Brasil campeão pela 10ª vez no Pan-Americano de handebol

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Foto: Santiago Russo/ Confederação Argentina de Handebol

O Brasil se sagrou o maior campeão das Américas quando o assunto é handebol feminino. No último domingo, a Seleção Brasileira conquistou pela 10ª vez o título Pan-Americano, novamente em um clássico com a Argentina, pelo placar de 38 a 20.

De 18 a 25 de junho aconteceu em Buenos Aires o Pan-Americano Feminino, principal competição do continente e que classifica os três primeiros colocados ao Mundial da categoria, que neste biênio será em dezembro na Alemanha. Como jornalista responsável e blogueira do Dois Minutos fiz a cobertura da competição.

Antes de começar o campeonato, já havia feito algumas matérias, mas um dia antes de começar preparei uma reportagem com os principais fatos para os torcedores pudessem acompanhar os jogos.

Na estreia, assim como nos demais dias, realizei a cobertura dos confrontos do Brasil pelo Twitter do Dois Minutos, no estilo minuto a minuto, com as hashtags #Guerreiras #BuenosAires2017.

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Além da cobertura em tempo real, os jogos da Seleção tiveram crônicas esportivas publicadas. Mas não apenas o Brasil teve destaque, também fiz posts com os resultados e atualizações de todos os jogos disputados. Os links das crônicas e as matérias estão abaixo e para acessar basta clicar nos títulos.

Tudo que você precisa saber para acompanhar o Pan-Americano 2017

Brasil coloca Estados Unidos para dançar na estreia do Pan

Brasil dá chocolate na Colômbia na segunda partida do Pan Buenos Aires

Resumo dos primeiros dias de Pan-Americano de Handebol

Brasil vence o Paraguai de virada!

Saiba como foi o quarto dia de Pan-Americano

Brasil é superior e goleia Porto Rico

Seleção Brasileira enfrentará o Uruguai nas semifinais

Final de semana de decisões no Pan-Americano

Brasil bate o Uruguai e é finalista do Pan

O maior clássico das Américas na final do Pan-Americano Buenos Aires 2017

Brasil é campeão pela 10ª vez do Pan-Americano!

Final de semana para jornalista esportivo não é de folga

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O final de semana para jornalista esportivo não é de folga, mas sim de trabalho. Não é algo para reclamar, porém rola a brincadeira do “Cadê o glamour?”. Esse foi mais um domingo de trabalho, mais uma diversão. Com as finais da Champions League e do Campeonato de Handebol de Porto Alegre o dia foi movimentado.

Cobri em tempo real, via Twitter, a final masculina da Champions League e após crônica. Em razão dos horários, não pude fazer as finais masculina e feminina da competição da capital gaúcha, contudo, teve matéria no Dois Minutos.

Champions League

O clube, do brasileiro Rogerio Moraes, é campeão pela primeira vez/ Foto: EHF – Richard Walch

A cobertura da final entre Vadar e PSG, no minuto a minuto, foi feita pelo Twitter @dois_min, com a hashtag #ChampionsLeagueFinal. Após o jogo, foi acompanhado a premiação, também pelo Twitter. Com o fim do evento esportivo, a crônica do jogo foi publicada no blog Dois Minutos. Abaixo um trecho do texto.

Nos últimos segundos, Vadar se consagra campeão da Champions League

Nos últimos segundos, um gol que definiu o campeão no último apito do confronto de sessenta minutos entre PSG e Vadar. Um único gol, marcado por Cupic, deu a equipe da macedônia o título. Vadar campeão da Champions League!

A Arena estava lotada para ver o embate entre PSG e Vadar. A torcida presente cantava, vibrava, vaiava, comemorava, naquele jogo que em quadra pegava fogo. O time francês abriu o placar, que por quase 2 minutos não foi alterado. Mas os gols foram, aos poucos sendo marcados, e aos 5 minutos os macedônios já haviam conseguido o empate (2-2). A defesa estava impecável. Quase 3 minutos depois, o Vadar desempatou (4-2), e em um contra-ataque o Vadar abriu pela primeira vez a vantagem (5-2). Aos 12 minutos em um tiro de sete metros, o PSG encostou, mas seguia atrás no placar.

