Dinamarca vence a França e conquista o Ouro da #Rio2016

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Dinamarca e França / Foto: Divulgação

Dinamarca e França / Foto: Divulgação

A partida que encerrou o handebol nas Olimpíadas da #Rio2016 foi cheia de emoção. Um jogo muito disputado, decidido no detalhe, na tranquilidade. Na técnica exemplar. Era a partida que os melhores do mundo, comandados pelo melhor do Mundo, Nikola Karabatic, eram os preferidos, mas quem chegou ao mais alto do pódio foi justamente a equipe que menos se apostava, a Dinamarca, 28 a 26.

Um primeiro tempo intenso e cheio de altos e baixos! A partida começou com bola voando rumo a torcida. A Dinamarca abriu o placar, mas a França empatou, e com Guigou virou o placar a seu favor. Aos 5 minutos tinha dois gols de vantagem (4-2), mas os dinamarqueses encostaram aos sete minutos e aos 8’50” empatou (5-5). Aliás, não foram poucos os momentos em que a França virava e a Dinamarca empatava. A bola estava muito disputada, não foram poucas vezes que jogadas foram erradas, que os goleiros defenderam. Goleiro-linha foi utilizado pelas duas seleções. Durante os 20 minutos iniciais, mesmo com o placar tão igual, a França tinha vantagem, mas Hansen estava inspirado, se encontrou em quadra e virou a favor da Dinamarca. O gol de Svan colocou o time a frente no placar e foi para o intervalo com tranquilidade. Placar Parcial: DEN 16 x 14 FRA.

França / Foto: IHF

França / Foto: IHF

O segundo tempo começou tão disputado quando terminou o primeiro. A diferença entre as duas seleções estava na forma de jogar. Enquanto a França era cheia de energia, rápida, a Dinamarca era mais calma, trocava passes, fazia jogadas ensaiadas, era ágil no momento certo. Seguraram os franceses. Mas eles também tinham uma defesa efetiva que evitou muitos contra-ataques dos dinamarqueses. Mesmo assim, a Dinamarca conseguiu se manter a frente no placar (19-18). Por cerca de cinco minutos as defesas simplesmente fecharam seus gols e a bola não entrava. Aos 18 minutos a Dinamarca conseguiu abrir pela primeira vez uma vantagem um pouco mais confortável (25-20), mas a França queria subir no lugar mais alto do pódio e foi atrás. A bola focou ainda mais disputada, gol lá e gol cá, defesa lá, defesa cá. Bloqueio ali, contra-ataque acolá. A seleção francesa demonstrava uma reação forte e diminuiu a diferença entre elas para apenas dois gols (27-25). A seleção dinamarquesa chegou ao gol, abriu vantagem, mas a França voltou a diminuí-la. O tempo acabou e com dois gols as separando, vitória da Dinamarca. Placar Final: DEN 28 x 26 FRA.

Essa é primeira vez que a Dinamarca conquista o ouro olímpico.

Alemanha é bronze!

Alemanha e Polônia / Foto: IHF

Alemanha e Polônia / Foto: IHF

Alemanha e Polônia fizeram a disputa pelo terceiro lugar da Rio 2016. A partida não foi fácil. Os poloneses abriram o placar, e uma pequena vantagem. No começo, os alemães não conseguiam acertar os passes, mas foi só no comecinho mesmo, aos 5 mitos empatou a partida (2-2). E com o placar igual, a partida se manteve até os 14 minutos quando a Polônia conseguiu abrir três gols de vantagem (8-5). Mas a Alemanha reagiu, aos 18 minutos voltou a empatar e na sequência virou, ficando pela primeira vez a frente no placar (8-9). E bastou aquele gol para que os alemães reagissem de forma inesperada, bloqueando os poloneses e indo para o intervalo na frente, placar de 13 a 17.

A vantagem adquirida no primeiro tempo foi administrada no segundo. Os poloneses foram para cima, atacaram e contra-atacaram, mas os alemães conseguiam também atacar e se defender bem, mantendo a diferença entre as equipes. Conforme foi passando o tempo, muitos gols foram desperdiçados e as redes não eram balançadas. Com menos gols, mas muitas defesas, o jogo se encerrou com a vitória e o bronze para a Alemanha, placar de 25 a 31.

