este resultado agradou não apenas o mundo dos negócios, mas aqueles que querem ajudar a desenvolver a modalidade no País. É o caso da rede de franchising Star Point.

A empresa foi criada em 1984 e em 2000 entrou para o mercado de franquias. De acordo com Tucano, diretor da rede, explicou que entrar neste ramo é a forma mais fácil e rápida de expandir uma marca. O diretor externou que ao analisar o mercado, na época, percebeu que faltava algo no varejo em geral, uma forma de comércio como a Star Poit, que já estava ligada ao negócio 2.0, e os shoppings eram o foco.

Atualmente a rede de surf wear possui 20 unidades espalhadas pelo País. Perguntado se a crise econômica brasileira assusta, Tucano salientou que não. Ele acrescentou que cada empresário tem a sua forma de tocar os negócios e enfrentar a crise, além disso o diretor falou que o fator de queda nas vendas também está ligado maturidade do shopping no qual a unidade está instalada. Os centros comerciais mais antigos e com excelência em atendimento seguem atraindo clientes mesmo quando há crise. “É neste momento que os franqueados podem colocar mais as mangas de fora. Ter o controle total das finanças, da sua ‘nave’. Quem tem esse controle sente menos os reflexos da recessão. E na verdade, acredito que no momento temos mais um sentimento de insegurança, do que uma crise econômica de fato”, ressaltou.

Mesmo que o surf seja um esporte de praia, ligado ao verão, no inverno o faturamento das lojas não cai. Como as ondas na estação fria são melhores e maiores, a busca pelos equipamentos se mantém. De acordo com Tucano o faturamento no inverno é semelhante ao verão, porém, o que muda é perfil dos produtos mais buscados pelos clientes, por exemplo, nesta época do ano as roupas de borracha são as mais vendidas.

Com o bom desempenho dos atletas brasileiros em competições internacionais no skate e no surf fazem com que a procura por roupas e demais produtos ligados a estes esportes aumente. Com o primeiro título brasileiro Mundial de Surf, conquistado no ano passado por Gabriel Medina, a divulgação pela grande mídia aumentou. “Hoje o surf é capa dos grandes jornais. O efeito Medina já traz algumas consequências positivas para o esporte. Aumentou o número de praticantes, e as crianças já pedem para aprender a surfar. Isso mexe com toda uma cadeia produtiva. Pois antes de colocar a criança no surf, os pais a colocam em uma escolinha de natação. Além disso, aumenta a venda de acessórios e equipamentos”, contou Tucano.

A Star Point patrocina atletas, expedições e eventos. Um dos projetos é a Real Surfer’s Life, no qual nove surfistas, três expedições e quatro competições recebem apoio financeiro. “Toda a empresa que vive de um esporte tem a missão de apoiar o desporto. São os atletas que projetam o esporte para o mundo e faz a máquina girar. Sem o patrocínio aos eventos e atletas o esporte não tem como se desenvolver”, concluiu Tucano.

A entrevista também pode ser vista em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/o-efeito-medina-agitou-o-mercado-ligado-ao-surf

Junho de 2015: franquias de alimentação

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Em junho de 2015 o destaque no site Mapa das Franquias (nos materias produzidos por mim) foram as franquias de alimentação, em diferentes setores, ou melhor, setores. Foi de sorvete a festa junina, passando em restaurante e em cafeterias. Confira trechos das reportagens, sendo que no final de cada um há o link de direcionamento para ler os artigos completos.

A Paleteca inova para não perder clientes com o inverno

Rodrigo Reich conversou conosco e explicou que as paletas são encaradas pelos brasileiros como uma sobremesa saudável e não apenas como um sorvete.

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As paleterias foram uma febre no ano passado e no verão 2015. Agora as empresas passam por um teste. Sem o modismo e no inverno, estação no qual o consumo de sorvetes no Brasil diminui, como as marcas estão se preparando para sobreviver? Planejamento é a palavra-chave, segundo Rodrigo Reich, gerente de Marketing e Relacionamento da Paleteca. Reich explicou em entrevista que o momento é propício para organizar a marca, investir no que está dando certo e inovar. Atualmente a marca possuí mais de 80 unidades abertas em diversos estados e o faturamento chegou aos R$ 20 milhões, em 2014. Confira a conversa completa que tivemos com Rodrigo.