A defesa de ambos times estava impecável. Sterbik defendeu um contra-ataque veloz do PSG. Poucos minutos depois, foi a vez de Omeyer defender um contra-ataque do Vadar (5-8). O jogo estava intenso, muitas faltas, muitas trocas de passes, muitas roubadas de bola. O clima dentro de quadra começava a ficar mais quente, após a metade do tempo. Aos 22 minutos, o PSG voltou a encostar no placar (7-8). O que fez o Vadar atacar ainda mais forte. Durante ataque do Vadar, Nikola Karabatic acabou cometendo a primeira grande falta do jogo. O gol foi validado, o jogador francês levou dois minutos, a torcida reclamou, e uma confusão entre os jogadores se formou. Algo que não durou, pois o árbitro chamou a atenção dos atletas.

Leia a crônica completa: handebolminuto.wordpress.com/2017/06/04/nos-ultimos-segundos-vadar-se-consagra-campeao-da-champions-league/

Campeonato Municipal de Porto Alegre

LHH e UFRGS/ Fotos: Rogerio Graf e Ben Hur Maurr da Silva

Apesar de não ter tido cobertura, a final foi notícia no Dois Minutos. Como não assisti aos jogos não pude fazer as crônicas, mas isso não era motivo para não divulgar a competição.

LHH foi a grande campeã do naipe feminino. No masculino, UFRGS foi tricampeão. Confira a nota completa: handebolminuto.wordpress.com/2017/06/04/lhh-e-ufrgs-sao-campeoes-do-campeonato-de-porto-alegre/

Na sexta-feira, 2 de junho, fiz uma publicação no Facebook, Twitter e Google Plus do Dois Minutos com os seis últimos campeões do torneio. Uma imagem em estilo cartaz.

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Em maio aconteceram as finais da Champions League, no feminino, e da EHF Cup, masculina e feminina

A equipe comemora o título! / Foto: EHF

A final da Champions League feminina teve cobertura em tempo real, via Twitter, e também crônica sobre a vitória e o tricampeonato do Györ. O texto poderá ser lida no link: handebolminuto.wordpress.com/2017/05/07/gyor-e-tricampeao-da-champions-league/

As duas finais da EHF Cup não tiveram cobertura minuto a minuto, porém, assisti aos jogos e as duas finais foram contadas no blog Dois Minutos.

Rostov comemora o título inédito/ Foto: Rostov – EHF

Rostov é campeão da EHF Cup: handebolminuto.wordpress.com/2017/05/13/rostov-e-campeao-da-ehf-cup/

Göppingen é campeão da EHF Cup!:handebolminuto.wordpress.com/2017/05/21/goppingen-e-campeao-da-ehf-cup-2/

Vale lembrar que as duas competições femininas tiveram brasileiras no pódio 😉

Dinamarca vence a França e conquista o Ouro da #Rio2016

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Dinamarca e França / Foto: Divulgação

Dinamarca e França / Foto: Divulgação

A partida que encerrou o handebol nas Olimpíadas da #Rio2016 foi cheia de emoção. Um jogo muito disputado, decidido no detalhe, na tranquilidade. Na técnica exemplar. Era a partida que os melhores do mundo, comandados pelo melhor do Mundo, Nikola Karabatic, eram os preferidos, mas quem chegou ao mais alto do pódio foi justamente a equipe que menos se apostava, a Dinamarca, 28 a 26.

Um primeiro tempo intenso e cheio de altos e baixos! A partida começou com bola voando rumo a torcida. A Dinamarca abriu o placar, mas a França empatou, e com Guigou virou o placar a seu favor. Aos 5 minutos tinha dois gols de vantagem (4-2), mas os dinamarqueses encostaram aos sete minutos e aos 8’50” empatou (5-5). Aliás, não foram poucos os momentos em que a França virava e a Dinamarca empatava. A bola estava muito disputada, não foram poucas vezes que jogadas foram erradas, que os goleiros defenderam. Goleiro-linha foi utilizado pelas duas seleções. Durante os 20 minutos iniciais, mesmo com o placar tão igual, a França tinha vantagem, mas Hansen estava inspirado, se encontrou em quadra e virou a favor da Dinamarca. O gol de Svan colocou o time a frente no placar e foi para o intervalo com tranquilidade. Placar Parcial: DEN 16 x 14 FRA.

