Brasil campeão pela 10ª vez no Pan-Americano de handebol

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Foto: Santiago Russo/ Confederação Argentina de Handebol

O Brasil se sagrou o maior campeão das Américas quando o assunto é handebol feminino. No último domingo, a Seleção Brasileira conquistou pela 10ª vez o título Pan-Americano, novamente em um clássico com a Argentina, pelo placar de 38 a 20.

De 18 a 25 de junho aconteceu em Buenos Aires o Pan-Americano Feminino, principal competição do continente e que classifica os três primeiros colocados ao Mundial da categoria, que neste biênio será em dezembro na Alemanha. Como jornalista responsável e blogueira do Dois Minutos fiz a cobertura da competição.

Antes de começar o campeonato, já havia feito algumas matérias, mas um dia antes de começar preparei uma reportagem com os principais fatos para os torcedores pudessem acompanhar os jogos.

Na estreia, assim como nos demais dias, realizei a cobertura dos confrontos do Brasil pelo Twitter do Dois Minutos, no estilo minuto a minuto, com as hashtags #Guerreiras #BuenosAires2017.

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Além da cobertura em tempo real, os jogos da Seleção tiveram crônicas esportivas publicadas. Mas não apenas o Brasil teve destaque, também fiz posts com os resultados e atualizações de todos os jogos disputados. Os links das crônicas e as matérias estão abaixo e para acessar basta clicar nos títulos.

Tudo que você precisa saber para acompanhar o Pan-Americano 2017

Brasil coloca Estados Unidos para dançar na estreia do Pan

Brasil dá chocolate na Colômbia na segunda partida do Pan Buenos Aires

Resumo dos primeiros dias de Pan-Americano de Handebol

Brasil vence o Paraguai de virada!

Saiba como foi o quarto dia de Pan-Americano

Brasil é superior e goleia Porto Rico

Seleção Brasileira enfrentará o Uruguai nas semifinais

Final de semana de decisões no Pan-Americano

Brasil bate o Uruguai e é finalista do Pan

O maior clássico das Américas na final do Pan-Americano Buenos Aires 2017

Brasil é campeão pela 10ª vez do Pan-Americano!

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Mundial Masculino de Handebol – França 2017

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Em janeiro o desafio foi realizar a cobertura, para o Dois Minutos, do Mundial Masculino de Handebol 2017, que aconteceu na França. Além das crônicas das partidas da Seleção Brasileira e da final, que sagrou a equipe dona da casa hexacampeã, também fui responsável por realizar o minuto a minuto, via twitter, dos jogos do Brasil e da final.

Foram cerca de quinze dias em função do Mundial, visto que além das crônicas e da cobertura dos jogos era necessário manter manter o blog atualizado com os resultados dos confrontos.

Também participei como comentarista convidada do programa Guarujá Esportes, que passa ao meio-dia, na Rádio Guarujá, de Santa Catarina.

Todo o conteúdo gerado para o Dois Minutos pode ser vista pela categoria #Fra2017.

As imagens abaixo são referentes a cobertura via Twitter e estão apenas alguns exemplos.

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Infográfico: EHF Champions League – Dois Minutos Handebol

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Os infográficos criados para o Dois Minutos sobre a Champions League foram desafiadores, pois nunca tinha feito nada muito complexo, quando o assunto é arte. Estes dois infográficos falam sobre a Champions League, que terá a suas finais neste mês.

Champions League Feminina 2015/16

Para realizar o infográfico da Champions League levei alguns dias para a pesquisa e para a montagem da arte. Nele falo sobre a competição europeia de handebol, principal no Velho Continente, no naipe feminino, destaques da Final Four, usei entrevista com a atleta brasileira Eduarda Amorim, além de trazer dados sobre edição passada, principais campeões e goleadoras. O resultado pode ser conferido aqui. Abaixo a capa do infográfico.

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Champions League Masculina 2015/16

Bati um recorde, fiz a arte deste infográfico em menos de três horas. A parte de coletas de dados foi bem rápida, muito em virtude do handebol masculino ser mais forte da Europa que o feminino. Ok, este não ficou perfeito, mas foi o que eu melhor consegui organizar tudo em pequenos textos. Nele além de falar sobre a competição na temporada atual, sobre a Final Four, trouxe um pouco da história das edições passadas. Clicando aqui é possível ver o infográfico. Abaixo a capa do infográfico.