A premiação

França, Dinamarca e Alemanha / Foto: Print

França, Dinamarca e Alemanha / Foto: Print

A premiação das seleções medalhistas aconteceu pouco depois do jogo final. Emocionante e com a torcida brasileira presente. Nem todas as carinhas estavam alegres, mas os franceses não pareciam tão tristes com a prata. Os alemães, os badboys, estavam em alegria pura, saltitantes, nada frios como falam. Os dinamarqueses fizeram a festa. Pularam comemoraram, tiraram selfies. Enfim, com lágrimas nos olhos, eles festejaram o momento que entrou para a história do handebol Olímpico.

*Em parceria com o site Lance!

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Rússia leva o ouro da #Rio2016

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Numa final e que as duas seleções não eram as preferidas as medalhas de ouro e prata tem o mesmo doce sabor, o bronze também. Foi assim, com atletas emocionadas, sorridentes, falantes e pulantes, que o handebol feminino se despediu das Olimpíadas #Rio2016. A final que teve a disputa intensa e retrancada entre Rússia e França, premiou as russas com o ouro, após o placar fechar em 19 a 22. O bronze foi para a Noruega.

França e Rússia fizeram uma partida intensa e muito disputada. Ataques criativos, boas jogadas, muitas ensaiadas, mas a principal dificuldade de ambas era furar o bloqueio das defesas que estavam muito bem armadas e contavam com duas goleiras que mais pareciam muralhas. Enquanto o ponto forte da goleira francesa era o alto, da goleira russa era o baixo. A seleção russa atacava forte e defendia mais ainda, a seleção francesa era muito ágil no ataque e mantinham uma rápida defesa porém mais aberta. Muito pouco gols e placar baixo. Aos 22 minutos a Rússia conseguiu abrir vantagem de quatro gols (4-8), mas em pouco mais de três minutos as francesas encostaram (7-8). Já no final do primeiro tempo, as russas conseguiram marcar gols mais seguidos e foi para o intervalo na frente. Placar Parcial: FRA 7 x 10 RUS.

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A etapa complementar começou com gol da França, mas logo em seguida a Rússia mandou duas bolas seguidas para dentro do gol. Abriu vantagem, mas as francesas foram atrás e buscaram o empate. Já não conseguia ser tão ágil no ataque, mas a defesa estava bem. Jogo estava truncado, poucos gols, até que Pineau marcou para a França e encostou no placar. A Rússia também marcou e manteve os +2 de vantagem. Aos 15 minutos, novamente ela, Allison Pineau marcou para a França e empatou o jogo (14-14).

Os ataques trabalhavam a bola, trabalhavam, mas não marcavam. Erravam passes, perdiam a bola, não conseguiam contra-atacar. Por mais de dois minutos o placar ficou inalterado, até que Marina Sudakova marcou para a Rússia (14-15). O jogo se mantinha mais defensivo, mesmo assim, as russas conseguiram encontrar espaços na defesa francesa e marcavam gols. Aos 23 minutos a Rússia abriu vantagem (15-18). A França se atrapalhou, perdeu algumas bolas, e as russas aproveitaram. Poucos gols foram feitos ao longo do tempo, e a diferença entre as seleções foi mantida. Nos últimos 40 segundos, Olga Akopian marcou o último gol do confronto, o gol que garantiu o ouro para a Rússia! Placar Final: FRA 19 x 22 RUS.

O destaque do jogo não foi uma atleta, mas a torcida que lotou a Arena do Futuro e não deixou de cantar nem um segundo. Torcida brasileira adotou a França, mas bateu palmas a Rússia.

O Bronze é da Noruega

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A disputa pelo bronze foi na manhã deste sábado, 20 de agosto, entre Noruega e Holanda. Aos 48 segundos de partida as norueguesas abriram o placar. Mas não a vantagem. O duelo foi bastante disputado, principalmente nos ataques ágeis. Porém aos cinco minutos as norueguesas conseguiram abrir vantagem (2-4) e aos nove minutos aumentá-la em sete gols (2-9). As holandesas demoraram a fazer gols, mas a defesa se fechou e por longos minutos a bola não encontrou as redes. Já se aproximando do intervalo, a Noruega conseguiu chegar ao gol, enquanto a Holanda voltou a reagir, placar parcial de 13 a 19.
O segundo tempo também teve longos espaços de tempo entre um gol e outro, mesmo assim a partida foi bastante equilibrada. A Holanda já não estava mais tão nervosa, e conseguiu arrumar os erros que mais atrapalharam no primeiro tempo, os erros de passe no ataque. Ambas seleções marcavam, e a vantagem para a Noruega se mantinha e aumentou. Placar Final: NED 26 x 36 NOR.