França / Foto: IHF

França / Foto: IHF

O segundo tempo começou tão disputado quando terminou o primeiro. A diferença entre as duas seleções estava na forma de jogar. Enquanto a França era cheia de energia, rápida, a Dinamarca era mais calma, trocava passes, fazia jogadas ensaiadas, era ágil no momento certo. Seguraram os franceses. Mas eles também tinham uma defesa efetiva que evitou muitos contra-ataques dos dinamarqueses. Mesmo assim, a Dinamarca conseguiu se manter a frente no placar (19-18). Por cerca de cinco minutos as defesas simplesmente fecharam seus gols e a bola não entrava. Aos 18 minutos a Dinamarca conseguiu abrir pela primeira vez uma vantagem um pouco mais confortável (25-20), mas a França queria subir no lugar mais alto do pódio e foi atrás. A bola focou ainda mais disputada, gol lá e gol cá, defesa lá, defesa cá. Bloqueio ali, contra-ataque acolá. A seleção francesa demonstrava uma reação forte e diminuiu a diferença entre elas para apenas dois gols (27-25). A seleção dinamarquesa chegou ao gol, abriu vantagem, mas a França voltou a diminuí-la. O tempo acabou e com dois gols as separando, vitória da Dinamarca. Placar Final: DEN 28 x 26 FRA.

Essa é primeira vez que a Dinamarca conquista o ouro olímpico.

Alemanha é bronze!

Alemanha e Polônia / Foto: IHF

Alemanha e Polônia / Foto: IHF

Alemanha e Polônia fizeram a disputa pelo terceiro lugar da Rio 2016. A partida não foi fácil. Os poloneses abriram o placar, e uma pequena vantagem. No começo, os alemães não conseguiam acertar os passes, mas foi só no comecinho mesmo, aos 5 mitos empatou a partida (2-2). E com o placar igual, a partida se manteve até os 14 minutos quando a Polônia conseguiu abrir três gols de vantagem (8-5). Mas a Alemanha reagiu, aos 18 minutos voltou a empatar e na sequência virou, ficando pela primeira vez a frente no placar (8-9). E bastou aquele gol para que os alemães reagissem de forma inesperada, bloqueando os poloneses e indo para o intervalo na frente, placar de 13 a 17.

A vantagem adquirida no primeiro tempo foi administrada no segundo. Os poloneses foram para cima, atacaram e contra-atacaram, mas os alemães conseguiam também atacar e se defender bem, mantendo a diferença entre as equipes. Conforme foi passando o tempo, muitos gols foram desperdiçados e as redes não eram balançadas. Com menos gols, mas muitas defesas, o jogo se encerrou com a vitória e o bronze para a Alemanha, placar de 25 a 31.

A premiação

França, Dinamarca e Alemanha / Foto: Print

França, Dinamarca e Alemanha / Foto: Print

A premiação das seleções medalhistas aconteceu pouco depois do jogo final. Emocionante e com a torcida brasileira presente. Nem todas as carinhas estavam alegres, mas os franceses não pareciam tão tristes com a prata. Os alemães, os badboys, estavam em alegria pura, saltitantes, nada frios como falam. Os dinamarqueses fizeram a festa. Pularam comemoraram, tiraram selfies. Enfim, com lágrimas nos olhos, eles festejaram o momento que entrou para a história do handebol Olímpico.

*Em parceria com o site Lance!

Rússia leva o ouro da #Rio2016

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franca

Numa final e que as duas seleções não eram as preferidas as medalhas de ouro e prata tem o mesmo doce sabor, o bronze também. Foi assim, com atletas emocionadas, sorridentes, falantes e pulantes, que o handebol feminino se despediu das Olimpíadas #Rio2016. A final que teve a disputa intensa e retrancada entre Rússia e França, premiou as russas com o ouro, após o placar fechar em 19 a 22. O bronze foi para a Noruega.

França e Rússia fizeram uma partida intensa e muito disputada. Ataques criativos, boas jogadas, muitas ensaiadas, mas a principal dificuldade de ambas era furar o bloqueio das defesas que estavam muito bem armadas e contavam com duas goleiras que mais pareciam muralhas. Enquanto o ponto forte da goleira francesa era o alto, da goleira russa era o baixo. A seleção russa atacava forte e defendia mais ainda, a seleção francesa era muito ágil no ataque e mantinham uma rápida defesa porém mais aberta. Muito pouco gols e placar baixo. Aos 22 minutos a Rússia conseguiu abrir vantagem de quatro gols (4-8), mas em pouco mais de três minutos as francesas encostaram (7-8). Já no final do primeiro tempo, as russas conseguiram marcar gols mais seguidos e foi para o intervalo na frente. Placar Parcial: FRA 7 x 10 RUS.