Champions League Masculina 2015-16

Ambos infográficos sobre Champions foram feitos para o Dois Minutos Handebol.

Julho de 2015: handebol no Pan-Americano, no Universíade e no Mundial Júnior

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Julho de 2015 foi intenso para o handebol brasileiro. As duas Seleções Brasileiras principais participaram do Pan-Americano de Desportos, realizado em Toronto no Canadá. Já as Seleções Brasileiras Universitárias foram para a Coréia do Sul tentar uma das medalhas no Universíade de Verão. Aqui no Brasil, mais especificamente Minas Gerais, aconteceu o Campeonato Mundial de Handebol Masculino Júnior. Abaixo algumas das ações que nós do Dois Minutos realizamos para cobrir as três competições internacionais.

Pela primeira vez o handebol do Universíade de Verão

Seleção Brasileira em partida/ Foto: Marcello Zambrana- Fotojump

Seleção Brasileira em partida/ Foto: Marcello Zambrana- Fotojump

O ano de 2015 foi especial para o handebol universitário, já que nesta edição foi a primeira vez que o esporte fez parte do Universíade de Verão, considerado as Olimpíadas dos Desportos Universitários. A expectativa de que para o Brasil viria medalhas era grande, pois as Seleções haviam conquistado o ouro e a prata no Mundial, no feminino e no masculino, realizado no ano passado.

O Universíade 2015 foi realizado na província sul-coreana Gwangju de 2 a 14 de julho, sendo que a festa de abertura foi realizado no dia 3. No handebol as partidas começaram a ser disputadas no dia 6, sendo que no feminino o embate brasileiro foi contra o Chile. No masculino, os brasileiros encararam os suíços.

Não realizamos a cobertura minuto a minuto da competição. Mas no blog houve a cobertura das partidas e crônicas dos jogos. A Seleção Brasileira Feminina ficou com a quinta colocação, já o Brasil Masculino ficou com o sétimo. O título das meninas ficou com a Rússia, e nos meninos ficou com Portugal.

Todo o material poderá ser visualizado clicando aqui.

Universíade 2015 teve Festa de Abertura nesta sexta-feira

universiade

Esta sexta-feira, 3 de julho, teve a festa de abertura do Universíade de Verão, em Gwangju, na Coréia do Sul. Participaram delegações de diferentes países e os atletas demostraram animação. O evento foi realizado no Park Chanho. A torcida lotou o estádio e viu uma belo espetáculo de luzes e cores.

A Seleção Brasileira Feminina chegou hoje a tarde, pelo horário de Brasilia, a cidade coreana. Boa parte da delegação brasileira já está na cidade e participaram da festa de Abertura.

Veja as fotos em: handebolminuto.wordpress.com/2015/07/03/universiade-2015-tem-festa-de-abertura-nesta-sexta-feira/

Pan-Americano #TO2015 com Brasil campeão no masculino e no feminino

Seleção Masculina comemora o título/Foto: CBHb

Seleção Masculina comemora o título/Foto: CBHb

O handebol no Pan-Americano começou no dia 16 de julho, com a partida feminina, entre Brasil e Porto Rico, e se encerrou com a frenética partida entre Brasil e Argentina, pelo masculino, no dia 25 do mesmo mês.

Além das crônicas das partidas no blog, também realizamos a cobertura das partidas das Seleções Brasileiras pelo Twitter/dois_min, através da hashtag #TO2015 e #Toronto2015.

Como não houve transmissão televisiva dos jogos na primeira fase, realizar o minuto a minuto não foi uma tarefa fácil. Não estávamos no Canadá, e sim, em Porto Alegre. A opção para conseguir acompanhar os duelos foi ver de perto as atualizações dos placares, e ficar atentas a tudo que a torcida local e a organização divulgavam nas redes sociais. Foi complicado, mas foi bem bacana de fazer.

Todo o material relacionado ao Pan-Americano de Toronto pode ser visto clicando aqui.