A premiação

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Pouco depois do jogo da final aconteceu a cerimônia de premiação. Eram três seleções saltitantes, atletas emocionadas e sorridentes. A Noruega feliz com bronze a marca de ter perdido apenas um jogo nas Olimpíadas Rio 2016. A França alegre com a prata no peito e a superação da seleção que não tem metade do apoio que recebe a masculina. A seleção que ninguém apostava. Sorridente e com lágrimas nos olhos estava a Rússia, a equipe que depois de 2015, foi olhada com desconfiança. A seleção que fez o país reencontrar o período de glórias.

Ouro – Rússia
Prata – França
Bronze – Noruega

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Em jogo emocionante, Brasil empata com o Egito

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Brasil e Egito fizeram um jogo emocionante. Com uma reviravolta ao final deixando a partida ainda mais eletrizante, no final épico e que fez a história do Brasil nos Jogos #Rio2016, empate em 27 a 27.

O Egito começou o jogo na frente, logo abriu dois gols de vantagem, e depois três. Aos 4 minutos Chiuffa empatou (3-3). Só que o empate não deu tranquilidade suficiente a equipe brasileira. O Brasil errava passes, tinha uma defesa aberta e um contra-ataque muito rápido, rápido e ansioso demais. E isso gerava erros e facilitava os gols dos egípcios. Verdade seja dita, eles tinham uma defesa muito bem armada, o que dificultava os avanços brasileiros. A seleção do Egito ampliou e chegou a ter quatro gols de vantagem (11-7), mas Maik foi decisivo ao defender arremessos. O Brasil conseguiu diminuir a vantagem com gols de Tchê, Teixeira e Toledo. Mesmo assim, a desvantagem de dois gols estava mantida. Placar Parcial: EGY 15 x 13 BRA.

Na volta do intervalo percebia-se uma Seleção Brasileira mais atenta. Os contra-ataques continuavam sendo o principal problema, no entanto o ataque não. A defesa tinha apenas um buraco a esquerda, e justamente por ali alguns gols egípcios saíram. Maik seguia no gol, e sempre que podia se transformava numa muralha. O Brasil recuperou a confiança, a torcida presente na Arena do Futuro cantava. A diferença se mantinha em dois. A partir dos 15 minutos a reação brasileira mudou o cenário. O Brasil nem parecia o mesmo, atacava muito forte. Com o gol de 7 metros de Teixeira, o gol de Haniel, e de Oswaldo, em conjunto com uma defesa de Maik, o Brasil encostou e apenas um gol separa as equipes (23-22).

Aos 28 minutos, Maik defendeu, passou a bola, Brasil no ataque, e com gol de Haniel, a Seleção Brasileira conseguiu o empate (27-27), levando a torcida a loucura. O Egito atacou forte, teve uma falta e um sete metros, defendido pelo arqueiro brasileiro. Faltando oito segundos para o fim, tempo técnico. O jogo pegou fogo. Na disputa pela bola, falta em Thiagus Petrus, dois minutos para Ali Zein. O jogo acabou. Jogadores egípcios reclamaram. Os árbitros discutiram o lance, e Haniel bateu a última jogada, na linha de 9 metros, que acabou esbarrando na barreira. Placar Final: EGY 27 x 27 BRA.

Ahmed Elahmar, do Egito, foi o artilheiro do confronto, com 9 gols marcados.

O Brasil está com um pé na próxima fase O próximo e último embate da Seleção Brasileira Masculina será na segunda-feira, 14 de agosto, contra a Suécia, às 16h40.

A Seleção Feminina, já classificada, jogará a última rodada neste domingo, 14, às 9h30, com Montenegro.

*Em parceria com Lance!