Mapa das franquias – Quais as próximas ações da Paleteca para manter os clientes durante todo este ano?

Rodrigo Reich – A partir de julho alguns licenciados contarão com o cartão fidelidade para os clientes, além disso, também iniciamos presença na região Norte. Em abril abrimos nosso primeiro ponto de venda no Pará e em maio a loja em Manaus. Assim a Paleteca ampliou sua presença para 14 estados brasileiros. Também estamos investindo R$ 7 milhões para ampliar a nossa capacidade produtiva.

Mapa das franquias – As paleterias viraram moda no verão brasileiro, contudo, foi uma febre que passou. Este não é um fato novo e é recorrente no ramo dos negócios. Também sabemos que muitas empresas que abrem em virtude de uma moda acabam fechando. Como a Paleteca está se preparando para evitar acabar junto com a febre das paleterias ou perder em faturamento?

Rodrigo Reich – Entendemos que se trata de um segmento muito competitivo, mas há também, oportunidades de expansão. As regiões Norte e Nordeste são mercados com boas perspectivas. Em abril abrimos nosso primeiro ponto de venda no Norte, em Parauapebas, no Pará. E temos previsão para abertura de novas lojas neste ano em todo o Brasil. Atualmente temos 85 lojas em operação.

Além disso, a proposta da Paleteca é oferecer sempre um mix de produto atraente para o consumidor. O nosso principal diferencial é a qualidade do sorvete. Sabemos que se trata de um mercado competitivo, por isso nossa estratégia para seguirmos fortes neste segmento será inovar sempre, nos tornando referência de mercado. Nosso faturamento em 2014 foi de R$ 20 milhões e esperamos aumentá-lo neste ano.

Confira a entrevista completa: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/a-paleteca-inova-para-nao-perder-clientes-com-o-inverno

Chef de Buteco: um sonho a ser compartilhado

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A gourmetização apesar de ser um fato não ocupa o tradicional nos pratos servidos no restaurante da marca que presa pela qualidade.

Um sonho pode virar realidade em dezembro passado quando o Chef de Buteco, em São Paulo, foi aberto. Um sonho que dentro de muito breve será compartilhado, graças a marca nascer como uma rede de franchising. Atualmente há apenas uma unidade em operação, mas até o final deste ano a capital paulista receberá mais um restaurante.

O diferencial do restaurante está no cardápio que não foge do tradicional, mas pratos conhecidos dos frequentadores dos bares levam um toque especial, novos temperos, sabores, ou melhor, um toque do chefe. O nome, explicou o empresário Maurício Mantovani, vem desta união: Chef porque leva elementos especiais, e Buteco, pois vem dos pratos tradicionais e do termo usado no interior (com u ao invés do o).

A marca nasceu em dezembro de 2014, desde o começo conquistou os paladares dos clientes. De janeiro a junho a média de crescimento em pratos servidos no almoço é de 300%. Cerca de 100 pratos executivos por dia são servidos. A meta é crescer 50% em agosto. “No cardápio possuímos uma sugestão diária, mas temos o prato pronto. Não dá para fugir deste detalhe ou a empresa quebra”, contou Mantovani. Pretende-se abrir até o fim de 2015 a segunda unidade da rede, sendo que serão lançadas mais quatro até 2019.

A recessão financeira que o País vive não é exatamente um problema para o Chef de Buteco. Como a rede de restaurante funciona em dois horários o faturamento acaba mudando. De acordo com Maurício, no almoço executivo há o crescimento “todos almoçam, além disso compro direitinho, negocio com os fornecedores. Já no happy hour caiu o número de frequentadores. Calculamos uma queda de 5%”, disse o empresário. Ele ainda ressaltou que sente que o Brasil passa por um momento no qual a especulação em relação a crise é maior do que o problema real, já que ela tem atingindo o mercado em pontos diferentes e não na totalidade.

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Sobre o porquê da criação do Chef de Buteco, Mantovani falou: “Era um sonho que o Marcelo (sócio) e eu tínhamos. Nós eramos bancários e tínhamos o desejo de abrir algo nosso”. Ele explicou que começar já como franqueadora é uma forma mais rápida e fácil de fazer o negócio expandir. “Queremos compartilhar esse sonho, é muito bacana. Ajudar o franqueado a montar a sua empresa com o capital dele, ajudá-lo a mantê-la e acompanhá-lo quando o restaurante fizer o sucesso é muito bom. Dá arrepio só de pensar”, revelou Maurício.