Abaixo trecho da crônica da final feminina BRA x ARG:

BRASIL é PENTA do Pan-Americano #TO2015!

bra e arg

A Seleção Brasileira Feminina é Pentacampeã do Pan-Americano. A Seleção conquistou o ouro na edição #TO2015. Mas não pense que vencer a Argentina, por 25 a 20, foi fácil, porque não foi. As hermanas jogaram muita bola, mas tecnicamente o Brasil foi superior e o resultado vimos no final do jogo. Como o Brasil garantiu a vaga nas Olimpíadas #Rio2016, já que é o País sede, a vaga das Américas ficou com a Argentina.

A Argentina abriu o placar e a vantagem. O Brasil bem que tentava, mas após o segundo gol não conseguia marcar. O ataque era rápido, porém as finalizações não eram bem executadas ou esbarravam na goleira argentina. Enquanto isso, a Argentina aumentava o placar (7-2). Após um tempo técnico, pedido pelo treinador da Seleção Brasileira Morten Soubak, as brasileiras reagiram, superando o principal erro, o buraco na defesa. Deoníse reabriu o placar a favor do Brasil, e assim a Seleção Brasileira voltou a encontrar o gol. Babi fechou o gol, Alexandra Nascimento, Ana Paula e Fernanda foram peças chaves para que o Brasil conseguisse encostar e diminuir a vantagem para apenas um gol (7-8).

As argentinas tinham ao seu favor a raça, e não desistiram. Eram bem postadas na defesa, mas tinham buracos. A arbitragem errou a favor delas, e contra também. O duelo estava se equilibrando. Amanda empatou para o Brasil (8-8), e Mendoça desempatou (8-9). Mas a reação do Brasil não havia parado, pelo contrário, com ações rápidas no ataque, no rebote e no contra-ataque, a Seleção Brasileira conseguiu virar o placar a seu favor, com o gol de Tamires Morena (10-9). Foi quando o gol lá e gol cá, bola na trave e bola defendida aconteceu. Tanto que a partida foi para o intervalo empatada. Placar parcial: BRA 12 x 12 ARG.

Veja mais: handebolminuto.wordpress.com/2015/07/24/brasil-e-penta-do-pan-americano-to2015/

Mundial Júnior: França campeã

Final Dinamarca e França/ Foto: IHF

Final Dinamarca e França/ Foto: IHF

O Mundial Júnior Masculino 2015 aconteceu em Uberaba e Uberlândia, em Minas Gerais, de 19 de julho a 2 de agosto. Depois de muita polêmica envolvendo a competição no Brasil, os dias de jogos foram suficientes para mostrar que mesmo com o prazo apertado era possível fazer uma competição espetacular. A torcida mineira estava de parabéns. Lotaram os ginásios, algo raro de acontecer no País.

Já as partidas foram intensas, com seleções bem preparadas e que mais pareciam equipes adultas. A Seleção Brasileira fez um Mundial bastante equilibrado, sendo qe boa parte do elenco nem tinha idade para estar ali, muitos integram a seleção juvenil. Brasil ficou com o décimo lugar.

Depois de ver nos play-off Qatar e Egito, duas equipes fora do eixo europeu, a final foi bastante previsível: França x Dinamarca, vitória e título dos franceses, por 24 a 26.

A equipe Dois Minutos, composta por Tábata Machado e eu, teve que se virar para conseguir acompanhar todas as partidas do Brasil. Cobrimos os jogos da Seleção Brasileira no minuto a minuto, no Twitter, através da hashtag #MundialJr2015 e #MinasGerais.

As principais notícias e crônicas podem ser vistas aqui.

De virada e no sufoco, Brasil vira e vence o primeiro jogo do Mundial Júnior

Mundial jr

A Seleção Brasileira jogou com a tradicional camiseta amarela, a japonesa com a vermelha. O peso da estreia atrapalhou os jovens brasileiros que erraram muito, perderam no primeiro tempo. Porém, após conversas com o treinador Helinho, de certa maneira algumas broncas, o Brasil melhorou em quadra, durante o segundo tempo, e assim virou o jogo, vencendo o Japão, de virada, no sufoco, por 31 a 30.