Ana Paula é destaque em partida que Brasil vence a Romênia

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Nesta terça-feira será a vez da Seleção Masculina entrar na Arena do Futuro

A segunda-feira, 8 de agosto, foi marcada pela segunda rodada feminina do handebol na #Rio2016 . Ana Paula, artilheira do confronto, foi destaque do jogo em que o Brasil venceu a Romênia com larga vantagem, 26 a 23.

A partida começou com a posse de bola das romenas, mas nem meio segundo depois o gol saiu para as brasileiras. Ali começava a se definir quem sairia com a vitória. A Seleção Brasileira não teve dificuldade em impor ritmo de jogo. Infelizmente com uma falta mais dura, uma puxada de braço, ainda no começo, Duda Amorim levou vermelho. Mesmo com uma menos em quadra por dois minutos e sem principal referência, as brasileiras não cairiam de rendimento, pelo contrário. A partida foi bastante intensa, já que as romenas correram atrás do prejuízo.

O Brasil chegou a abrir vantagem de cinco gols, no entanto, a Romênia conseguiu armar os ataques e contra-ataques e diminuiu para dois gols apenas. Elas estavam ameaçando, o tempo todo na área da defesa brasileira, principalmente com Neagu atacando. Mesmo com a pressão das europeias, a Seleção Brasileira conseguiu furar o forte bloqueio e mantendo a diferença entre as duas equipes no placar. Placar Parcial: BRA 14 x 9 ROU.

O segundo tempo começou tão intenso quanto foi o primeiro. Só que o Brasil estava inda mais focado conseguiu bloquear fortemente os ataques romenos. Mesmo com os erros de passes, as brasileiras conseguiam se recuperar. Mesmo com jogadas ensaiadas, as romenas não conseguiam chegar ao gol. Muito em virtude das goleiras do Brasil. Babi Arenhart estava uma muralha e fazia defesas incríveis, e ainda foi dela um gol brasileiro. Mayssa Pessoa entrava para definir, ou melhor, para defender os arremessos de 7 metros, sendo efetiva em todos.

Ao longo do tempo, as romenas ficaram ainda mais atrapalhadas e perderam ritmo, as brasileiras com essas falhas aumentaram a vantagem encerrando o duelo com vantagem de 13 gols. Placar Final: BRA 26 x 13 ROU.

Ana Paula foi a artilheira do confronto, com 8 gols marcados.
A Seleção Brasileira Feminina voltará a Arena do Futuro para enfrentar a Espanha, às 9h30, da quarta-feira, dia 10. Já a Seleção Masculina jogará a segunda rodada nesta terça-feira, dia 9, com a Eslovênia, às 16h40.

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Brasil é tricampeão Pan-Americano!

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A equipe comandada por Jordi Ribera venceu o título de forma invicta

Tricampeão! Tricampeão! Com essas palavras a Seleção Brasileira se despede de Buenos Aires, após participar do Pan-Americano Masculino. A partida final com o Chile foi para corações fortes, dramática e intensa até o apito final, placar de 28 a 24.

O jogo começou com os chilenos com a bola, mas com os brasileiros atacando. Foram quase dois minutos para o marcador ser aberto com gol do Brasil, marcado por Tchê, seguido por mais dois. O Chile marcou depois de quatro minutos e buscou o empate.

Dentro das quatro linhas o jogo era rápido. Ataques rápidos, contra-ataques velozes e defesas ágeis. Era lá e cá o tempo todo, impossível de tirar os olhos da quadra. Era uma partida no qual os atletas não podiam parar para respirar, pois se o fizessem sofreriam gol. Diferente das outras partidas, nesta a Seleção Brasileira não conseguiu impor ritmo de jogo. O Chile estava bem armado e com muita vontade de ganhar, muita vontade de dar o seu melhor, na sua primeira final. Já o Brasil, muito mais experiente, conseguia trabalhar melhor a bola, e mesmo com muita dificuldade conseguia manter a vantagem no placar, que no primeiro tempo, por muitas vezes esteve por apenas um gol (4 a 3). A diferença a favor do Brasil foi maior após os 20 minutos de duelo, principalmente após tempo técnico. Placar parcial: BRA 15 x 12 CHI.