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A etapa complementar começou com gol da França, mas logo em seguida a Rússia mandou duas bolas seguidas para dentro do gol. Abriu vantagem, mas as francesas foram atrás e buscaram o empate. Já não conseguia ser tão ágil no ataque, mas a defesa estava bem. Jogo estava truncado, poucos gols, até que Pineau marcou para a França e encostou no placar. A Rússia também marcou e manteve os +2 de vantagem. Aos 15 minutos, novamente ela, Allison Pineau marcou para a França e empatou o jogo (14-14).

Os ataques trabalhavam a bola, trabalhavam, mas não marcavam. Erravam passes, perdiam a bola, não conseguiam contra-atacar. Por mais de dois minutos o placar ficou inalterado, até que Marina Sudakova marcou para a Rússia (14-15). O jogo se mantinha mais defensivo, mesmo assim, as russas conseguiram encontrar espaços na defesa francesa e marcavam gols. Aos 23 minutos a Rússia abriu vantagem (15-18). A França se atrapalhou, perdeu algumas bolas, e as russas aproveitaram. Poucos gols foram feitos ao longo do tempo, e a diferença entre as seleções foi mantida. Nos últimos 40 segundos, Olga Akopian marcou o último gol do confronto, o gol que garantiu o ouro para a Rússia! Placar Final: FRA 19 x 22 RUS.

O destaque do jogo não foi uma atleta, mas a torcida que lotou a Arena do Futuro e não deixou de cantar nem um segundo. Torcida brasileira adotou a França, mas bateu palmas a Rússia.

O Bronze é da Noruega

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A disputa pelo bronze foi na manhã deste sábado, 20 de agosto, entre Noruega e Holanda. Aos 48 segundos de partida as norueguesas abriram o placar. Mas não a vantagem. O duelo foi bastante disputado, principalmente nos ataques ágeis. Porém aos cinco minutos as norueguesas conseguiram abrir vantagem (2-4) e aos nove minutos aumentá-la em sete gols (2-9). As holandesas demoraram a fazer gols, mas a defesa se fechou e por longos minutos a bola não encontrou as redes. Já se aproximando do intervalo, a Noruega conseguiu chegar ao gol, enquanto a Holanda voltou a reagir, placar parcial de 13 a 19.
O segundo tempo também teve longos espaços de tempo entre um gol e outro, mesmo assim a partida foi bastante equilibrada. A Holanda já não estava mais tão nervosa, e conseguiu arrumar os erros que mais atrapalharam no primeiro tempo, os erros de passe no ataque. Ambas seleções marcavam, e a vantagem para a Noruega se mantinha e aumentou. Placar Final: NED 26 x 36 NOR.

A premiação

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Pouco depois do jogo da final aconteceu a cerimônia de premiação. Eram três seleções saltitantes, atletas emocionadas e sorridentes. A Noruega feliz com bronze a marca de ter perdido apenas um jogo nas Olimpíadas Rio 2016. A França alegre com a prata no peito e a superação da seleção que não tem metade do apoio que recebe a masculina. A seleção que ninguém apostava. Sorridente e com lágrimas nos olhos estava a Rússia, a equipe que depois de 2015, foi olhada com desconfiança. A seleção que fez o país reencontrar o período de glórias.

Ouro – Rússia
Prata – França
Bronze – Noruega

Em parceria com Lance!

Em jogo emocionante, Brasil empata com o Egito

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Brasil e Egito fizeram um jogo emocionante. Com uma reviravolta ao final deixando a partida ainda mais eletrizante, no final épico e que fez a história do Brasil nos Jogos #Rio2016, empate em 27 a 27.