O Centro Olímpico de Uberaba estava cheio. A torcida não parava de antar, torcer, vibrar. Vaiavam os japoneses sempre que eles pegavam a bola. Foram o oitavo jogador, importantes para a virada brasileira. Foi bonito de ver. O Brasil começou mal o jogo, errava passes. A ágil seleção japonesa, bem mais tranquila, conseguiu impor o ritmo de jogo, fugia com facilidade da marcação e chegava fácil ao gol. Porém, o Brasil não desistia, tentava acertar os passes e sempre que era possível marcavam gols. No final do primeiro tempo, a diferença a favor do Japão chegou a dois gols, mas antes do intervalo os brasileiros conseguiram diminuí-la para apenas um. Placar parcial: BRA 14 x 15 JAP.

Leia a crônica completa: handebolminuto.wordpress.com/2015/07/19/de-virada-e-no-sufoco-brasil-vira-e-vence-o-primeiro-jogo-do-mundial-junior/

A importância das universidades no desenvolvimento do esporte

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bombom matéria universidades e esportes - dois min

~publicada em 10 de junho ~

Existe uma coisa parecida entre as duas equipes finalistas do Brasileiro Feminino, Português e HCP, e outras 15 equipes participantes da Liga Nacional, tanto masculina tanto feminina. Todas contam com apoios de universidades. E estes times não estão sós. No Brasil, assim como em diferentes países, como por exemplo Estados Unidos, Japão, Inglaterra e outros, há equipes universitárias, que disputam importantes competições de nível internacional, como possuem atletas de ponta que fazem parte das seleções brasileiras. O desporto universitário é considerado por especialistas como primordial para o desenvolvimento do esporte olímpico nacional, e o handebol não está fora deste fato.

matéria universidades e esportes - dois min

Na Liga Nacional das 12 equipes participantes pelo feminino oito possuem algum tipo de parceria com universidades. No masculino sete dos 14 times possuem esse tipo de apoio. O quadro revela um problema no Brasil, a falta de incentivo aos clubes por parte dos governos e empresas do setor privado, no qual os times só conseguem sobreviver graças a essas as parcerias.

Rafael dos Santos, assessor do Apahand/UCS (RS) e treinador da Seleção Brasileira de Surdos, explicou o porquê esse fenômeno ocorre. “O governo praticamente largou o esporte nas mãos das universidades no final da década de 1990. Temos como exemplo a UCS, ULBRA, URI Erechim, Unijuí, UPF, dentre outras no nosso Estado (Rio Grande do Sul). Essas universidades tinham equipes de ponta no handebol, futsal, basquete, vôlei, entre outros desportes. Só que em menos de dez anos elas não aguentaram manter seus investimentos, pois o retorno com essas equipes era apenas de mídia. Não foi pensado a longo prazo. Quando elas largaram o esporte, o governo não conseguiu financiar e os clubes também já não possuíam a mesma força, principalmente pela falta de apoio da inciativa privada. Atualmente são poucas universidades que investem no esporte, o estado está quebrado, a união apoia via a lei de incentivo e as prefeituras atuam muito pouco, no estado a exceção é a de Caxias. Se acabar coma lei de incentivo federal, hoje o esporte nacional quebra”.

Para Roberto Machado, treinador das equipes masculina e feminina universitária da Feevale (RS), as universidades desempenham um papel fundamental na preparação dos atletas, principalmente para aqueles que jogavam em times escolares. “As universidades dão a oportunidade de termos de continuidade no esporte. Como o handebol não é profissional para nós ele não proporciona que os talentos jovens possam continuar jogando, e as universidades fomentam esta continuidade”, ressaltou o treinador.

O professor ainda explicou que “hoje em dia qualquer esporte é obrigatório as parcerias entre clubes, escolas (universidades) e prefeituras. Elas são fundamentais para que se possa estruturar o esporte e manter o maior número de praticantes, entusiastas, dirigentes, para que possam surgir novos técnicos e equipes profissionais da modalidade”.