No segundo tempo a energia do embate Brasil versus Chile não mudou. O Brasil seguia atacando, e o Chile também. Por muitos momentos a bola ia para lá e cá, mas como as defesas estavam boas, dosadas de algumas ajudas da trave e dos goleiros, a bola não entrava e gols não saiam. Foram quase seis minutos sem gols.

A vantagem chegou a seis, mas como a seleção chilena estava melhor conseguiu diminuir. Faltas surgiram. Aos 10 minutos as duas equipes haviam perdido um jogador cada, em virtude de 2 minutos. A melhora do Chile foi depois conversa com o técnico. Mas Jordi também parou para conversas com seus pupilos, e o Brasil melhorou (23 a 19).

O Chile tinha um sete metros a seu favor, no entanto o jogo teve de ser pausado, pois o relógio do Ginásio Tecnópolis deu problema e não parava. Igual o que ocorreu no sábado, 18, quando o Brasil encarou a Argentina. Passado o problema, a cobrança foi feita e para o delírio da torcida brasileira, Maik defendeu. A Seleção Brasileira tinha algumas falas na defesa, e os chilenos conseguiam chegar ao gol com facilidade, mas os brasileiros conseguiram arrumar esse defeito. Por mais alguns minutos o placar ficou sem alteração, no qual o Brasil conseguia trocar passes, assim como o Chile conseguia avançar. Nos últimos segundos, para desespero, tempo técnico, que voltou com gol de Oswaldo Maestro para o Brasil, e antes do árbitro apitar o fim do encontro, gol do Chile. Placar final: BRA 28 x 24 CHI.

Brasil é tricampeão do Pan-Americano invicto. O último título conquistado pelos brasileiros havia sido em 2008.

Por ser a prata do Pan, o Chile acompanhará o Brasil no Mundial de 2017. A terceira colocação ainda está a ser definida entre Uruguai e Argentina, que se enfrentam, desde às 19h.

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Com o pé direto, Seleção Brasileira vence a 1ª no Mundial Juvenil

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As meninas da Seleção Brasileira venceram a primeira partida no Mundial Juvenil nesta terça-feira, 19 de julho. As brasileiras enfrentaram neste dia de estreia a seleção da República Democrática do Congo, e finalizaram o jogo com goleada por 41 a 14.

O confronto começou com as duas equipes atacando, mas não demorou para o Brasil dominar as rivais e impor o ritmo de jogo, aumentando a cada minuto a diferença ente as equipes. Vantagem esta mantida até o final do jogo. Além da goleada, o Brasil também tem a atleta destaque do embate. A ponta esquerda, Jamily, foi considerada a melhor em quadra.

Com a vitória, as brasileiras estão na segunda colocação da Chave B, com a mesma pontuação de saldo da Hungria, sendo o número de gols marcados o que desempatou a colocação.

Nesta terça pelo mesmo grupo aconteceram mais dois jogos. A Hungria venceu a China, pelo placar de 44 a 17. A Suécia vence a Espanha, por 30 a 25.

Nesta quinta-feira tem mais Brasil em quadra. A Seleção Brasileira enfrentará a China, às 11h (Horário de Brasília). A fase de grupos acontecerá até segunda-feira, dia 25. O Mundial de Handebol Juvenil Feminino acontece na Eslováquia.

*Em parceria com Lance!

Alemanha é campeã da EHF Euro 2016

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A Croácia conquistou o bronze ao superar a Noruega

Depois de quase cinco anos em meio a crise, a não ida para importantes competições internacionais e os mal desempenhos em Mundiais, e uma renovação necessária, a Alemanha encontrou-se novamente com os títulos nesta tarde de domingo, 31 de janeiro, ao enfrentar a Espanha e vencer por 24 a 17. Mas ao ver o placar não pense que foi fácil para a seleção criadora do handebol segurar uma das melhores equipes do mundo, porque não foi.

Nos números o jogo foi bem equilibrado. Foram 51 arremessos para cada seleção, porém quem foi melhor e transformou-os em mais gols foram os alemães.