O Egito começou o jogo na frente, logo abriu dois gols de vantagem, e depois três. Aos 4 minutos Chiuffa empatou (3-3). Só que o empate não deu tranquilidade suficiente a equipe brasileira. O Brasil errava passes, tinha uma defesa aberta e um contra-ataque muito rápido, rápido e ansioso demais. E isso gerava erros e facilitava os gols dos egípcios. Verdade seja dita, eles tinham uma defesa muito bem armada, o que dificultava os avanços brasileiros. A seleção do Egito ampliou e chegou a ter quatro gols de vantagem (11-7), mas Maik foi decisivo ao defender arremessos. O Brasil conseguiu diminuir a vantagem com gols de Tchê, Teixeira e Toledo. Mesmo assim, a desvantagem de dois gols estava mantida. Placar Parcial: EGY 15 x 13 BRA.

Na volta do intervalo percebia-se uma Seleção Brasileira mais atenta. Os contra-ataques continuavam sendo o principal problema, no entanto o ataque não. A defesa tinha apenas um buraco a esquerda, e justamente por ali alguns gols egípcios saíram. Maik seguia no gol, e sempre que podia se transformava numa muralha. O Brasil recuperou a confiança, a torcida presente na Arena do Futuro cantava. A diferença se mantinha em dois. A partir dos 15 minutos a reação brasileira mudou o cenário. O Brasil nem parecia o mesmo, atacava muito forte. Com o gol de 7 metros de Teixeira, o gol de Haniel, e de Oswaldo, em conjunto com uma defesa de Maik, o Brasil encostou e apenas um gol separa as equipes (23-22).

Aos 28 minutos, Maik defendeu, passou a bola, Brasil no ataque, e com gol de Haniel, a Seleção Brasileira conseguiu o empate (27-27), levando a torcida a loucura. O Egito atacou forte, teve uma falta e um sete metros, defendido pelo arqueiro brasileiro. Faltando oito segundos para o fim, tempo técnico. O jogo pegou fogo. Na disputa pela bola, falta em Thiagus Petrus, dois minutos para Ali Zein. O jogo acabou. Jogadores egípcios reclamaram. Os árbitros discutiram o lance, e Haniel bateu a última jogada, na linha de 9 metros, que acabou esbarrando na barreira. Placar Final: EGY 27 x 27 BRA.

Ahmed Elahmar, do Egito, foi o artilheiro do confronto, com 9 gols marcados.

O Brasil está com um pé na próxima fase O próximo e último embate da Seleção Brasileira Masculina será na segunda-feira, 14 de agosto, contra a Suécia, às 16h40.

A Seleção Feminina, já classificada, jogará a última rodada neste domingo, 14, às 9h30, com Montenegro.

*Em parceria com Lance!

Ana Paula é destaque em partida que Brasil vence a Romênia

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Nesta terça-feira será a vez da Seleção Masculina entrar na Arena do Futuro

A segunda-feira, 8 de agosto, foi marcada pela segunda rodada feminina do handebol na #Rio2016 . Ana Paula, artilheira do confronto, foi destaque do jogo em que o Brasil venceu a Romênia com larga vantagem, 26 a 23.

A partida começou com a posse de bola das romenas, mas nem meio segundo depois o gol saiu para as brasileiras. Ali começava a se definir quem sairia com a vitória. A Seleção Brasileira não teve dificuldade em impor ritmo de jogo. Infelizmente com uma falta mais dura, uma puxada de braço, ainda no começo, Duda Amorim levou vermelho. Mesmo com uma menos em quadra por dois minutos e sem principal referência, as brasileiras não cairiam de rendimento, pelo contrário. A partida foi bastante intensa, já que as romenas correram atrás do prejuízo.

O Brasil chegou a abrir vantagem de cinco gols, no entanto, a Romênia conseguiu armar os ataques e contra-ataques e diminuiu para dois gols apenas. Elas estavam ameaçando, o tempo todo na área da defesa brasileira, principalmente com Neagu atacando. Mesmo com a pressão das europeias, a Seleção Brasileira conseguiu furar o forte bloqueio e mantendo a diferença entre as duas equipes no placar. Placar Parcial: BRA 14 x 9 ROU.

O segundo tempo começou tão intenso quanto foi o primeiro. Só que o Brasil estava inda mais focado conseguiu bloquear fortemente os ataques romenos. Mesmo com os erros de passes, as brasileiras conseguiam se recuperar. Mesmo com jogadas ensaiadas, as romenas não conseguiam chegar ao gol. Muito em virtude das goleiras do Brasil. Babi Arenhart estava uma muralha e fazia defesas incríveis, e ainda foi dela um gol brasileiro. Mayssa Pessoa entrava para definir, ou melhor, para defender os arremessos de 7 metros, sendo efetiva em todos.