Aos jovens atletas este apoio entre as equipes e as universidades é, sem dúvida, importante para que eles possam dar continuidade na carreira de atleta. Flavia Vidal, goleira da Seleção Brasileira Universitária, da Unisantana e do Taubaté, ressaltou: “as universidades além de nos apoiar a construir a parte acadêmica também nos proporciona participar de competições importantíssimas, que nos abrem diversos caminhos para o nosso crescimento tanto intelectual como também esportivo”.

*Este é apenas um trecho, a reportagem completa pode ser lida em: handebolminuto.wordpress.com/2015/06/10/a-importancia-das-universidades-no-desenvolvimento-do-esporte/

Campeonato Municipal de Handebol Porto Alegre 2015 cobertura do blog Dois Minutos

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Abril e maio foram marcados pelo Campeonato Municipal de Handebol de Porto Alegre. Equipes amadoras, colegiais e universitárias disputaram o título de uma das mais tradicionais competições locais. Mais uma vez o Dois Minutos cobriu a competição, sendo uma pequena tradição nossa, pois a realizamos desde 2011. Na edição 2015, a UFRGS conquistou o bicampeonato masculino, assim como as meninas do Santa/Feevale.

Assim como no ano passado realizamos um especial contando um pouco mais das equipes participantes. Ficamos conhecendo o ano em que elas foram fundas, principais conquistas, metas e demais detalhes. Clique nos títulos abaixo e leia os especiais.

* HCT, Santa/ Feevale e Jovens Talentos

* Conheça UFRGS, União e Amigos – participantes do #CMHPortoAlegre2015

* Conheça um pouco da história de Feevale e Internacional – participantes do #CMHPortoAlegre2015

* Conheça Ulbra, Tesourinha, HandAction e Unisinos – participantes do #CMHPortoAlegre2015

Além do especial, criamos para as redes sociais uma imagem no qual citamos os últimos campeões e pedíamos para os seguidores falarem para quem estavam torcendo.

As partidas foram acompanhadas pelo nosso Twitter/dois_min, através da hashtag #CMH2015.

Além do minuto a minuto, as crônicas dos jogos, contando detalhes e placares, foram postados no blog Dois Minutos. As fotos das partidas também foram colocadas no blog. Acesse e confira: handebolminuto.wordpress.com/tag/cmh-2015/

Esporte também como destaque

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O esporte também foi destaque nestes primeiros meses de 2015. Pelo blog Dois Minutos de Handebol publiquei, além de muitas notícias, uma entrevista e uma reportagem bem bacanas. No meu blog pessoal, De cabeça Para Baixo, publiquei uma entrevista que realizei com a paratleta Marleide Silva. Resumo de cada uma das matérias abaixo, sendo que no final de cada texto o link de direcionamento.

Guilherme Valadão conta como é jogar na Espanha e como foi jogar no Mundial

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

Guilherme Valadão em partida pelo Granollers/ Foto: Xavier Solanas

~ Matéria publicada em 30 de janeiro de 2015 ~

Um dos destaques da Seleção Brasileira e jogador do Granollers, Guilherme Valadão, 24 anos, é armador esquerdo e um apaixonado pelo handebol. Tanto que superou uma lesão no joelho e trancou as matrículas no curso de Publicidade e Propaganda e no curso de Engenharia para viver o sonho de jogar na Europa. Valadão nos concedeu uma entrevista e conta um pouco sobre a escolha pelo esporte, como é atuar na Espanha e como foi jogar o Mundial Masculino do #Qatar2015. Confira!

2 Minutos – Primeiramente muito obrigada Valadão por aceitar o nosso convite. Conte para os nossos leitores como tu te tornaste jogador de handebol e/ou te fez escolher por seguir este esporte.
Guilherme Valadão – Eu comecei jogando handebol no colégio, antes praticava vôlei, futebol de campo e futsal. Sempre fui muito do esporte. Comecei a jogar em uma aula de educação física e viram que eu tinha altura e força, além de levar um pouco de jeito para o esporte. Meu professor do colégio, por sorte, era técnico de handebol também e insistiu para que eu começasse a treinar e levar mais a sério.

2 Min – Começaste na base do Metodista/São Bernardo, equipe da tua cidade natal, correto?

Guilherme – Comecei jogando pela Metodista, clube no qual atuei por dez anos. Pela facilidade de morar em São Bernardo, estudar e jogar, preferi permanecer ali por muito tempo.