A reportagem completa pode ser vista aqui: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/chef-de-buteco-um-sonho-a-ser-compartilhado

Cafeterias lançam novos produtos para agradar os clientes

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Marcas que servem café e similares pretendem crescer neste ano aproximadamente 20% em faturamento e na abertura de novas franquias.

O café é uma das bebidas preferidas dos brasileiros, no inverno com as baixas temperaturas vira xodó. A expectativa é que o mercado de cafeterias, chocolaterias e similares consiga crescer no País, mesmo com o período de crise econômica que o Brasil vive atualmente. Os franqueadores das redes Fran’s Café e Croasonho acreditam que será um bom momento para crescer e planejam aumentar o faturamento neste ano. Além disso, as marcas investem em produtos especiais para a estação mais fria do ano não apenas para aumentar o faturamento, mas para trazer aos clientes experiências alimentícias únicas.

De acordo com as expectativas da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) o consumo da bebida crescerá de forma gradual nos próximos anos, sendo que em 2015 deve atingir 21 milhões de sacas. Dentro deste aspecto, as empresas, principalmente as cafeterias e estabelecimentos que servem o café, preveem o aumento do faturamento. José Henrique Ramos Ribeiro, sócio-diretor da Fran’s Café, disse que a meta da marca é crescer entre 15% a 20%. “Precisamos ficar atentos às oportunidades que surgem na crise e não esperar ela chegar até você, nosso segmento é competitivo e com grandes empresas investindo no mercado”, explicou Ribeiro. A meta da Croasonho se assemelha. “Contrariando as pessimistas previsões para este ano, a previsão é que o faturamento em 2015 seja 20% maior que em 2014”, salientou Daniel Fernando Alves, Gerente de Marketing da rede.

Mas não é somente no aspecto financeiro que as marcas pretendem crescer. A Fran’s Café, empresa com 43 anos de existência, atualmente possui 150 unidades espalhadas pelo Brasil, sendo destas oito próprias. A expectativa é que o número de franquias aumente entre 15% a 20% neste ano. Já a Croasonho, criada há 17 anos, tem 65 lojas em funcionamento, sendo seis próprias. A pretensão é finalizar 2015 com 80 unidades em funcionamento, e em 2016 sejam no total de 100, em diversas cidades brasileiras.

Com a chegada do inverno novos produtos são inseridos nos cardápios. É uma forma de atrair os clientes, pois de acordo com os entrevistados também é a oportunidade de apresentá-los novos sabores. José Henrique contou que “neste mês lançamos nosso novo cardápio, nele temos diversas opções de bebidas quentes e suas variações, como por exemplo, o Fran’s Ciocolatta com churros. Também contamos com nossa tradicional sopa no pão italiano, além do tradicional café expresso”. Já Daniel falou que “temos produtos específicos que são inseridos no cardápio somente nas campanhas de Inverno, como o Chocolate Quente Cremoso e o Chocolate Quente Cremoso Sensação. Os clientes da Croasonho já possuem conhecimento destas bebidas especiais e aproveitam ao máximo o período em que elas permanecem no cardápio.”

A qualidade do café brasileiro conquista fãs pelo mundo afora. Daniel salientou que “o café brasileiro ficou conhecido antigamente pela quantidade produzida, e não pela qualidade de seus grãos. De quinze anos para cá, a qualidade do café oferecido foi levada a sério pelos produtores brasileiros, elevando seu padrão e competindo lado a lado com produtores consagrados pela qualidade de seus produtos, como os colombianos”. José Henrique completou: “o Brasil apresenta as condições climáticas e geográficas perfeitas para o cultivo de café. Por este motivo, produz café em grande quantidade e também com melhor qualidade. Com isso, o volume de exportação é alto e passa ser famoso no mundo todo”.

Leia mais: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/cafeterias-lancam-novos-produtos-para-agradar-os-clientes

Franquias de pipocas atraem clientes investindo em sabores

Listamos três empresas de franchising que servem pipocas de diferentes estilos e tamanhos que agradam os diferentes perfis e bolsos dos futuros franqueados.