Ao longo do tempo, as romenas ficaram ainda mais atrapalhadas e perderam ritmo, as brasileiras com essas falhas aumentaram a vantagem encerrando o duelo com vantagem de 13 gols. Placar Final: BRA 26 x 13 ROU.

Ana Paula foi a artilheira do confronto, com 8 gols marcados.
A Seleção Brasileira Feminina voltará a Arena do Futuro para enfrentar a Espanha, às 9h30, da quarta-feira, dia 10. Já a Seleção Masculina jogará a segunda rodada nesta terça-feira, dia 9, com a Eslovênia, às 16h40.

*Em parceria com Lance!

Brasil é tricampeão Pan-Americano!

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A equipe comandada por Jordi Ribera venceu o título de forma invicta

Tricampeão! Tricampeão! Com essas palavras a Seleção Brasileira se despede de Buenos Aires, após participar do Pan-Americano Masculino. A partida final com o Chile foi para corações fortes, dramática e intensa até o apito final, placar de 28 a 24.

O jogo começou com os chilenos com a bola, mas com os brasileiros atacando. Foram quase dois minutos para o marcador ser aberto com gol do Brasil, marcado por Tchê, seguido por mais dois. O Chile marcou depois de quatro minutos e buscou o empate.

Dentro das quatro linhas o jogo era rápido. Ataques rápidos, contra-ataques velozes e defesas ágeis. Era lá e cá o tempo todo, impossível de tirar os olhos da quadra. Era uma partida no qual os atletas não podiam parar para respirar, pois se o fizessem sofreriam gol. Diferente das outras partidas, nesta a Seleção Brasileira não conseguiu impor ritmo de jogo. O Chile estava bem armado e com muita vontade de ganhar, muita vontade de dar o seu melhor, na sua primeira final. Já o Brasil, muito mais experiente, conseguia trabalhar melhor a bola, e mesmo com muita dificuldade conseguia manter a vantagem no placar, que no primeiro tempo, por muitas vezes esteve por apenas um gol (4 a 3). A diferença a favor do Brasil foi maior após os 20 minutos de duelo, principalmente após tempo técnico. Placar parcial: BRA 15 x 12 CHI.

No segundo tempo a energia do embate Brasil versus Chile não mudou. O Brasil seguia atacando, e o Chile também. Por muitos momentos a bola ia para lá e cá, mas como as defesas estavam boas, dosadas de algumas ajudas da trave e dos goleiros, a bola não entrava e gols não saiam. Foram quase seis minutos sem gols.

A vantagem chegou a seis, mas como a seleção chilena estava melhor conseguiu diminuir. Faltas surgiram. Aos 10 minutos as duas equipes haviam perdido um jogador cada, em virtude de 2 minutos. A melhora do Chile foi depois conversa com o técnico. Mas Jordi também parou para conversas com seus pupilos, e o Brasil melhorou (23 a 19).

O Chile tinha um sete metros a seu favor, no entanto o jogo teve de ser pausado, pois o relógio do Ginásio Tecnópolis deu problema e não parava. Igual o que ocorreu no sábado, 18, quando o Brasil encarou a Argentina. Passado o problema, a cobrança foi feita e para o delírio da torcida brasileira, Maik defendeu. A Seleção Brasileira tinha algumas falas na defesa, e os chilenos conseguiam chegar ao gol com facilidade, mas os brasileiros conseguiram arrumar esse defeito. Por mais alguns minutos o placar ficou sem alteração, no qual o Brasil conseguia trocar passes, assim como o Chile conseguia avançar. Nos últimos segundos, para desespero, tempo técnico, que voltou com gol de Oswaldo Maestro para o Brasil, e antes do árbitro apitar o fim do encontro, gol do Chile. Placar final: BRA 28 x 24 CHI.

Brasil é tricampeão do Pan-Americano invicto. O último título conquistado pelos brasileiros havia sido em 2008.

Por ser a prata do Pan, o Chile acompanhará o Brasil no Mundial de 2017. A terceira colocação ainda está a ser definida entre Uruguai e Argentina, que se enfrentam, desde às 19h.

*Em parceria com Lance!