Leia a entrevista completa aqui.

Você conhece o handebol de cadeira de rodas?

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

Equipes campeãs do Campeonato Brasileiro 2014/ Foto: Confederação Brasileira de HCR

~ Matéria publicada em 17 de fevereiro de 2015 ~

Você conhece o handebol adaptado? Certamente sim ou já ouviu falar por aqui. Mas o que você sabe da história do handebol de cadeira de rodas (HCR)? Vamos aproveitar o dia de hoje para contar um pouquinho desta história e um pouco das regras da modalidade.

O primeiro registro do esporte é do ano de 2004. Foi um estudo sobre o desenvolvimento e a prática do Handebol Adaptado para pessoas com deficiência. A pesquisa foi elaborada pelos professores Daniela Eiko Itani, Paulo Ferreira de Araújo e José Gavião de Almeida, na Universidade de Campinas (Unicamp-SP). Um ano após, os professores Décio Roberto Calegari, José Irineu Gorla e Ricardo Alexandre Carminato, responsáveis pelo corpo docente do curso de Educação Física da Universidade Paranaense (Unipar Campus Toledo-PR), realizaram uma análise dos estudos sobre o Handebol Adaptado, e isso serviu de abordagem iniciar a prática do Handebol de Cadeira de Rodas com deficientes físicos com lesão medular; sequela de poliomielite; má-formação congênita; dentre outros fatores que causam limitação física e motora.

Reportagem completa acesse aqui.

Conheça um pouco de Marleide Silva – Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

Marleide no Mundial 2013/Foto: álbum pessoal da atleta

~ Matéria publicada em 11 de março de 2015 ~

Há um tempo atrás tive o prazer de conversar com Marleide Maria da Silva, a primeira triatleta com deficiência visual, do Brasil. Marleide não nasceu cega, perdeu a visão em decorrência a uma doença que atacou a sua retina. Ela não teve medo, mas teve que se adaptar a nova condição. Contou com a ajuda da família e de amigos. Entre os seus principais títulos está a prata no Mundial de Triathlon 2014, o bicampeonato no Brasileiro da modalidade (conquistados em 2013 e 2014), e o ouro no Pan-Americano da modalidade, em 2013. Marleide também compete no paraciclismo e é Heptacampeã Brasileira no Paraciclismo de Estrada, títulos ganhos de 2008 a 2014.

Só que nem tudo é flores na vida da primeira triatleta deficiente visual da América Latina. Ela precisa de ajuda financeira para poder participar do Campeonato Panamericano de Paratriathlon 2015, em Monterrey, no México. Os interessados em doar, qualquer valor, podem fazer clicando aqui, até 31 de março*.

Conheça um pouco mais da história de Marleide:

Bruna Souza – Eu li que perdeste a visão por causa de uma doença chamada de retinose pigmentar. Como o esporte entrou na tua vida e qual a importância que a prática esportiva teve para a superação deste problema?

Marleide Silva – Sim, é verdade. Eu recebi a notícia que eu perderia a visão, quando aos 22 anos dei à luz ao meu único filho. O médico me informou que isso poderia acontecer dentro de dias, de meses, de anos ou talvez até nunca viesse a acontecer. Então, a cada dia que eu acordava e podia enxergar, eu agradecia a Deus. E Ele foi tão bondoso que atendeu ao meu pedido de não perder a visão antes de poder criar o meu filho. Quando aconteceu, ele já tinha 13 anos. O esporte entrou em minha vida graças ao convite de minha irmã Neide, que também é deficiente visual. Ele já morava em Santos e soube de um projeto chamado Motivação criado pelo sargento Wilson, da polícia Militar, que ensinava diversas modalidades esportivas a pessoas com deficiência. Comecei então a correr, e logo em seguida tomei gosto pela natação também. Por último conheci o ciclismo. Esses dois últimos pelas escolinhas de esportes de Santos. Hoje pratico as 3 modalidades separadamente, e também faço o triathlon. O esporte me fez entender que mesmo com minhas limitações, eu poderia levar uma vida praticamente normal, o que me deu maior segurança e independência.

Entrevista completa aqui.