O jogo começou com os espanhóis no ataque. Foram 1 minto e 50 segundos comandando a partida, porém que abriu o placar foi a Alemanha que marcou o gol. E na sequência mais dois (3 a 0). Os passes eram bem trocados, as defesas também, elas além de bem fechadas possuíam dois ótimos goleiros. O jogo demorou a deslanchar. A Espanha trocava passes e não finalizava, errava ou esbarrava no goleiro Wolff, destaque do jogo pelas inúmeras defesas feitas das mais diferentes formas. Somente aos seis minutos que os espanhóis chegaram ao gol e marcaram, em tiro de 7 metros. Aliás, enquanto a Seleção da Espanha era mais técnica e tentava trabalhar os passes, a Seleção da Alemanha não apenas era técnica, mas na defesa era um pouco selvagem. Partia para cima sem dó e cometeu muitas faltas (levou ao longo do embate oito penalidades de dois minutos) e em muitos momentos ficou com até dois jogadores a menos em quadra.

Aos sete minutos os alemães não apenas marcaram um gol, como também abriram a vantagem para quatro pontos. Eles passaram a comandar o ritmo de jogo. Os espanhóis estavam apagados dentro das quatro linhas, e era nítido de que eles não estavam encontrando formas de jogar frente aos ágeis alemães. Somente aos 15 minutos de duelo, que a seleção espanhola conseguiu chegar ao gol e se encontrou em quadra, não apenas passou a acompanhar o ritmo da seleção alemã, mas passou a ameaçar. Apesar da reação, ao encontrar Wolff os gols não saiam, e aos 20 minutos, seis gols separavam as duas seleções, neste cenário o treinador da Espanha, José Villaldea, pediu tempo técnico para orientar seus atletas. A conversa funcionou e com facilidade Entrerrios marcou para os espanhóis, só que Hühn não queria ver os rivais empatar o jogo e atacou, marcando o gol que manteve a diferença. Placar parcial: ALE 10 x 6 ESP.

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No segundo tempo o embate se manteve na mesma temperatura, com ambas seleções atacando forte, e principalmente com o goleiro alemão, Wolff, fechando a trave. Foram necessários cerca de três minutos para que o placar fosse alterado, foram dois gols da Alemanha que abriu a vantagem para seis pontos. Com a Espanha melhor em quadra, os alemães não pouparam as faltas, já os espanhóis desperdiçaram as oportunidades. Foram duas penalidades de 7 minutos, uma seguida da outra, desperdiçadas. Somente aos 11 minutos que Tomas marcou para a Espanha, de 7 metros. Sempre presente nos momentos mais importantes da partida, a Alemanha não contou apenas com o talento do goleiro, mas também com a facilidade de decisão de Häfner que não só marcou, como também manteve a vantagem a favor da sua equipe (15 a 9).

Com um novo apagão do ataque espanhol, os alemães seguiam marcando gols, mesmo com a dificuldade de encontrar espaços na defesa concorrente (18 a 11). Aos 18 minutos, no entanto, em mais um lance de 7 metros a Espanha, através de Tomas, marcou e fez diminuir a diferença. Mesmo com um a menos em quadra, a Alemanha seguia a frente e no comando, sendo que aos 24 minutos dominava a partida (22 a 13). Só que aos 25 minutos de jogo, faltando apenas cinco minutos para o fim, a seleção espanhola reagiu! Foi para cima, melhorou os passes, conseguia atacar mais efetivamente. Se Entrerrios marcou diminuindo a diferença, e Häfner marcou o gol do título, o espanhol Ugalde do meio da quadra, arremessou a bola, que passou por cima dos atletas, do goleiro e caprichosamente entrou e bateu na rede. Mas não adiantava mais. Mesmo sem gols nos últimos 120 segundos de partida, a vitória era alemã. PLACAR FINAL: ALE 24 x 17 ESP.

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O nome do jogo foi o goleiro alemão Wolff. O artilheiro também é da Alemanha, Häfner balançou as redes por 10 vezes.

A terceira colocação da EHF Euro Polônia 2016 ficou com a Croácia que venceu a Noruega pelo placar de 24 a 31.

Também foi decidido neste domingo o All Star Time da EHF Euro. Confira no blog Dois Minutos a escalação dos melhores jogadores da Euro: https://handebolminuto.wordpress.com/2016/11/12/acabou-a-ehf-eur…me-esta-definido/

*Publicada também em Lance!