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Não existe festa junina, parque de diversão ou cinema sem ela: a pipoca. Doce, salgada… Não importa o sabor, a pipoca atraí as pessoas com os mais diferentes estilos de gosto. O consumo de pipoca no Brasil atinge cerca de 80 mil toneladas por ano, segundo pesquisa da Gazeta Mercantil, em 2009, e divulgada pelo SEBRAE, sendo que o setor fatura aproximadamente R$ 178,5 bilhões, anualmente. O consumo dos brasileiros só perde para os Estados Unidos, no qual o consumo de pipoca é em torno de 400 mil toneladas por ano.

O período de festas juninas e de inverno concentra grande parte das vendas e é quando as empresas aproveitam para lançar novos sabores, já que este fato não apenas renova as marcas, mas também atraí clientes. De acordo com informações do SEBRAE, o setor pipoqueiro ainda tem muito para crescer, mesmo que a concorrência seja grande, impulsionado pelas novas marcas, pelo mercado de franquias e também pelo segmento de pipoca gourmet. Para você que fã do alimento e/ou pretende abrir uma franquia de pipoca, nós listamos três marcas de franchising para você conhecer e saber mais detalhes (…)

Veja a lista completa em: www.mapadasfranquias.com.br/noticia/franquias-de-pipocas-atraem-clientes-investindo-em-sabores

No universo dos negócios o sexo do comandante não importa

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A franqueada da Loja dos Esportes, Karina Abrantes, ressaltou que atualmente o maior problema para o varejo é a especulação econômica e o medo do brasileiro.

karina-abrantes-materia-bruna~ publicada em 21 de maio de 2015 ~

O sexismo ainda traz dúvidas ao mercado, e o franchising não está longe disso. Franquias ligadas ao público feminino podem ser chefiadas por homens? Unidades ligadas ao mundo masculino podem ser lideradas por mulheres? Sim, podem e muitas são sucesso. No universo dos negócios o sexo do comandante não importa e o que vale são suas ações. Para a franqueada Karina Jurado Fleury Abrantes, da Loja das Torcidas, em São José do Rio Preto, escolher uma franquia esportiva foi algo fácil, já que acabou se tornando uma admiradora do assunto, e que não, ela nunca sofreu nenhum tipo de preconceito por comandar uma unidade cujo público é composto por maioria homens.

Karina é casada e mãe de dois filhos, um menino de 14 anos e uma garota de 11, disse que cuidar da casa, da família e dos negócios não é fácil, é necessário muita dedicação. “Conciliar tudo isso é uma das coisas mais difíceis que enfrento. A rotina é intensa, mas adorável. Mesmo trabalhando muito, separo o horário de almoço para meus filhos. Eles estão em uma fase em que é imprescindível a minha presença e a do meu marido para a formação da personalidade e educação deles. Minha família é meu porto seguro, a minha maior realização. Mas também é muito gratificante trabalhar no que eu gosto”, salientou.

Escolher abrir uma franquia veio principalmente pela segurança de um modelo de negócio pronto e com respaldo do franqueado, explicou Abrantes, que acrescentou que escolheu ter um quiosque, porque “considero mais visível. Os produtos podem ser visto de qualquer ângulo, deixando o cliente à vontade. De qualquer forma, também adoro o contato com o público, vendas não é fácil, porém quando se faz o que gosta tudo se torna mais tranquilo. Você ver as pessoas saindo realizadas e satisfeitas com o atendimento e o produto, não tem preço”.

Já a preferência em ter uma franquia ligada ao esporte, Karina explicou que a família teve forte influência. “Tenho uma família fanática por futebol, então aprendi a admirar esse esporte. Acompanho dentro do possível, mas tenho ajuda do meu filho que acompanha diariamente os canais de esporte”, ressaltou.

Mesmo que este mercado tenha um maior público masculino, Abrantes disse que nunca sofreu nenhum tipo de preconceito, pois há fanáticos de todos os sexos e idades. “As pessoas gostam de atenção e serem muito bem atendidas. Tanto faz o sexo, desde que saiam satisfeitos. Mesmo eu sendo mulher eles pedem opinião e ajuda para a escolha do presente. Tenho também muitos clientes femininos, que adoram futebol e sofrem pelo time”, contou.

Veja a entrevista completa clicando aqui.